Kamis, 05 Mei 2011

Analise: Formula One 2006


Desenvolvimento: SCE Studio Liverpool;
Publicação: Sony Computer Entertainment;
Plataforma: PS2 e PSP;
Lançamento: 28 de julho de 2006;
Gênero: Corrida;
Modos de jogo: Single Player e Multiplayer
Classificação: ESRB: 10 +


Entre de cabeça na Formula 1

Os games de Formulá 1 tem um histórico de baixa qualidade, mas não podemos incluir o F1 2006 nessa história. O game retrata a temporada de 2006 da categoria de automobilismo mais renomada e rica do mundo. Inicialmente o que nós mais procuramos num game como esse é a simulação, que ele se parece e nos traga a mesma emoção do real. Pois é ai que nos decepcionamos e vemos que o game esta longe disso. Mas em Formule One 2006 embora traga um gráfico desatualizado mesmo para é época, traz pelo menos um pouco de emoção, muito mais do que os seus inúmeros antecessores.



Vamos direto ao ponto, a jogabilidade não é tão realista mas traz uma sensibilidade "parecida com a real", a condução deve ser feita com atenção e cuidado, brecar perfeitamente nas curvas e saber onde acelerar. No passado muitos ao tentar jogar um jogo como esse logo de cara desistia, pois conduzir carros de Formulá 1 parecia impossível, em Formula One 2006 podemos desfrutar dezenas de auxiliares de condução, iniciando por sistema de freio automático, super estabilidade do carro, caso ele gire retorna sozinho a pista, ante derrapagem, e até mesmo um circuito virtual que fica sobre a pista mostrando onde devemos brecar, mirar e acelerar o carro, ou seja é um quase "dirige sozinho". O que também ajuda ao jogar se acostumar com a direção do carro são os inúmeros testes do modo carreira, mas falarei disso mais a frente.

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As câmeras do carro são as mesmas de sempre, mas podemos dar um credito extra a câmera coloca a frente capacete do piloto, dando uma ótima visão do volante. O Painel do jogo nos mostra o básico, começando com as duas opções de GPS uma dinâmica que da enfeze ao ponto em que estamos no circuito, e uma outra que mostra todo o traçado com a separação de cada setor. Também existem dois tipos de velocimentro, um analógico com ponteiro, e outro digital com as marchas e rotações do motor. O Painel também nos mostra a posição em que estamos (obvio, todo jogo de corrida tem isso), o tempo em cada setor, se foi melhor ou pior, o combustível, e o estado do carro.

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O sistema de danos do carro é simples, porem até que é realista, entrar na traseira de um carro pode significar a perda de um bico, asa dianteira ou até mesmo uma roda, tornado o carro inguiável. Basta dar uma passada nos boxes para dar um acerto no carro, para cada coisa que for feita no pit stop e necessário que um botão seja pressionado, algo parecido com aqueles sequencias de golpes automáticas do God of War. Lembre-se que quanto mais rápido apertar menos será o seu tempo de box. Durante uma corrida grandes danos podem significar abandono da corrida. Podemos também antes da corrida escolher se queremos que haja uma possível falha nos componentes do carro ou não, dando mais realismo ao jogo.

Antes das corridas podemos mudar inúmeras opções, sejam elas para o carro ou para a corrida. Podemos podemos escolher a dificuldade primeiramente, pode ser Fácil, Médio ou Fifícil, quanto maior a dificuldade menores serão os tempos dos adversários, e não pense que eles darão passagem facilmente, pois a inteligência artificial dos pilotos também aumenta, também pode-se alterar a duração da corrida, onde escolhemos uma porcentagem com base numa corrida normal, se queremos danificação, desgaste do pneu, combustível, ou até mesmo uma possivel falha de componentes do carro, podemos até mesmo colocar volta de aquecimento/apresentação e podium.

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Na primeira vez que entramos no jogo criamos o nosso perfil, colocando o nosso nome, escolhemos a aparência do nosso piloto, podemos mudar a cor, face, cor do capacete e pais na natal.
Agora os modos de jogo, começando pelo modo Carreira, usaremos o perfil criado no começo. No inicio podemos escolher a dificuldade da nossa carreira, isso inclui corridas, testes, admissão e promoção para piloto numero um. Depois que escolhermos a dificuldade, vamos ao recrutamento podendo optar por três escuderias de classe baixa para começarmos a carreira, sendo que se deve passar por um teste de tempo em cada uma delas para entrar. Com base na dificuldade escolhida no começo os testes para se tornar um piloto pela esconderia que optou são mais difíceis, e em maior numero, se falhar em muitos será mais demorado para se tornar um piloto numero um e disputar campeonatos, mo inicio da carreira somos pilotos de testes, avaliando carro em diversas situações, sempre devemos fazer um menor tempo do que o tempo estipulado pelo jogo. A medida que disputar os campeonatos, novas e melhores escorias vão te chamar dando continuidade a carreira. Também é claro podemos jogar de com 2 ou mais jogadores.
Também podemos jogar no modo campeonato onde apenas escolhemos um piloto sem compromisso com carreira. E um modo para uma corrida amistosa.


Durante os campeonatos antes de cada corrida podemos participar de três treinamentos para se acostumar com a pista ,e melhorar os tempos. Depois vamos a qualificação para se classificar no grid de largada.
Seja nos testes ou na qualificação podemos mudar as configurações do carro, adequando-o as pistas, podemos também avançar o tempo durante eles para ver os tempos dos outro pilotos e compara-los com os nossos.

Aqui esta um quesito em que o game perde um pouco "potência", os gráficos. Os cenários a primeira vista parecem ter um boa aparência, principalmente no que esta em primeiro plana. Mas dando uma olhada melhor podemos notar que os prédios, casas e arquibancadas são simples na realidade. Porem o que nos salta os olhos foi mais bem preparado, um exemplo são as arvores trazem um belo efeito de luz do sol das folhas. Já os carros dão um show a parte, trazem texturas bem feitas sem muitos exageiros. O efeito de velocidade também foi muito bem trabalhado, embasando a tela nas pontas, deixando o cenário "um pouco mais realista". Em dias de chuva podemos notar as gotículas de agua na tela, e os reflexos dos pneus aumentarem.   

A parte de áudio também foi bem trabalhada, este game trouxe o ronco dos motores o mais proximo do real, sem contar o Formule One 2010 é claro. Algo que chama atenção e que ajuda muito nas corridas é o técnico ou engenheiro (não sei bem o que ele é XD) que sempre esta falando seus tempos, as posições dos outros pilotos, o estados dos pneus, e se ouve acidentes da pista, pedindo para que não ultrapasse, lembrando que podemos deixar o jogo todo em português inclusive as narrações (Apenas na versão Européia).


AI dos outro pilotos também foi muito bem trabalhada, melhora dependendo da dificuldade escolhida por você, no Fácil eles "vão tirar o pé", vão dar passagem com mais facilidade também. No Médio a coisa piora um pouco, e já no Difícil pode esperar um grande desafio, os pilotos agora não vão dar passagem com tanta facilidade. Outra coisa que é interessante é que como um piloto normal, eles também podem cometer erros, dando bandeira amarela no setor do acidente.

O game até que não esta tão desatualizado 
confira uma lista com pilotos e circuitos presentes no jogo:


Escuderias e Pilotos

Renault F1:

Fernando Alonso
Giancarlo Fisichella

McLaren Mercedes:

Kimi Räikkönen
Juan Pablo Montoya

Scuderia Ferrari:

Michael Schumacher
Felipe Massa

Toyota F1:

Ralf Schumacher
Jarno Trulli

Williams F1:

Mark Webber
Nico Rosberg

Honda F1:

Jenson Button
Rubens Barrichello

Red Bull Racing:

David Coulthard
Christian Klien

BMW Sauber:

Nick Heidfeld
Jacques Villeneuve

Midland F1:

Tiago Monteiro
Christijan Albers

Scuderia Toro Rosso:

Vitantonio Liuzzi
Scott Speed

Super Aguri:

Takuma Sato
Yuji Ide

Circuitos

Grande Prêmio do Bahrain - Sakhir

Grande Prêmio da Malásia - Sepang

Grande Prêmio da Austrália - Albert Park (Melbourne)

Grande Prêmio de San Marino - Imola

Grande Prêmio da Europa - Nürburgring

Grande Prêmio da Espanha - Barcelona

Grande Prêmio de Mônaco - Monte Carlo

Grande Prêmio da Inglaterra - Silverstone

Grande Prêmio do Canadá - Île Notre-Dame (Montreal)

Grande Prêmio dos Estados Unidos - Indianapolis

Grande Prêmio da França - Magny Cours

Grande Prêmio da Alemanha - Hockenheim

Grande Prêmio da Hungria - Budapest

Grande Prêmio da Turquia - Istanbul

Grande Prêmio da Itália - Monza

Grande Prêmio da China - Shanghai

Grande Prêmio do Japão - Suzuka

Grande Prêmio do Brasil - São Paulo

A emoção do automobilismo faz forte presença na Formula 1 e poucos games baseados na categoria conseguem retratar isso,  Formule One 2006 consegue passar parte disto, todos que ao menos acompanham as corridas de domingo da F1 devem ter este jogo na sua prateleira.
Mesmo sendo desatualizado, mesmo não sendo o máximo de realismo, mesmo sendo de 2006 ainda da pra sentir um pouco o que ser um piloto de formula 1, conduzindo um carro que supera facilmente os 300 km/s.

Prós 

- Jogabilidade bem aprimorada;
- Varias opções para corrida e carro;
- Carros clássicos podem ser destravados;
- Opção de jogar em Português (Portugal); 
- Audio também dublado em Português (Portugal) 
- Não tem a narração do Galvão Bueno XD; 
- Passa a mesma emoção das corridas reais;
- Efeitos sonoros.

Contras 

- Os gráficos durante o jogo estão fracos mesmo pra época;
- Desatualizado, mas nem tanto.

Diversão: 10
Jogabilidade: 9.0
Gráficos: 8.0
AI: 9.0
Áudio: 8.9

Nota Final: 8.9


Rabu, 04 Mei 2011

Análise: Indigo Prophecy

Também conhecido como Fahrenheit
Desenvolvimento: Atari
Publicação: Quantic Dream
Plataforma: Xbox, PlayStation 2, PC, Xbox 360 (2007)
Lançamento: 20 de setembro de 2005
Gênero: Aventura , Suspense Psicológico
Modos de jogo: Single Player
Classificação: PEGI: 16 +


Muito antes do aclamado Heavy Rain dar o que falar nos consoles, nosso querido console recebeu "Indigo Prophecy".
A trama gira em torno de Lucas Kane, um cara normal, com problemas normais até cometer um assassinato em um banheiro de um restaurante. A partir desse momento, os problemas do personagem só aumentam. Algo muito além do controle de Kane está acontecendo à sua volta e cabe a você ajudá-lo a descobrir o que está acontecendo.
Ao contrário dos jogos convencionais, durante esse jogo você controlará três personagens para desvendar o mistério em que Kane está envolvido.






Não é um jogo qualquer. Na verdade, nem é um jogo!
Sim, caro leitor. Esqueça a idéia de um jogo convencional. Indigp Prophecy é um filme interativo, no qual suas decisões com qualquer um dos três personagens principais afetará o desenrolar da trama.
Mas antes de você se perguntar como se joga isso, eu explico: Lembra dos velhos point and clics? Pois é, Indigo Prophecy tem essa essência saudosista. O jogo baseia-se na interação do personagem com o cenário e demais integrantes da cena.
O clima cinematográfico predomina durante toda a trama, principalmente nos ângulos de câmera. Você acompanha mais de uma "tela" em determinados momentos.
Claro que não se compara com o seu primo rico, Heavy Rain, mas é um tempo muito bem gasto, principalmente pelo nível de imersão na trama. Em alguns momentos é quase hipnótico.


Jogando com os sentimentos
Sim, eu sei que esse título soa meio esquisito, mas ele define muito bem o que acontece durante o jogo.
Todas as ações realizadas refletem diretamente na barra emocional do personagem (que funciona como uma barra de life).  Uma ação desmedida fará sua barra emocional diminuir, enquanto uma ação correta enche alguns pontos dessa barra.
É VITAL que essa barra não chegue a zero, pois isso acarreta não temido game over. O personagem simplesmente irá desistir de tudo, podendo até cometer suicídio. Claro que durante o game, você pode fazer coisas comuns do cotidiano para auxiliar o personagem a descarregar a tensão acumulada durante a história. (aqui entram atos como beber água, comer, praticar exercícios).


Pense rápido
Apesar de ser um filme interativo, Indigo Prophecy não é um jogo maçante. E isso é graças aos diversos Quick Time Events presentes no jogo. Realizar algumas ações exige uma certa perícia com o controle, pois os QTE acompanham a ação, ou seja, durante uma tarefa simples, eles são lentos; já para os momentos mais frenéticos, prepare-se!

Opa, não era aí que eu queria ir
Como nem tudo nesse mundo são rosas, Indigo Prophecy também tem seus problemas...ou melhor SEU problema: a movimentação dos personagens.
É muito comum você se perder nos comandos quando há uma mudança de câmera. Com o tempo isso fica até um pouco irritante.

É um jogo eterno?
Sem sombra de dúvidas! Indigo Prophecy revolucionou todos os conceitos sobre jogos ao transformar o que poderia ser uma simples experiência em frente ao console em um épico para o PS2.

Avaliação

Gráficos: 10
Som: 10
Jogabilidade: 7
Diversão: 10

Geral: 9


Jumat, 29 April 2011

Analise: Crash Bandicoot


Crash Bandicoot Boxshot
Desenvolvimento: Naughty Dog
Publicação: Sony Computer Entertainment
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 9 de setembro de 1996
Gênero: Plataforma
Modos de jogo: Single Player
Classificação: ESRB: Kids to Adults (K-A)



"Pular pelas plataformas, quebrar caixas e pegar Wumpas"


Chegou a hora de relembrar um jogo que realmente fazia a diferença jogar, estou falando de Crash

Crash veio em uma época onde muitos jogadores ainda ficavam de queixo caído ao ver os gráficos 3D que começavam a tomar conta do mundo dos games na epoca, o que parecia ser décadas melhor do muitos jogadores tinham acesso, falo de Mega Drive ou SNES, onde os jogos em sua maioria eram em plataforma. Partindo desse propósito Crash tráz um modo cativante de jogo que só podia ser encontrada em jogos como Sonic ou Mario, e conseguia prender famílias inteiras na frente da TV a cada um das fases desafiadoras que o jogo trazia.




Neo Cortex e Doutor Nitrus Brio são cientistas loucos, e planejam destruir o mundo transformando ou criando animais mutantes, e maldosos. Nitrus Brio avisa a Cortex que o protótipo chamado Cortex Vortex pode apresentar problemas ao transformar algum animal.Cortex não lhe da ouvidos e tenta usar a maquina em Crash, mas ele é rejeitado pela maquina.Crash então escapa do castelo, mas deixando sua namora Tawna preza no castelo, então cabe a ao novo herói retornar e salvar a sua namorada.


Ao começar no jogo e depois de cada fase o jogador tem acesso ao mapa que mostra onde Crash se encontra nas Ilhas N. Sanity, e nele mostrando o local das fases e o caminho que Crash deve seguir até o castelo. Existem no total 32 fases sendo que 6 são chefes, e 2 fases secretas, que são habilitadas durante o jogo, isso sem contar com fases bônus.

Durante as fases sem considerar chefes, podem ser encontradas as Frutas Wumpa. Essas frutas servem para dar vida, quando coletadas 100 delas uma vida é adicionada. Isso é uma tarefa simples que com a ajuda das caixas que podem conter diversos itens úteis, como Wumpas, figuras que servem como moedas coletáveis que, que quando juntas podem alcançar os Bônus de fase. As figuras são: Dr. Neo Cortex, no jogo podem ser encontradas apenas 2 e servem para abrir as fases secretas, Dr. Nitrus Brio e Tawna; levam a fases bonus onde se concluídas com êxito dão a oportunidade do jogador, salvar jogo ou ver o password da fase onde o bônus foi concluído. Existem as figuras do Crash que quando pegas dão 1 vida e as Máscaras do Aku Aku, que servem como proteção caso ele seja atingido por alguma coisa, se Crash já estiver com uma máscara, ela se soma a já existente e ganha uma de cor brilhante dando proteção dupla, e se mais uma for pega a máscara Aku Aku se encaixa no rosto de Crash e assim formando não só proteção perfeita, como poder destruir as caixas com toque, a máscara de nível 3 é temporária, e ao fim do tempo retorna a fase 2 de Aku Aku.



Os gráficos de Crash parecem trazer alguma influencia dos cartoons americanos, onde se pode notar que muitos dos personagens tem um corpo pequeno em relação a cabeça. Graficamente os cenários são realmente muito bem feitos, como por exemplo, a natureza nas fases de floresta onde pode ser notados belos efeitos de agua,e uma folhagem bem detalhado. Nas fases onde a lugares escuros, como templos ruinas ou cavernas, podem ser notadas teias de aranha ou morcegos. Tudo sempre combinando com os ótimos cenários oferecidos pelo jogo.
A câmera 2D que entra em cena em algumas fases torna a jogabilidade mais intuitiva, onde alguns gráficos favorecem, por terem uma interface 2D.



As musicas de fundo são cativantes e sempre parecem combinar perfeitamente com o estilo da fase, os efeitos sonoros são simples, mas nunca repetitivos como quando for destruir as caixas os sons vão ganhando outros tons.

Chefes, e inimigos:

Os chefes são uma diversão aparte, sempre a uma forma diferente de derrota-los.Cada um vai com o tema das fases anteriores a ele:

Papu Papu: Papu Papu e o cacique de sua tribo, ele é humano, então não é perverso, mas Crash deve passar por ele para avançar, Papu tem um bastão e com ele gira para se defender, dentro de sua redonda cabana, mas como é muito gordo e lento e fácil de ser atingido.

Ripper Roo: Ripper Roo é um experimento, realizado na máquina Vortex Cortex. Ele é um cachorro azul maluco e esta com camisa de força e salta loucamente na sua cachoeira, onde existem plataformas.

Koala Kong: Koala Kong é uma mistura de Macaco com Koala, como é uma criatura extremamente forte, atira pedras contra seus inimigos. Ele se encontra dentro de uma Mina de Carvão, certamente é mais um dos experimentos de Cortex,

Prinstripe: Um rato estilo Gângster antigo, escolhido por Cortex para proteger a área chamada de Cortex Power na Ilha Cortex ( A ultima de 3 ilhas). Prinstripe tem nas mãos uma metralha, e com ela causa caos por onde passa.

Dr. Nitrus Brio: Parceiro de Cortex e muito parecido com ele. Dr Nitrus Brio na batalha contra Crash toma uma de suas poções e se transforma em uma criatura grande e extremamente forte.

Dr. Neo Cortex: O vilão principal parece pequeno e indefeso, tem uma grande cabeça com um N na testa e um pequeno corpo, mas com a sua genialidade consegue fazer coisas grandiosas, como na batalha final, cria uma mochila ajato e ataca com bolas de eletricidade para derrotar Crash, mas como de costume um difícil chefe, e o herói sempre vence.


Crash é um ótimo jogo e foi um divisor de águas e muitos jogos foram inspirados nele, e infelizmente a serie foi esquecida pelos próprios produtores, e hoje são poucos os jogos atuais que trazem essa proposta.

Prós:

- Muitas fases

- Os Sons são ótimos

- Os personagens e história, cativantes

- Belos cenários

Contras:

- Para salvar o jogo deve-se concluir as fases bônus

Diversão: 10
Áudio: 8,0
Jogabilidade: 9,0
Gráficos: 7,5

Nota Final: 8,7

Kamis, 28 April 2011

Apoio ao #precojusto

Nos do Blog Playstation 2 Eterno estamos apoiando a campanha preço justo que visa a diminuição dos preços de produtos eletrônicos importados devido aos INÚMEROS IMPOSTOS cobrados no território brasileiro. Vejam a seguir um trecho de uma postagem do site http://www.gamevicio.com.br que explica um pouco da campanha preço justo.

"A campanha pretende mobilizar grande parte dos internautas e conseguir um determinado número de assinaturas no site dedicado ao projeto, para, futuramente, entregar os resultados aos superiores da política.
 No geral, a campanha aborda a grande taxa de impostos cobrada sobre cada produto importado que é vendido aqui no Brasil. Como um dos exemplos, é citado o console PlayStation 3, que enquanto no exterior é vendido pela média de R$500 reais, aqui no Brasil o preço é o quádruplo disso. Além dos jogos, os filmes também são citados, bem como aparelhos eletrônicos.
 Segundo uma pesquisa feita no ano retrassado, dessa lista, os mais afetados são justamente os games, que figuraram na 6ª posição dos produtos mais taxados em nosso país."

O conhecido usuário do youtube Felipe Neto também apoiá o preço justo e pede aos seus seguidores que participem.

Veja abaixo o video postado por ele:



Nos do blog esperamos que você participe pois todos estamos cansados de pagar um preço abusivo em produtos de fora.

Para participar você só precisa preencher 3 campos, um com seu nome outro com seu CPF, e o ultimo com seu email, no site oficial da campanha http://www.precojustoja.com.br/.

O que você acha desse campanha ? Vai apoiar ? Esperamos o seu comentários sobre o #preçojusto.

Participem !!!

Rabu, 27 April 2011

Analise: Medal of Honor: Frontline



Desenvolvimento: EA Games
Publicação: EA Games
Plataforma: Xbox, Ps2, PS3(2010), Game Cube. 
Lançamento: 17 de Junho de 2002
Gênero: First-Person Shooter
Modos de jogo: Single Player
Classificação: ESRB: T

Um dos melhores e mais cativantes jogos de guerra. 

Vamos voltar ao ano de 1940 durante a Segunda Guerra Mundial, entrando na pele de Jimmy Patterson.






Em Frontline Lt. Jimmy Patterson tem o objetivo de capturar um protótipo chamado Horten Ho 229. O Ho IX , como é referido no jogo, foi o primeiro avião de guerra a ser impulsionado por um motor a jato, com um desenho de asas completamente diferente do que se tinha na época, o modelo poderia atingir altas velocidades, superando qual quer outro avião da época. Barão Rudolph Von Ulbricht Sturmgeist é o comandante da unidade em que o Ho IX está sendo projetado e fabricado, o lugar e fortemente protegido.Vários outros informantes e soldados desempenham um papel em várias missões, Jimmy Patterson deve passar por todos para encontrar o caminho do HO IX. Porem uma guerra fervorosa o separa de seu objetivo, e devemos passar por todas as missões e conquistar as melhores medalhas.





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O inicio do jogo é bastante conturbado e bem cinematográfico, as barcas levando os soldados estão chegando perto da praia e o exercito inimigo fortemente armado deixa poucos soldados vivos em meio a água. Quando Jimmy é derrubado do pequeno barco, podemos ver um belo efeito de agua embora seja simples mesmo para os padrões da época. Da para notar as balas dentro d´agua atingindo os saldados e outros guerreiros seguindo em frente no fundo do mar.  
O gráfico das armas ainda é simples, tem texturas básicas e sem muitos reflexos deixando os equipamentos quase foscos. Já os cenários receberam um acabamento cinematográfico, existem deste banquers sendo atacados por dirigíveis e aviões a cidades com casas pela metade, ou uma mansão cheia de símbolos nazistas e cheia de relógios e esconderijos.
Ao atirar contra os vidros podemos notar que vão quebrando dependendo da distancia, deixando a mostra o interno dos prédios, pois anteriormente as janelas e portas sempre foram desenhadas. As faces dos personagem deram um salto de realismo, agora podemos notar o movimento dos olhos e da boca. No geral não podemos esperar muito em gráficos, mas sim em enredo. Durante o jogo não existem CGs apenas filmes da época, são filmes de que retratam bem a guerra. 

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O que pode mais chamar atenção do jogador é o clima de guerra conturbado durante todo o jogo, a forma com que os inimigos são colocados nos cenários não nos deixa tão perdidos, sempre a formas de se esconder. Os cenários como já dito são muito bem trabalhados, são simples e fácil de se esconder. O sistema de missões é bem simples, são geralmente bem longas mas podemos salvar durante a missão, separando-a em varias sub-missões.

No game não uma grande variedade de armas, são metralhadoras, shotguns, pistols, bazookas e alguns tipos de granada, todas armas que estavam presentes na Segunda Guerra. Existem também as Machine Guns, são armas presas ao chão que trazem munição infinita, sempre vão estar do lado do inimigo por isso dificilmente as usaremos nos combates.   
A jogabilidade é parte mais bem trabalha, a precisam da mira aumentou muito, agora podemos dar tiros mais precisos sem sambar muito com a mira. 
O painel do jogo nos mostra uma bússola que não serve para basicamente nada apenas para nos orientar nas direções em relação ao norte. Envolta dela existe um "barra" de sangue, e dentro da bússola podemos ver de onde vem os tiros, assim podemos saber de onde estão os inimigos, bem inovador pra época. Também como em todo FPS podemos ver o numero de munição que ainda resta para cada arma. Algo que embora seja bem simples mas cativante são os objetivos que temos de realizar para passar de missão. Quanto mais objetivos completos melhores medalhas podemos conseguir.  

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A parte de áudio também chama a atenção, na época os jogos de 32 bits mal tinham sons 3D, isso foi acrescentado no Frontline. O som das balas batendo nas paredes são muito realistas e cinematográficos. O que chama atenção são as musicas de fundo, são geralmente musicas clássicas que contrastam-se com os alarmes que avisam os ataques, dando um clima bélico dão do um tom de terror ao jogo.

A AI dos personagens como em todos os jogos do gênero foi bem feita. Chegam enganar quando meio que fingem que estão pra morrer mas depois voltam atirando em você.

Para concluir essa analise podemos disser que esse game é um clássico, pois podemos disser que mudou o cenário dos FPSs dando um ar de realismo para época. O game se não for mais involvente FPS de ps2 é com certeza um dos mais.  

Prós 

- CGs com filmes reais;
- Cenários muito cativantes;
- O tamanho das missões ;
- A jogabilidade; 
- Objetivos durante missões bem elaborados
- Efeitos sonoros.

Contras 

- Os gráficos durante o jogo estão fracos mesmo pra época;
- Sem um modo multiplayer ;
- O final é decepcionate.
Notas:


Diversão: 10
Jogabilidade: 10
Gráficos: 8.5
AI: 9.0
Áudio: 9.5

Nota Final: 9.4

   


Senin, 25 April 2011

(OFF) TOP jogos mais vendidos em 2010 no Japão

Foi divulgado hoje pela empresa japonesa 'media-creater' uma lista dos 1.000 jogos mais vendidos no japão em 2010.

Confira a lista abaixo de qual console foram vendidos mais jogos no ano e o jogo melhor 'rankeado' do PlayStation 2

-  Console / Total
Nintendo DS - 292

PSP  -  287
PlayStation 3 - 175
Nintendo Wii -198
Xbox 360 - 76
PlayStation 2 - 61
Game Boy - 1

-  Melhor jogo 'rankeado do PlaySatation 2
Posição - 128º
Game - World Soccer Winning Eleven 2010: Samurai Blue Challenge (Konami)
Lançamento - 20/05/2010
Gênero - Esporte / Futebol
Vendidos - 88.178 / 88.178 cópias


Minggu, 24 April 2011

A HISTÓRIA DO PLAYSTATION 1 PARTE 3: O LEGADO

Chegamos ao final da matéria sobre a história do Playstation 1 com a terceira e última parte, domingo e quinta-feira passados eu postei respectivamente a primeira e segunda parte que falavam sobre a origem e a ascensão do console, sua revolução e a batalha contra as concorrentes Sega e Nintendo que o levou a sua liderança na indústria de games. Agora, a terceira parte irá mostrar o legado que o Playstation deixou para a indústria de games, resultando em consequências que mudaram para sempre a ''cara'' dos jogos eletrônicos e o mercado de consoles.




PARTE 3: O LEGADO


Com o fim da Segunda Grande Guerra dos consoles e a vitória da Sony sobre as até então líderes Sega e Nintendo, ela passou a desencadear profundas transformações no mercado mundial de games. O grande avanço tecnológico trazido pelo PS1 e a apresentação luxuosa de seus grandes hits tiveram duas importantes consequências. Em primeiro lugar, tornaram a produção de jogos para consoles mais parecidas com a de jogos para PC. Criar jogos para NES, SNES ou Mega Drive era uma atividade bastante especializada, na qual era preciso fazer o melhor possível com CPU e memória limitada, além de calcular bem o uso de espaço nos pequenos cartuchos. Por outro lado, a criação de jogos para PC sempre foi mais aberta, dando mais espaço a liberdade criativa e ao uso generoso dos recursos do sistema. Exemplos disso são jogos como Myst, tecnicamente bastante simples, mas com enorme mérito artístico. Jogos assim só eram possíveis no PC, mas se tornaram viáveis também num console doméstico, o PS1. Isso atraiu dezenas de novos desenvolvedores de jogos para o mercado de consoles e ocasionou a migração de desenvolvedores norte-americanos e europeus para o PS1.
Final Fantasy 7, Metal Gear Solid e Resident Evil: jogos que mudaram para sempre a indústria de games, graças a liberdade e revolução tecnológica do Playstation.


A outra consequência tem a ver com a natureza da Sony como empresa. A Nintendo desenvolveu uma forte personalidade para seus consoles, jogos e mascotes, como Mario e Pokémon. Eram consoles e jogos feitos para crianças e adolescentes, mas que a família inteira poderia curtir. Essa identidade limitava um pouco as opções das outras empresas que produziam jogos, obrigadas a se policiar quanto á violência e a conteúdos adultos. A Sony sempre foi uma fabricante de produtos eletrônicos. No lugar de artistas, como na Nintendo, ela tem engenheiros. Portanto, não forçava uma identidade para o Playstation, exceto a de que ele era o ''console obrigatório'', por sua tecnologia, pelo apoio das softhouses e pela grande variedade de jogos que oferecia. As empresas se sentiram livres para criar jogos mais sérios e sofisticados, como Metal Gear Solid, Gran Turismo e Parasite Eve, que destoavam do estilo que a Nintendo impunha. Sendo assim, a geração de adultos que cresceu jogando Atari, NES e SNES sentiu-se novamente atraída pelos videogames, que já não eram mais ''apenas coisa de criança''. O maior mérito da Sony e do Playstation talvez seja este: os videogames passaram, finalmente, a ser aceitos como uma forma legítima de diversão para todas as idades e também como uma forma de expressão da arte, assim como o cinema.


A partir daí, com a entrada em massa de jogadores adultos no mercado, mais aqueles que já cresceram acostumados aos games, a idade média dos jogadores subiu sensivelmente, sendo hoje de 28 anos nos EUA.