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Selasa, 22 Februari 2011

Que gamer é você?

Uma agência de consultoria americana criou um teste para traçar o perfil de cada tipo de gamer. Simplesmente um teste on-line, 100% em inglês, onde você responde perguntas relacionadas aos seus gostos e preferências em relação ao mundo dos games, no final uma pagina mostra informações intereçantes sobre sua "classe gamer".



Vale a pena dar uma olhada no site se você entende um pouco de inglês, e não esqueça de postar seu resultado nos comentários.

Aí vai o meu:

Classe: Dare Devil
Subclasse: Achiever

Meu placar:
Daredevil: 20
Achiever: 17
Mastermind: 14
Seeker: 12
Conqueror: 12
Socialiser: 7
Survivor: 2

A imagem ao lado representa uma região do cérebro que mais "trabalha" durante minhas jogatinas, no final do teste todos recebem um imagem como essa. Se quiser entender melhor como funciona essa imagem veja o link: http://blog.brainhex.com/what-does-my-brainhex-icon-mean.html

Mais informações sobre as classes acesse http://blog.brainhex.com/

Minggu, 20 Februari 2011

Shin Megami Tensei: Persona 4

Ficha técnica:
Gênero: RPG
Distribuidora: Atlus
Desenvolvedora: Atlus
Plataformas: PS2
Número de jogadores: 1
Data de lançamento: 09/12/08

Uma série de assassinatos inexplicáveis começam a ocorrer em uma cidade pequena no interior do Japão e o assassino está fora do alcance da policia, então cabe a um grupo de estudantes com a capacidade de invocar demônios vindos de sua própria personalidade resolver o mistério enquanto tentam viver suas vidas normais de estudantes.

Tudo se dá inicio com a viagem de um adolescente da cidade grande para a cidadezinha de Inaba, o protagonista vai para a cidade para passar um ano na casa do irmão mais novo de sua mãe e tem que se habituar à rotina sem emoção da cidade. O início do game com todo RPG não tem muita interação por parte do jogador, nas primeiras uma ou duas horas de game o jogador é colocado dentro da narrativa ao mesmo tempo que é apresentado as duas faces do game, RPG e simulador de vida social.

Um The Sims japonês

Sim Persona simula a vida de um estudante dia apôs dia da semana, com direito a calendário com feriados nipônicos e criação de laços de amizade com dezenas de pessoas diferentes. Todos os dias de aula o personagem vai a escola e de vez em quando o jogador é surpreendido com perguntas sobre a matéria dada em aula, não muito difíceis, mas que testam os conhecimentos gerais do jogador e seu entendimento de inglês também, só não se esqueça de estudar para as provas, porque elas existem e quem responde é você.


Depois da aula o jogador tem o restante da tarde até o anoitecer para fazer o que bem entender, o jogador pode melhorar alguns atributos de sua ficha frequentando a biblioteca e participando de clubes, pode fazer missões alternativas, ir a lojas de armas e de ervas para se preparar para batalhas, simplesmente passar todo o tempo livre com um amigo ou namorar. Tudo isso parece um tanto quanto desnecessário e, diga-se de passagem, não é obrigatório, mas há um fator muito importante nisso tudo, os laços de amizade.


Toda vez que o jogador conhece alguém um laço de amizade surge no nível 1 no seu determinado tipo de Arcana, por exemplo, se o jogador fizer amizade com a personagem do Arcana Devil toda vez que o jogador criar um Persona do tipo Devil ele será um pouco mais forte do que o normal, sendo que uma amizade vai do nível 1 ao 10 conferindo diversos poderes aos seus personas. Mas qualquer um que jogue o game verá que evoluir seus Personas não é a parte mais divertida dos laços de amizade, e sim conhecer mais a fundo os personagens, cada um possui uma personalidade, características únicas e histórias pessoais muito bem desenvolvidas que valem a pena serem conhecidas.


Um pouco mais de história

Logo depois da chegada do personagem na cidade um assassinato inexplicável acontece e o protagonista ouve falar de um boato sobre o “canal da meia noite”, de acordo com o boato durante uma tempestade com formação de nevoa é possível ver na televisão desligada a meia noite sua alma gêmea, não há como explicar como sem estragar a história, mas o jogador descobre que na verdade a pessoa que aparece na TV na verdade é sempre o próximo alvo do assassino desconhecido e mais do que isso ele também descobre que é possível entrar na Televisão e lá dentro há um mundo protegido por inimigos conhecidos como Shadows.


Aparentemente toda vez que uma pessoa parece na TV um novo local é criado do lado de dentro, esse local nasce da personalidade da pessoa e é guardado pelos shadows. Cabe ao jogador entrar nesses locais, derrotar as shadows e salvar o alvo do assassino antes da próxima noite de chuva, caso contrario é fim de jogo. O jogador possui o direito de entrar e sair da TV quando quiser, então cabe a você decidir quando salvar a vitima.


Labirintos verticais

Os cenários são basicamente corredores com portas que levam o jogador para diversas salas e apenas para uma escada para o próximo andar, e depois para o outro andar e depois para outro, e assim é até chegar ao chefe o que costuma levar em media 10 andares. As batalhas acontecem pelos corredores e salas dos cenários, os inimigos ficam vagando pelos cenários representados por verdadeiras sombras, o jogador pode tentar correr delas ou pode simplesmente atacá-las, se o jogador atingi-las com a espada antes que elas notem sua presença você iniciará a batalha, se você for atacado por trás por uma dessas sombras seus inimigos começam e por fim se ela perceber seu ataque ou se você for atacado de frente a batalha corre normalmente sem vantagem para ninguém.


As batalhas

Como todo RPG as batalhas funcionam no esquema de turnos, o jogador tem a opção de atacar com sua arma, se defender até o próximo turno, usar itens ou invocar seu persona para atacar, o que pode gastar tanto pontos de SP quanto de HP. Há a opção de deixar seus amigos no modo de ação automática, no de ordens diretas do jogador, no modo de economia de SP ou no modo de ajuda onde o personagem foca em recuperar vida do outros e em caso de não haver o que fazer ele ataca normalmente. No início deixá-los no modo automático torna tudo mais rápido, mas se o jogador estiver em um nível de dificuldade maior que o fácil será necessário mudar a estratégia de cada personagem para a melhor combinação possível, principalmente contra os chefes.


Durante as batalhas ainda é possível executar ações especiais como ataque em grupo no caso de todos os inimigos estiverem caídos no chão, ou dependendo do seu nível de amizade com seus companheiros de batalha ataques individuais que acabam com um inimigo na hora ou que derrube um que esteja de pé permitindo o ataque em equipe, ou ainda um amigo seu que esteja em batalha pode te levantar caso você tenha caído.


No final da batalha o jogador ganha experiência, itens e as vezes encontra com cartas que contem personas e também com armadilhas que podem tirar do jogador tudo que foi ganho em batalha. Se o jogador escolher pegar uma carta entra em um mine game que pode variar de tipo mas sempre tem o mesmo objetivo, acertar a carta com o persona. O mine game mais comum é um onde o jogo mostra todas as cartas disponíveis, entre personas e armadilhas, depois de analisar as cartas o jogador aperta um botão e elas começam a girar desordenadamente e o jogador pode apertar o botão novamente quando quiser para fazer as cartas pararem, a carta que para na frente do jogador é a que terá efeito. Se for um persona ele será adicionado a sua lista de personas e com sorte o jogador também pode ganhar uma carta extra, essa carta extra representa um Arcana que é mostrado ao jogador que escolhe se quer ou não ver o efeito dela, se escolher ver a carta gira e o efeito pode ser positivo se a carta parar virada para cima, ou negativo se ficar virada para baixo, os efeitos variam entre ganhar mais dinheiro depois de batalhas, ganhar mais experiência, aumentar uma característica de um persona e entre muitos outros, só não esqueça que o efeito negativo é exatamente o contrario do positivo.


Criando monstros

Vale dizer que o protagonista é o único que pode trocar de persona, seus amigos permanecem com o mesmo do inicio ao fim do game. Colecionando os personas o jogador pode usá-los em batalha ou fundi-los para conseguir personas mais fortes, isso é possível somente dentro da Valvet Room, uma espécie de limosine que anda entre o mundo dos sonhos e a vida real, parece muito estranho, mas faz mais sentido depois de conhecer a história a fundo. Nessa “sala” reside Igor que tem o poder de fundir seus personas, são dezenas de possibilidades que aumentam a cada persona ganho pelo personagem, é uma pena que o jogador possa carregar um número de personas limitados, mas para contornar isso Margaret, que também vive na Valvet room, registra todos os personas que você adiquire, assim se você fundi-lo ou se desfazer dele você pode pagar um pequena taxa para te-lo novamente em mãos do mesmo jeito que era da ultima vez que o registrou.


As fusões funcionam de forma simples, o jogador escolhe dois ou três personas e o jogo mostra o persona que será gerado, este terá suas características próprias e herdará uma ou mais magias dos personas que foram fundidos, o que torna cada fusão única. Porém existe uma limitação, o persona criado deve ser do mesmo nível ou de nível inferior ao do personagem, assim se você estiver no nível 10 só poderá criar personas de no máximo nível 10, o que garante o nível de dificuldade crescente no game, também é possível ocorrer imprevistos, é bem raro, mas o jogador pode escolher os personas gostar do resultado e quando mandar fundir, por um pequeno erro de Igor, o persona pode sair diferente do esperado, pelo menos ele pode sair tato mais forte quanto mais fraco que o resultado esperado.

Parte Técnica

A história dispensa comentários, personagens carismáticos, diversas opções de respostas e finais alternativos, chega a ser impossível ver todos os diálogos ou conhecer todos os personagens a fundo em uma partida só, o que faz o replay obrigatório. Se tratando de gráficos o game se aproxima a um anime mesmo durante o gameplay, as animações foram feitas no mesmo molde que animes então espere cenas bem trabalhadas. Os cenários dentro do mundo real são cheios de detalhes e vida, já os cenários dentro da TV são bem genéricos, todos os corredores e portas são iguais, o que torna o uso do mapa obrigatório, mas há uma vantagem nisso, toda vez que o personagem entrar em um cenário de batalha ele é diferente, ou seja, você pode ir no mesmo cenário 10 vezes e no final terá feito 10 caminhos diferentes para sair do mesmo.


As musicas do game variam de Pop a Pop rock japonês, não é nada marcante e algumas até enjoam se ouvidas por um tempo, mas no geral elas se encaixam bem no clima de colegial japonês. Os efeitos são perfeitos para o titulo, mais uma vez nada marcante, mas funcionam de forma perfeita junto com todo o resto do game. As dublagens não poderiam ficar melhores, a maior parte dos diálogos principais são acompanhados pela voz do personagem, somente os diálogos opcionais com personagens ali e acolá que não possuem uma dublagem em tempo integral mas somente em algumas frases.


Conclusão

Persona 4 é um titulo magnífico e sem duvidas eterno, sua combinação de simulador de colegial e de RPG garante uma experiência envolvente e viciante, a criação de personas e desenvolvimento de amizades garantem a variedade do game e todas as suas 50 horas médias de jogo.
Eu adoraria escrever muito mais nesta análise, colocar muitos comentários pessoais e explicar em detalhes coisas que não falei, mas só uma coisa a mais tenho a dizer, eu detesto RPG desde sempre e esse game entrou na minha lista de favoritos nas primeiras horas de jogo.

Pontos positivos:
-Liberdade para aproveitar os dias da forma que quiser.
-História envolvente e com muitas surpresas.
-Capacidade de fundir e criar personas da forma que quiser.
-Mais de 50 horas de jogo.

Pontos Negativos:
-Musicas que podem se tornar repetitivas.
-Cenários altamente repetitivos.

Notas:
-Gráficos: 9
-Parte sonora: 9
-Jogabilidade: 10
-Diversão: 10
-História: 10
-Replay: 10

Total: 9,5

Pessoal desculpas pelo meu sumisso mais uma vez, to fazendo o possivel mas esse semestre a escola ta me tirando mais tempo que semestre passado, farei o possivel pra voltar a postar todo domingo novamente, espero que tenham gostado dessa análise vou me esforçar mais na próxima.

Minggu, 23 Januari 2011

Prince of Pérsia: The sands of time





Ficha técnica:
Gênero: Ação/Aventura
Distribuidora: Ubisoft
Desenvolvedora: Ubisoft Montreal
Plataformas: PS2, Xbox, GBA, GC e PC
Número de jogadores: 1
Data de lançamento: 10/11/03

Apôs se enganado pelo vizir, o príncipe da Pérsia, junto a sua nova companheira, tem que usar a adaga do tempo para consertar seu erro e salvar seu povo antes que o vizir alcance seu plano maligno.


A história se dá início quando o exercito do príncipe da Pérsia e seu pai invade uma cidade, uma vez dentro do enorme palácio da cidade o principe encontra a adaga do tempo e retorna com ela para Pérsia junto com as areias do tempo e muitos prisioneiros. O vizir estava entre os prisioneiros e convence o pai do príncipe a ordenar que seu filho finque a adaga nas areias do tempo jurando que algo maravilhoso iria acontecer, o problema então começa, depois de fincada a adaga libera as areias do tempo que transformam todos no palácio em zumbis de areia, com exceção do vizir, o principe e a princesa da cidade atacada. Sua aventura se inicia nesse ponto, quando o vizir foge com as areias do tempo e cabe a você impedir que ele consiga a adaga e o impeça e complete seu plano.


O grande diferencial desse game se encontra na jogabilidade, o príncipe é capaz de correr em paredes, andar em cordas e muitas outras artimanhas para alcançar locais inacessíveis a uma pessoa qualquer, porem ele não é do tipo mais forte ou resistente podendo uma pequena queda de uma plataforma matá-lo de uma vez só, felizmente o príncipe estará portando a adaga do tempo praticamente o jogo todo e com ela o jogador pode com um apertar de botão voltar o tempo para desfazendo um erro fatal, é possível ver o personagem fazendo tudo de traz pra frente em câmera lenta enquanto se segura o botão e parando no momento que o botão é solto. É mais simples do que parece, mas a adaga tem seu limite e para poder voltar o tempo é necessário que o jogador recolha a areia dos inimigos em batalha para recarregar um medidor. Outro efeito interessante é o de poder ver o futuro, quando o jogador chega a um save point ele tem uma pequena visão do futuro mostrando as batalhas e cenários que estão próximos.

Pode se dizer que as batalhas do game envolvem muito mais estratégia do que simplesmente esmurrar o botão de ataque, como disse no início o protagonista não é dos mais resistentes e alguns golpes podem derrubá-lo rápido, se o jogador não aproveitar bem as habilidades acrobáticas do príncipe verá a tela de game over muitas vezes. O jogador tem dois botões para ataque, um para ataque com a espada e um para atacar com a adaga e recolher com a mesma a areia dos inimigos caídos, processo muito importante uma vez que se a areia não for coletado o inimigo ficará de pé novamente. Para sobreviver aos combates o jogador deve usar bem o botão de esquiva e o botão que faz o príncipe fazer suas acrobacias, com esse segundo o jogador pode tomar impulso em paredes para atravessar inimigos com a espada, dar um mortal na parede para ficar novamente de frente ao inimigo e entre outras coisas, o jogador também pode usar o botão de salto para correr por cima do inimigo e enfiar a adaga ou a espada no seu peito.

Para deixar as coisas mais interessantes o jogador não é o único que quer impedir o vizir, a princesa se une ao príncipe para encontrar as areias do tempo e desfazer todo o problema. A garota não tem a mínima chance de enfrentar os inimigos corpo a corpo então sua forma de colaborar nos combates é usando seu arco e flecha a uma distância segura, mas mais do que apoio nos combates ela o ajuda nos quebra cabeças, ela é capaz de se esgueirar por passagens estreitas e ativar mecanismos e alavancas que o jogador não consegue. A princesa também dá um pouco mais de vida ao game, a maior parte do tempo é desvendar quebra cabeças e lutar, se não fosse por ela conversando com o jogador e dando dicas a cada instante a aventura seria um tanto monótona.
Mesmo com sua jogabilidade única Prince of Percia não seria nada sem seus cenários, cada um foi projetado pra desafiar o raciocínio do jogador, são vários mecanismos, portas e muitas vezes armadilhas espalhadas pelas salas que se forem vistas olhando para frente não aparentam ser tão grandes, mas basta olhar para cima para notar o quanto vai demorar pra sair delas. O desafio tem uma dificuldade na medida certa, não sendo fáceis e tão pouco muito difíceis, normalmente para sair de uma sala deve-se ativar alguma alavanca para abrir uma porta, porém muitas vezes essa alavanca esta em um local inacessível a primeira vista e o jogador deve com a ajuda d a princesa e da adaga do tempo ativar diversos mecanismos e alavancas até abrir a porta. Tecnicamente os cenários são muito bonitos e bem construídos, são poucos objetos que atrapalham o jogador e podem ser destruídos o que garante menos problemas nas horas das batalhas.
Em geral dá para dizer que todo o visual do game é bem trabalhado, os inimigos e os cenários são ricos em detalhes, não dá para comparar a God of War por exemplo, mas ele está acima da média se tratando de gráficos. As músicas estão na média, aparecem durante as batalhas e momentos mais empolgantes, talvez o silêncio seja o melhor mesmo enquanto o jogador pensa em como alcançar a saída de um cenário. As dublagens são boas, porém o personagem tem a voz baixa, não sei bem se minha TV é que não esta configurada corretamente, mas os passos do príncipe fazem mais barulho do que a voz dos personagens, felizmente há legendas e vale bem à pena prestar atenção na história e nos diálogos, pode não parecer no início mas o game tem uma grande história a contar.

Belos cenários, uma boa história, batalhas desafiadoras, muitos quebra cabeças e idéias inovadoras fazem de Prince of Pérsia um game eterno para nosso console, há pequenos problemas com a câmera às vezes e é comum a tela de game over uma vez que algumas armadilhas são cruéis e muito difíceis de notar ou esquivar, mas o desafio lógico e também de habilidade contornam esses problemas e garantem algumas horas de diversão.

Pontos positivos:
- Belos cenários e gráficos em geral.
- Poder voltar no tempo a qualquer momento.
- Uma boa história.
- Jogabilidade única.

Pontos negativos:
- O comportamento estranho da câmera às vezes.
- Algumas armadilhas praticamente impossíveis de desviar.

Notas:
-Gráficos: 10
-Parte sonora: 8
-Jogabilidade: 10
-Diversão: 10
-História: 9
-Replay: 8

Nota Geral: 9

Sabtu, 08 Januari 2011

Toy Story 3: The Game



Ficha técnica:
Gênero: Ação e Aventura
Desenvolvedora: Disney Interactive
Plataformas: Ps2, Ps3, Ds, PSP, Wii, X360 e PC
Número de jogadores: 1
Data de lançamento: 02/11/10


Toy Story é uma franquia bem conhecida no Brasil e no mundo, e já teve adaptações para vídeo games como o Toy Story 2 para Playstation 1 e Toy Story para Super Nintendo, mas essa é sua primeira aparição no console eterno e na nova geração também.


Toy Story 3, como era de se esperar, segue os acontecimentos do filme e ao mesmo tempo tenta explorar a historia dos personagens do filme em modos de jogo extras que servem para aumentar a vida útil do game. Ao começar o jogo é mostrado ao jogador um menu totalmente em 3D organizado em baixo de uma cama, nele se encontram:

  • Um video game, que serve para jogar missões do verdadeiro Buzz Lighyear em sua caçada a Zurg, seu inimigo.
  • Uma TV em preto e branco que acessa as missões do Woody e seu companheiro de ferraduras, Bala no Alvo.
  • Um cantinho com 3 extraterrestres(todo mundo lembra daqueles chaveiros do filme né?) onde estão disponíveis as 2 únicas missões onde os 3 ETs trabalham em equipe para solucionar um desafio.
  • Uma maleta que mostra os troféus conquistados pelo jogador.
  • Um livro ao lado do Rex, esse representa a campanha principal.
Acessando então o livro Rex explica os desenhos feitos com giz de cera e começa a narrar uma aventura dos brinquedos, aparentemente essa fase seria a memória de alguma brincadeira de Andy e serve mais como um tutorial. Seu objetivo é atravessar um trem e pará-lo antes que caia do penhasco, porém uma nave em formato de porco aparece para impedir seu progresso, enquanto o grupo de ETs dentro de um conversível tentam lhe ajudar acompanhando o trem bem de perto. Deixando a imaginação de Andy um pouco de lado, a fase começa com Woody de pé no ultimo vagão do trem portando seu chicote. Nota-se logo de cara que não há medidor nenhum na tela, nem se quer de vida, feliz ou infelizmente não há inimigos na fase e a única forma de morrer é caindo do trem, e mesmo assim o jogador retorna do ponto onde saltou de forma errada facilitando muito as coisas. 

Terminada a fase fica a disposição do jogador outro nível e o nível já jogado ganha duas ou mais formas de ser re-jogado além do modo história, a primeira fase, por exemplo, disponibiliza uma modalidade contra o tempo (disponível em todos os níveis depois de completados) e uma modalidade onde o jogador deve destruir todos os blocos com letras em um curto espaço de tempo. Além dessas missões opcionais todos os níveis possuem itens a serem coletados que servem para enfeitar o “menu” do jogo além de garantir pontos extras e novos troféus. Vale ressaltar que cada fase é jogada com um personagem diferente, algumas vezes eles se repetem, e também funcionam de forma diferente, elas são poucas e podem ser terminadas em questão de poucas horas mas a mudança na jogabilidade de uma para outra garante a diversão.



As missões do Woody são baseadas no seriado do personagem, um episódio chega a aparecer no segundo filme, quem assistiu deve lembrar da imagem em preto e branco e os personagens presos por cordas como marionetes. O jogo retrata perfeitamente esse seriado com as mesmas características, marionetes e imagens em preto e branco, o objetivo de Woody é sempre ir de um lugar a outro montado no Bala no Alvo desviando de obstáculos. As fases sempre começam com um grupo de animais relatando a Woody algum problema que deve ser resolvido imediatamente, a jogabilidade é em plataforma 3D com visão lateral, o jogador tem como objetivo saltar e se abaixar para desviar de obstáculos que vão aparecendo pelo caminho, há momentos em que se deve usar um estilingue para derrubar inimigos apertando o botão que aparece na tela e outros onde deve-se apertar repetidas vezes o mesmo botão para fugir de algum objeto que venha há perseguir o jogador. Parece bem simples, mas mesmo sendo fácil pode render um pequeno desafio conseguir a medalha de maior valor em todos os níveis que variam apenas de cenário sem mudar a jogabilidade. No final o jogo se baseia na quantidade de vezes que o jogador caiu para lhe dar uma medalha, para conseguir a medalha de maior valor é necessário terminar a fase sem cair nenhuma vez do cavalo o que pode agradar aqueles que gostam de um bom desafio.


As missões do Buzz são baseadas no vídeo game que Rex aparece jogando no segundo filme logo na cena inicial. Buzz deve impedir os planos de Zurg, e para isso você pode usar tanto os golpes de caratê quando o raio leaser para destruir os inimigos e armadilhas. A jogabilidade lembra um game de aventura linear com momentos onde Buzz deve voar e esquivar de alguns obstáculos. Infelizmente mesmo havendo inimigos aqui ainda não há um medidor de saúde, Buzz morre se for atingido por um tiro, explosão ou se cair de um plataforma, e assim como na campanha principal o jogador volta próximo ao local onde cometeu o erro. No final da fase é contado o número de vidas que o jogador recolheu durante a fase e assim como nas missões do Woody o jogador é premiado com uma medalha de acordo com seu desempenho.

As 2 missões com os Extraterrestres são as mais criativas, eles devem se basear no vídeo game do Buzz também, e mostram como os pequenos seres verdes trabalham em equipe paar ajudar Buzz em suas aventuras. A visão é em terceira pessoa com a câmera fixa atrás do personagem, no cenário ficam visíveis 3 caminhos em linha reta e um extraterrestre em cada um deles, o objetivo é levar os 3 até o final de cada caminho, e é aí que entra o trabalho em equipe. Os personagens podem apenas andar, saltar e ativar botões e alavancas, existem dezenas de armadilhas no caminho e para superá-las é necessário a ativar os tais botões e alavancas que sempre estão no caminho de outro extraterrestre, conclusão, você deve ir alternado entra os três ETs para ir liberando caminho e ir avançando com todos eles gradualmente. No final o jogo conta quantas vezes o jogador trocou de personagem e assim como nas outras fases opcionais o desempenho rende medalhas.


A parte técnica do jogo me não decepciona, os gráficos são bons, representando bem os personagens e cenários e estão acima da média. A parte sonora aparece nas horas certas e se parece muito com as musicas dos filmes, os controles são bem simples e precisos, não são usados muitos botões o que facilita na hora da diversão.

Toy Story possui fãs no mundo inteiro, nos cinemas estreou seu ultimo filme e junto estreou talvez o ultimo game do PS2, quem é fã da serie de filmes não pode deixar de jogar, mesmo sendo extremamente fácil chegar ao final da campanha principal e também das fases opcionais a diversão é garantida não importando a sua idade ou seu nível de experiência em vídeo games. Existem diversos itens para colecionar, troféus para destravar e conseguir nível máximo em todas as fases opcionais é um grande desafio garantindo umas boas horas de gameplay. Mesmo sendo poucas em relação a outros games e se torna um titulo recomendado também a quem não gosta ou não conhece todos os filmes.

Pontos positivos:
·         Bons gráficos.
·         Fases criativas.
·         Modos de jogo opcionais.
·         Muitos itens e extras para coletar.

Pontos Negativos:
·         Dificuldade baixa.
·         O fato de ser extremamente curto.
·         Um modo cooperativo não teria feito mal a ninguém.

Notas:
-Gráficos: 9
-Parte sonora: 9
-Jogabilidade: 10
-Diversão: 9
-História: 9
-Replay: 9

Nota Geral: 9

Ps: Infelizmente não há imagens na internet da versão de PS2 então tive de improvisar, todas as imagens, com excessão da capa, foram feitas com a câmera do meu celular. Espero que consigam ter uma ideia do game a partir delas, lamento a qualidade baixa. Peço desculpas também pela demora para postar, estou com sérios problemas na internet.

Minggu, 19 Desember 2010

Toy Story 3 (Primeiras impressões)






Primeiro eu queria pedir desculpas por ter ficado um tempo sem postar, tive de estudar muito pra passar de semestre e parece que deu em alguma coisa. Agora que estou de férias resolvi comprar novos games, entre os jogos comprados está Toy Store 3 e eu venho trazer minhas primeiras impressões sobre esse que pode ser o ultimo grande lançamento do nosso eterno console.



Ao colocar o DVD pra rodar eu temia me decepcionar com o game, mas logo no menu vemos que o game possui bastante criatividade, depois de escolher entre New game e Load game a camera atravessa um quarto e mostra diversos brinquedos do filme até chegar a parte de baixo da cama, onde parece haver uma especie de base dos próprios brinquedos. Conforme navegava entre as opções a camera apontava pra outros cantos da "base dos brinquedos". A história principal é contada através de um livro pintado a mão, as outras opções são:
  • Um video game: Acessa as missões opcionais do Buzz Lighyear.
  • Uma TV em preto e branco: Acessa as missões opcionais do Woody.
  • Um cantinho com 3 extraterrestres(todo mundo lembra daqueles chaveiros do filme né?): Não posso dizer bem o que é porque essa foi a unica modalidade que não joguei.
  • Dentro de uma caixa onde está o Porquinho: Essa é a seção de extras do game, nela dá para comprar videos, artes do game e até cheats.
  • Uma maleta: Mostra os trofeus liberados.
  • O Livro que ja foi citado e fica ao lado do Rex.
Então vamos ao que intereça, gameplay. A primeira fase do modo história mostra Woody atravessando o deserto atrás de um trem que está para cair do penhasco, isso enquando tenta fugir de uma nave espacial rosa em formato de porco e é ajudado pelos ETs dentro de um carro convercivel. Bem louco né? Pelo que entendi essa seria uma brincadeira de Andy com seus brinquedos, sinceramente eu retornei a minha infancia quando vi as coisas mas loucas acontecendo de forma que parecia até um filme de ação dos mais exagerados. A fase começa com Woody em pé ja no trem, o que mais me preocupou quando comecei a jogar foi que não havia barra de vida e de fato não há inimigos na fase, woody até pode realizar ataques com o chicote mas somente para destrir barris e blocos com letras. Seu objetivo é ir de um lado a outro do trem passando por vários obstaculos bem ao estilo dos adventures em 3d, saltar plataformas, se pendurar em beiradas, esquivar de objetos que vão de um lado a outro, nada de novo para quem gosta do genero.


A parte tecnica do jogo me pareceu muito boa a primeira vista, os gráficos são bons representando bem os personagens e cenários e estão acima da média. A parte sonora é bem sutil e se parece muito com as musicas dos fimes, os controles são bem simples e precisos, não são usados muitos botões mas isso não chega a deixar o jogo monotono.



Logo depois de fazer as duas primeiras fazes do modo história fui confirir as missões do woody e o game mudou completamente de figura, aparentemente essa missões são feitas para parecer o seriado do personagem Woody com direito a tela em preto e branco e personagens presos por cordas. Diferente do modo história essa primeira fase se jogava como um game de plataforma 2D com Woody montado em seu cavalo, o objetivo é saltar e esquivar de obstaculos passando até por uma cena onde woody usa seu revolver para derrubar alguns bandidos e o jogador deve acertar os botões que aparecem em cima dos bandidos para acerta-los. Nada de muito surpreendente mas divertido e desafiador, eu só terminei esa fase depois de morrer 13 vezes, e no final é dado uma medalha de acordo com o número de mortes, com as minhas mizeras 13 mortes o game me deu a ultima medalha de uma fileira com 5 ou 7 XD.

Depois fui dar uma olhada nas missões do Buzz e me pareceu ser a mais divertida, aparentemente essas seriam fases do game que o Rex aparece jogando no segundo filme. Buzz aterriça no planeta de Zurg com o objetivo de parar um robo gigante, para isso você pode tando usar os golpes de caratê quanto o raio leaser. Assim como a campanha principal o game é um tipico adventure porém com inimigos e cenas onde a jogabilidade muda drasticamente para tornar a coisa mais empolgante. Infelizmente essa fase também não tem barra de vida e Buzz morre se for atingido por um inimigo retornando próximo ao local onde morreu e há apenas um contador com o número de vidas que o jogador tem e muitas vidas para pegar pela fase. Assim como na missão com Woody no final é contado o seu desempenho, porem não pelo numero de mortes e sim pelo número de vidas com que você terminou a fase, nessa eu consegui a 3° medalha da fileira :)

Depois disso resolvi dar uma olhada nos trofeus e notei que já havia liberado alguns por ter coletado todos os itens escondidos no modo história e por ter ganho as medalhas nas missões opcionais. Fui conferir então a primeira fase do modo história e haviam dois novos modos de joga-la de novo, contra o tempo e em uma modalidade onde o objetivo era destruir todos os blocos da fase em 1 minuto, ambas são um pouco divertidas e até mesmo faceis mas acho que só serve para ser jogado por quem gosta de colhecionar trofeus assim como eu.

Depois de jogar algumas poucas horas do game eu posso diser que ele é bem divertido e pode ser que consiga segurar a barra até o final sem se tornar uma experiencia forçada, eu acho que ficou faltando uma barra de vida mas pelo que me parece o esquema de fases muda de nivel para nivel então é dificil saber o que me aguarda.