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Jumat, 04 November 2011

Análise: MediEvil

MediEvil Boxshot
Desenvolvimento: SCE Cambridge Studio
Publicação: Sony Computer Entertainment
Plataforma: PlayStation e PlayStation Network
Lançamento: 1 de outubro de 1998 (PS3 2006)
Gênero: Plataforma
Modos de jogo: Single Player
Classificação: ESRB: Teen

Aboboras vivas, bruxinhas, mortos vivos, cemitérios, vilas, castelos sinistros e um protagonista esqueleto que se desmonta. Medievil é assim bem ao estilo Halloween.

Como estamos em clima de Halloween, irei analisar MediEvil um jogo lançado em 1998 para Playstation 1 que tem a cara do dia das doçuras ou travessuras. MediEvil é um dos games de ação e aventura dos mais envolventes que já joguei, trás um enredo muito caloroso e divertido, se parece muito com filmes de bruxos, com lugares sujos, cheios de teias, aboboras vivas, zumbis que saem de seus caixões bem na sua frente e castelos mau assombrados. O personagem com qual jogamos é Daniel Fortesque, um esqueleto vivo que ressuscitou apos um feitiço lançado pelo mago Zarok o vilão.

Começando pela história 

Cem anos se passaram desde que Zarok, um mago maligno tentou conquistar Gallowmere (1286). Na batalha contra o poderoso mago, muitos cavaleiros morreram, entre eles estava Sir Daniel Fortesque.
Desde a grande batalha uma lenda criada pelo rei dizia que Sir Daniel havia derrotado Zarok, ao invés de ter morrido, salvando assim Gallowmere do bruxo maquiavélico. Mas, na realidade Daniel era covarde, e por ser capitão da guarda cavaleira de Gallowmere tinha de batalhar contra a sua vontade, Sir Daniel acabou sendo o primeiro cavaleiro morto, antes mesmo da batalha começar, com uma flechada no olho.     
No entanto, agora, exatamente cem anos depois Zarok está de volta, e com um grande feitiço que só pode ser feito durante o alinhamento dos planetas, criou uma noite eterna, ressuscitou milhares de mortos, transformou os habitantes do reino em zumbis e agora tem um exercito de mortos vivos espalhados por toda Gallowmere. Mas sem intensão Zarok ressuscitou também Daniel, que agora vai tentar fazer o que não conseguiu fazer antes, ser corajoso, vingar seus companheiros de batalha mortos, salvar Gallowmere e seus habitantes desse terrível mal, em um grande ato de heroísmo. Porem Sir Daniel agora é um esqueleto e possui apenas uma armadura velha e enferrujada.



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Mapa das fases
Enigmas e runas para avançar
A jogabilidade de MediEvil é bem simples, mistura aventura, ação, e com um toque de exploração. Para passar as fases o jogador deve coletar as runas (pedras magicas), elas ficam guardadas no inventario (falarei mais sobre ele durante a analise). Essas runas são como chaves que se encaixam em mãos, essas mãos servem como fechaduras, ao colocar as runas nessas mãos as portas se abrem, dando acesso a novas áreas das fases e assim avançando ate o final do estagio, por isso e necessário explorar bem todos os lugares. Existem varias runas, elas são: Chaos (vermelha), Moon (azul), Earth (verde), Time (prata), e Star (ouro), assim é possível saber onde colocar as runas, de acordo com a cor das mãos que tem as mesmas cores dessas pedras magicas. Fora as runas que devem ser encontradas pela fase para avançar, existem também os enigmas, estes que são bem simples de se resolver, consistem de achar peças ou partes de algum objeto para completar ou criar algo, acessar alguma areá da fase e encontrar novas runas, assim podendo avançar. As fases que já foram concluídas podem ser refeitas, pois existe um mapa, como é bem tipico nos jogos da época, onde se pode seleciona-las e salvar os dados do jogo. 


Espadas, escudos, e diversos equipamentos para colecionar

Daniel pode coletar durante as fases, vários equipamentos, entre eles estão: espadas, escudos, armas de projeteis, armas pesadas e outros tipos de equipamentos para ajudar a derrotar os monstros. Alguns equipamentos podem ser encontrados nos baús, como o escudo que tem um limite de uso, dinheiro e até mesmo munição pára algumas armas. Conforme os monstros são derrotados, suas almas vão para um cálice, quase todas as fases tem um. Cada monstro soma uma determinada porcentagem, quando esse cálice estiver com 100% das almas o jogador pode coleta-lo, geralmente está em uma areá secreta ou de difícil acesso da fase. Na maioria das vezes todos os monstros tem que ser derrotados para coletar o cálice. O cálice serve como um passaporte para o Hall of Heroes, este lugar é uma especie de salão com uma grande mesa comprida de madeira no meio, e um cálice gigante no centro, igual ao que se pode coletar nas fases. Neste lugar existem diversas estatuas de guerreiros já mortos, ao entregar o cálice com as almas dos monstros para essas estatuas, Daniel ganha novos equipamentos, dinheiro, e novos potes de vida. Coletar todos os Cálices é um desafio a parte para os jogadores que querem aproveitar o máximo do jogo, e ter todas as armas.         



A versatilidade do inventario

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Daniel carregando sua vida
Para acessar o inventário basta apertar Select, no inventario é possível escolher os equipamentos, runas, itens e quais quer tipos de objetos de interação com o jogo, sem ter que entrar no menu, e assim  deixando a jogabilidade mais dinâmica.
Com o em  todo  jogo de ação e aventura  o  personagem que controlamos tem uma barra de vida, para enche-la existem locais na fase onde existe  uma  rachadura no chão, que amana flocos verdes, ao posiciona Daniel  sobre essas rachaduras ele absorve esses flocos e sua vida  é  recarregada  rapidamente, mas entre tanto, esses flocos acabam com o uso constante, dando para carregar pouco mais de quatro vezes  a vida. É possível também estender a vida de Daniel, encontrando potes de vidro, cada um tem capacidade suficiente para encher a barra de vida por completa, estão espalhados pelo jogo e não é muito fácil encontra-los. O dinheiro ou Gold serve neste jogo para comprar munição, armas temporárias como o Club e poderes especiais para alguns equipamentos. Os golds são encontrados dentro de baús e dentro de sacos vermelhos durante as fases, e as lojas são mascaras ou Gárgulas coladas nas paredes.

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Inventario com algumas armas
Gráficos simples e cativantes


Sobre os gráficos podemos começar falando sobre o menu inicial, que é uma viajem em um cemitério, passando por uma teia de aranha, túmulos, uma grande estatua de Daniel e até chegar no local onde se pode criar e dar load nos jogos já salvos, com uma caveira apontando para opção selecionada. Os temas como já dito são bem ao estilo Halloween, cenários cheios de zumbis, aboboras vivas, morcegos, aranhas, e diversos monstros grotescos presentes nas histórias de terror antigas. Os cenários das fases estão bem detalhados, envolventes e bem vivos. As fases não trazem caminhos únicos, são grandes áreas para explorar. Para a época os gráficos estão bem legais, levando em conta que o jogo não é de tão alto custo. Os videos em CG estão muito bem feitos também, mas nada de muito grandioso ou fora do comum.

The Graveyard - Segunda fase do jogo
Musicas adequadas

As músicas do jogo foram muito bem trabalhadas, embora foram feitas com sintetizadores, simulam muito bem grandes orquestras, e caindo como uma luva nas fases adequando perfeitamente com o enredo. Os efeitos sonoros estão bem legais também, posso dizer que são bem variados também pois cada monstro faz um tipo de barulho deferente, ou os ruídos do ambiente.

Conclusão

O jogo é bem divertido e humorado, cativa facilmente o jogador, convidando-o a fechar o jogo, o que não é uma tarefa muito difícil, em pouco mais de cinco horas o game chega ao seu final. Está ai mais um classicão do Playstation que todos que já jogaram devem jogar de novo, e é altamente recomendado aos que ainda não tiveram oportunidade de detonar MediEvil, e para fãs de jogo de aventura e de temas estilo Halloween.    

Prós:

- Muitas armas para pegar;
- Enredo muito divertido;
- Mapa muito bem feito;
- Fases cativantes;
- Bem humorado;
- Difícil de achar um personagem principal tão carismático.

Contras:

- Meio curto.

Diversão: 10
Áudio: 9,0
Jogabilidade: 9,5
Gráficos: 8,5
Enredo: 10
História: 8,0

Nota Final: 9,1

Minggu, 11 September 2011

Análise: Crash Team Racing


CrashTeamRacingNACover.png
Desenvolvimento: Naughty Dog
Publicação: Sony Computer Entertainment e Universal Interactive Studios
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 30 de setembro, 1999
Gênero: Corrida
Modos de jogo: Single Player e Multiplayer
Classificação: ESRB: Kids to Adults (K-A)

CTR ou Crash Team Racing foi lançado em 1999, marcou por ter sido o ultimo jogo da série desenvolvido pela Naughty Dog, responsavel pelo sucesso do próprio Crash Bandicoot, Jak and Daxter, e Uncharted. Crash Team Racing trouxe uma "nova" proposta para a série, adaptar as fases e todo o enredo apresentado anteriormente em corridas de kart. CTR também é chamado de Mario Kart Clone pois trás a mesma jogabilidade. Oito pilotos disputando uma corrida, karts que fazem drifts, atiram e usam diversos itens, diversos personagens das versões anteriores do jogo, e pistas com os mesmos temas das fases.
Porem CTR trás suas inovações, começando pelo Adventure Mode, que como o nome já diz é uma especie de modo aventura com kart, antes vamos começar a analise pela história


História

Desta vez o grande vilão é Nitros Oxide. N. Oxide faz uma visita a Terra, afirmando ser o piloto mais rápido de toda a galáxia. O piloto ET desafia toda a Terra a jogar o seu jogo chamado "Survival of the Fastest"(Sobrevivencia dos mais rápidos), desafiando o melhor piloto da terrestre a correr contra ele. Se o piloto da terra ganhar, ele promete deixar a Terra, mas se Oxide vencer irá transformar o planeta todo em um estacionamento e escravizar os terráqueos. Cabe a Crash, Coco, Cortex seus amigos e aliados a vencer Oxide em seu próprio jogo.



Adventure Mode, o grande atrativo

Como já dito o grande atrativo do jogo é o Adventure Mode, neste modo o jogador deve escolher um personagem e com ele vencer as corridas e os chefes. Em Crash 2 e 3 para entrar nas fases bastava estar em um warproom e saltar para dentro dos portais. Em CTR não é diferente! Os warprooms agora estão mais amplos e ganharam uma estética de pista de corrida, adaptando-se aos karts. Cada "mundo" traz uma homenagem aos melhores mundos retratados anteriormente. Existem quatro pistas, uma arena, e um chefe em cada mundo. Vejam a lista das pistas, arenas e a quem pertencem:

Crash Cove (Crash Bandicoot)
Roo's Tubes (Ripper Roo)
Mistery Caves (Fake Crash)
Sewer Speedway (N.Tropy)
Tiger Temple (Pura)
Coco Park (Coco Bandicoot)
Papu's Pyramid (Papu Papu)
Dingo Canyon (Dingodile)
Blizzard Bluff (Penta Penguin)
Dragon Mines (Komodo Joe)
Polar Pass (Polar)
Tiny Arena (Tiny Tiger)
Cortex Castle (Neo Cortex)
N. Gin Labs (N.Gin)
Hot Air Skyway (Pinstripe)
Oxide Station (Nitros Oxide)
Slide Coliseum (N.Tropy)
Turbo Track (N.Tropy)


Arenas

Skull Rock
Rampage
Rocky Road
Nitro Court
Parking Lot
The North Bowl
Lab Basement

Mais detalhes sobre as pistas

As pistas como já dito baseiam-se nas fases anteriormente vistas, então pode-se esperar por cenários tropicais, ruínas, cavernas com lava, cenários futuristas e muito mais. Já as arenas diferentemente das pistas de corrida não trazem um circuito especifico. É um cenário aberto com obstáculos, e com caixas espalhadas. As arenas são usadas no modo Battle e para coletar as Moedas CTR roxas. (explicarei o modo Battle e as Moedas CTR adiante). Os chefes muito incomuns em um jogo de corrida também são uma característica nova do Crash Team Racing, lutamos ou melhor corremos neste caso contra os chefes ao vencer em primeiro colocado todas as quatro corridas do mundo em que estiver. Os karts dos chefes geralmente são muito mais rápidos do que o kart que você estiver, atiram coisas na pista continuamente dificultando ainda mais a disputa.

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Ao vencer os chefes é ganho uma chave, está chave serve para abrir os portões que separam um mundo do outro. A cada mundo o numero de chaves necessárias aumenta, obrigando o jogador a vencer os chefes é claro. Fora isto as pistas do mundo concluído serão abetas novamente, e a arena do mundo em que estiver é habilitada pela primeira vez. Com isso podemos coletar as Moedas CTR e as Relíquias.

Moedas CTR

As Moedas CTR são moedas coloridas, existem cinco amarelas, azuis, vermelhas, verdes e roxas. Essas moedas servem para habilitar os campeonatos que estão no ultimo mundo, neles vão estar presentes os melhores competidores, cada campeonato possui quatro pistas, o premio desses campeonatos são os diamantes coloridos, são da mesma cor das Moedas CTR, os diamantes são essenciais para fechar o jogo 102% e habilitar uma pista secreta. O campeonato do diamante roxo é diferente dos outros, nele os adversários são os chefes, diferentemente dos outros campeonatos que são disputados contra os pilotos "normais".


Moedas CTR só podem ser pegas após vencer os chefes do mundo em que estiver. Ao entrar nas pistas pelos portais, o jogador é induzido a escolher entre coletar a Relíquia ou a Moeda CTR. As Moedas CTR só são ganhas se o jogador encontrar as letras C,T e R que estão espalhadas pelo circuito e vencer a corrida.

Relíquias de tempo

Depois de ter pego a Moeda CTR o jogador pode voltar a pista e pegar a Relíquia. Para pegar a Relíquia o jogador deve concluir três voltas no circuito dentro de um tempo determinado. Exitem as Relíquias de safira,
ouro e platina, conforme a ordem é necessário fazer um tempo menor para pega-las. Para facilitar durante a corrida da relíquia o personagem escolhido pelo jogador vai estar sozinho no circuito, existem também as caixas que pausam por alguns segundos o tempo, essas caixas são de um, dois e três segundos.

Todos os personagens de volta

Os personagens presentes no Crash Team Racing são os mesmos dos outros games da série, cada um tem suas especificações de velocidade, condutibilidade e aceleração. Os personagens foram muito bem feitos e adaptados aos seus karts. Cada personagem possui seu próprio kart, com o desenho e aerodinâmica bem a cara dele. Segue uma lista dos personagens presentes em CTR, vejam:

Personagens jogáveis

Crash
Coco
Polar
Pura
Dr. N. Gin
Tiny Tiger
Dr. Neo Cortex
Dingodile


Personagens destraváveis

Papu Papu
Dr. N. Tropy
Penta Pingüim
Fake Crash
Ripper Roo
Komodo Joe
Pinstripe
Dr. Nitrous Oxide

Obs: Dr. Nitrous Oxide só pode ser destravado com Game Shark.

Os outros modos de jogo

Fora o Adventure Mode, Crash Nitro Kart possui outros seis modos de jogo que podem ser escolhidos como o modo Adventure no menu principal

Time Trial: Este modo que já é um velho conhecido dos jogadores de corrida, serve apenas para sozinho o jogador bater seus próprios tempos nas pistas, e com um personagem. Jogando Time Trial é possível destravar Dr. N. Tropy

Arcade: Este modo o jogador escolhe entre o Sigle e Cup. No Single Mode o jogador escolhe uma pista e um jogador e correr sem compromisso. No Cup Mode o jogador escolhe um personagem, e um campeonato para disputar. Só lembrando que o Sigle e o Cup podem ser jogados em Multiplayer.

Crash Team Racing Picture

Vs: Só pode ser jogado em Multiplayer, nele os jogadores competem sozinhos entre sí nas pistas.

Battle: No modo batalha os jogadores escolhem seus personagens, e a arena em que vão jogar. O objetivo e atirar itens uns contra os outros e até que um vença a partida.

Itens coletáveis

As caixas de madeira não podiam faltar é claro, elas sempre serviram para dar itens ao Crash, agora todos os outros personagens compartilham disto. Fora as caixas, os personagens podem coletar frutas wumpas, quando dez forem coletadas o item que estiver em posse do jogador ganhara mais poder. Segue uma lista com tudo que pode ser pego com as caixas desta vez:

Mísseis:

Normal: Persegue o piloto que estiver com maior proximidade. A menos que o jogador coloque um objeto a suas costas quando o míssil estiver na sua cola.

Melhorado: Persegue o piloto com mais precisão, mesmo se ele estiver bem longe.

TNT e Nitro:

Normal: No modo normal é um TNT, caso o piloto esbarre nele, a TNT fica preso a sua cabeça, até que a contagem regressiva acabe e ele exploda, fazendo o jogador perder totalmente o controle e assim perder posições. A menos que o jogador faça o piloto pular e a TNT desgrudar de sua cabeça.

Melhorado: Se torna uma caixa de Nitro e explode em contato direto.

Bomba:

Normal: O jogador atira a bomba, que segue em linha reta. Funciona melhor quando o oponente alvo estiver bem perto.

Melhorado: Segue os oponentes e a explosão muito maior.

Poção:

Normal: A poção verde normal deixa o piloto tonto por um tempo.

Melhorado: O líquido se torna vermelho e conjura uma nuvem de chuva na cabeça no jogador atingido-o. Faz com que o piloto fique mais lento, os controles ficam confundidos ou mudar o item que o jogador tem em mãos.

Relógio:

Normal: Faz todos os pilotos ficarem lentos.

Melhorado: Efeito mais duradouro.

Turbo:

Normal: Dá mais velocidade.

Melhorado: Efeito mais duradouro.

Bolha:

Normal: É um escudo verde que protege o jogador de qualquer dano. Porém, este escudo só dura por um curto tempo, ou até que o jogador esbarre em algum oponente. O jogador também poderá disparar este escudo.

Melhorado: Se torna azul, e dura até o final da corrida (a não ser que o jogador esbarre num oponente, ou o atire).

Máscara de Aku Aku ou Uka Uka:

Normal: Dá ao jogador invencibilidade, afeta o oponente que nele tocar, e uma velocidade extra temporariamente

Melhorado: Apenas efeito mais duradouro, tornado-se assim o item mais eficaz

Portal:

Normal: É o portal do Crash 3 que perseguem o jogador que está em primeiro lugar, até o atingir e ficar mais lento.

Melhorado: Não para até atingir todos os oponentes.


Gráficos bons como sempre

Os gráficos estão muito bons no geral, aparentemente mantem o mesmo nível do Crash 3, as pistas estão muito bem feitas e ricas em detalhes, trasportando os jogadores aos temas das fases com muita facilidade. As texturas são cheias de cores e bem diversificadas o que se encaixa perfeitamente com games do Crash. Os efeitos de água, fumaça, luz e sombra estão muito bem feitos e fogem ao padrão do PS1.

As pistas foram muito bem elaboradas, cada um possui um formato de circuito muito diferente do outro, e com a ajuda dos belos cenários o jogo torna-se divertido e muito bem feito.

Parte de áudio

A parte de áudio talvez não agrade muito os jogadores mais conservadores da série, começando pela musica da tela principal do jogo, onde o jogador escolhe os modos que é totalmente diferente da quela musica vista antes, remixada usando os temas dos jogos como foi em Crash 2 e 3. Esta musica era uma marca registrada e não podia ser mudada assim. Já nas corridas as musicas embora bem trabalhadas e adequando-se ao cenário, são bem diferentes do que foi visto antes mas não são ruins de forma alguma. Os efeitos de áudio estão muito bem feitos, principalmente a diversidade de frases que os pilotos dizem durante as corridas.

Conclusão:

Acima de tudo é divertido como todos outros jogos da série, recomendado para fãs de partidas multiplayer. É também muito agradável de se jogar mas pode dar dor de cabeça se tentar fecha-lo 102%. Junta tudo o que já foi feito para série em pistas de corrida, muito bem feito.

Prós:

- Pistas sensacionais;
- Todos os personagens possiveis;
- Sistema de warproom ainda muito criativo;
- Gráficos dão um show a parte;
- Muito divertido e bem humorado;
- Diversos modos;
- Muitas coisas para se fazer no Adventure Mode.

Contras:

- As inovações se restringem apenas ao Adventure Mode;
- Poucas referências ao Crash 3;
- Copia muito evidente de Mario Kart.

Diversão: 10
Áudio: 8,5
Jogabilidade: 9,0
Gráficos: 10
Enredo: 10
História: 8,0

Nota Final: 9,3

Senin, 22 Agustus 2011

Análise: Crash Bandicoot 3: Warped

Crash Bandicoot 3: Warped
Desenvolvimento: Naughty Dog
Publicação: Sony Computer Entertainment e Universal Interactive Studios
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 31 de Outubro de 1998 ( 2008 para PS3)
Gênero: Plataforma
Modos de jogo: Single Player
Classificação: ESRB: Kids to Adults (K-A)

Nesta analise vou falar sobre Crash Bandicoot: Warped, o terceiro jogo da série de aventura mais aclamada do Playstation 1. A série sempre deu aos jogadores diversão, fases desafiadoras, personagens carismáticos, gráficos de encher os olhos com tantas cores e detalhes, e muito bom humor. Nesta edição não foi diferente, lançado em 1998 Crash 3 veio cheio de novidades, como os enredos das fases completamente inéditos e diversificados, novos personagens, um novo sistema de Warproom, e os chefes estão um pouco mais desafiadores. O que mais trouxe diversidade ao Crash 3 foi o novo enredo que nos leva para diversas eras e tempos importantes da história do mundo. Algo tão culturalmente apurado é simplesmente um jogo de aventura em plataforma 3D. Vamos a nossa analise.

Vamos nos aventurar com Crash e os outros no espaço-tempo

Após Dr. Nitrus Brio e Crash Bandicoot terem feito em pedaços a estação espacial de Cortex, um dos destroços foi parar na Terra. Caindo sobre um monumento antigo, libertando uma entidade maligna que nela esta aprisionada. A entidade do mal é Uka-Uka uma mascara de madeira que possui poderes sobrenaturais e maléficos, Uka-Uka é também irmão de Aku-Aku, a mascara com penas coloridas que protege Crash desde sempre. Em uma das ilhas N. Sanity, os famosos Bandicoots estão cuidando de seus afazeres, quando escutam uma gargalhada maligna. A máscara Aku-Aku se surpreende e se adianta para chamar os Bandicoots e os outros para dentro do casebre onde moram. Em uma superfície futurística, Uka-Uka, que é a tal máscara do mal, grita com Cortex, que pela causa de sua incompetência, todos os cristais e diamantes se perderam no espaço-tempo. Mas, há um novo aliado que ajudará Cortex a dominar o mundo, o Dr. Nefarius Tropy. Ele é o criador da superfície cujo o nome é Time-Twisting Machine (Tornado Temporal) e mestre do tempo. A Time-Twisting Machine é uma maquina do tempo que da acesso aos locais onde estão os critais perdidos (as fases do jogo). Na Ilha N.Sanity, Aku-Aku diz para nossos heróis que a tal risada era de seu irmão do mal, Uka-Uka. Ele e Cortex querem dominar o mundo usando sua genialidade e maldade juntos. Todos saem em disparada rumando esta nova aventura, agora Crash deverá achar os 25 cristais no Tornado Temporal para deter Cortex e Uka-Uka, antes que seja tarde!





Viagens no tempo em busca dos cristais 

Ao criar um novo jogo Crash é mandado ao ou Tornado Temporal ou Warproom que se tornou famoso no Crash 2, nele podemos acessar as fases através dos portais. Logo vemos que os gráficos não tiveram um salto de qualidade muito grandioso em relação ao seu antecessor mas tudo agora é inédito. Como em Crash 2 cada Warproom tem seis fases (contando com o chefe). Todos os Warproom que dão acesso as fases são anexados ao centro, onde podemos salvar e acessar os outros Warprooms. Cada Warproom tem um acabamento especifico de acordo com o tema das fases que nele estão, são bem criativos. Para entrar nas faaes basta mover Crash para cima dos botões com o numero da fase e saltar para dentro do portal, que é ativado e é só viajar no tempo, pois esta é a proposta das fases desta vez.
Crash não é agora teleportado para diversas locações das ilhas N. Sanity, por isso esqueça fases de floresta, ruínas ou fabricas de nitrogênio. Agora a função desses portais do Warproom é de levar Crash a diversas situações no espaço-tempo dando liberdade para enredos mais diversificados no jogo. Agora com tal diversidade de temas, as fases ganharam mais identidade, são muito mais envolventes.




Primeira fase
Como já dito os cenários de Crash Bandicoot 3, trocam as belas e paradisíacas ilhas N. Sanity, por viagens no tempo. Passamos pela Idade Medieval, onde encontramos magos, guerreiros e suas espadas, gigantes de duas cabeças, sapos que se tornam príncipes e castelos grandiosos. Na era Pré-Histórica nos deparamos com dinossauros gigantes, magma formando o nosso planeta e pântanos sinistros. Crash da uma passada na Arábia do século XIV em uma cidadezinha de casas apertadas, com tapetes voadores, caras que atiram explosivos pelas janelinhas, escorpiões gigantes, até mesmo encantadores de serpente, e sem falar da arquitetura muito bem trabalhada. A China do século XVII também foi retratada ao estilo Crash, nela viajamos pela grande muralha com Coco e sua tigresa Pura, na muralha existem dragões alegóricos atravessando o caminho, chineses carregando com suas mercadorias através das ruínas, pipas enfeitadas, e buracos no caminho da muralha. As piramides do Antigo Egito estão sensacionais, cheias detalhes minuciosos  nas paredes, cheias de obstáculos, armadilhas, e tumbas que se abrem. E no futuro onde os prédios gigantes com formatos sofisticado tomam tudo ao redor, formando uma fortaleza cheia de robôs e lasers desintegradores.




Image 2
Umas das fases das piramides 

Com tantos enredos e detalhes magníficos não há necessidade de muitos filmes, só estão presentes no inicio e no fim do jogo, mas todos de alta qualidade, e existe um final alternativo caso complete o jogo 105%. Porém temos contato com os personagens ao entrar em um level.
As texturas, cores, e polígonos se parecem muito com os do Crash 2, o mesmo já fazia milagres com o processador gráfico do Playstation 1, podemos até dizer que usa tudo o que o PS1 tem mesmo sendo um simples jogo de plataforma 3D. Não havia muito no que melhorar quando chegou ao Crash 3, e sim mudar e inovar.

Chefes carismáticos, jogabilidade e comandos apurada

A jogabilidade permaneceu quase a mesma como os gráficos, porem agora Crash realiza movimentos mais sensíveis para diversas direções, a câmera esta mais longe e temos mais campo de visão. Agora adicionaram muitos movimentos novos ao Crash que podem ser destravados ao derrotar os chefes no fim de cada mundo. Crash pode habilitar uma super barrigada no chão, pulo duplo, super velocidade, voar como helicóptero rodopiando, e até mesmo uma bazuca insana que atira frutas (Wumpas) ao invés de misseis.




Tiny Tiger
Os chefes estão mais carismáticos e inteligentes que antes, um exemplo é Tiny Tiger que agora é um gladiador, que arrebenta dois pilares gregos de concreto e literalmente solta os cachorros para cima do Crash, mas nesse caso são leões. Ao todo são cinco chefes alguns deles já nos foram apresentados como N. Jim, Komodo Dragon, e como de costume N. Cortex nosso ultimo inimigo que desta vez luta ao lado de Uka-Uka.

Agora Crash pilota motocicletas, aviões e mergulha nas profundezas do mar, sem falar que agora podemos jogar com Coco Bandicoot em algumas fases, ela pode pilotar um Jet-Ski e motar nas cotas de sua tigresa Pura

Cristais, Diamentes, e Relíquias

A série Crash sempre trouxe um sistema de porcentagem de progresso conforme avançamos no jogo, essa porcentagem aumenta até que chegue 100%, para alcançar essa porcentagem é necessário coletar todos os cristais, diamantes normais e coloridos. No Crash 3 essa porcentagem chega até 105%. Para completar o jogo com 105%e habilitar o final alternativo é necessário coletar dodos os Cristais, Diamantes e Relíquias (de ouro e ou platina)

Há um cristal em cada level, os diamantes conseguimos após pegar todas as caixas da fase. As relíquias só podem ser pegas quanto tiver a posse do cristal, tem que entrar na fase novamente e completa-la dentro de um tempo determinado, podem ser pegas as de safira, ouro e platina, lembrando que fica mais fácil de pega-las quando habilitar a super velocidade, habilidade especial que se ganha na batalha contra Cortex, a ultima do jogo.

Caixas, Wumpas, e Fazes secretas

O painel que nos mostra o numero de vidas, wumpas e caixas coletadas está melhor, agora podemos ver  o numero total de caixas no level, assim podemos coletar o diamante com mais facilidade. As áreas bonus das fazes ainda estão presentes, só servem para coletar caixas e vidas.
Os leveis secretos não são bem secretos, são habilitados ao pegar um numero de especifico de relíquias, estão no 6° Warproom.




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3° warproom, e tempo necessário para coletar a relíquia de safira 
As caixas para serem quebradas durante não podiam faltar é claro, agora existem as que se transformam, podem ser uma vida, apenas wumpas ou até mesmo um Aku-Aku, se transformam mais rápido conforme Crash se aproxima, se demorar muito para quebra-las elas se tornam caixas de aço.     
As musicas e efeitos sonoros continuam de alta qualidade, se enquadram perfeitamente as propostas das fases.

Conclusão da analise

Altamente recomendado, principalmente para o pessoal mais jovem que não teve oportunidade de pegar a geração do Playstation 1. O game traz fases cativantes, um estilo futurista que acompanha todo o enredo, e uma proposta simples e sadia. Sem exageros gráficos como os jogos de hoje, mesmo estando muito acima da média em relação aos outros jogos da época, mas isto de nada importa pois aqui o que vale é a diversão e bom humor. A boa e velha alma dos jogos de aventura dos anos 80 e 90 esta muito viva em Crash 3 e nos seus antecessores.

Prós:

- Fases de temas inéditos e cativantes;
- Chefes um pouco mais difíceis;
- Sistema de warproom muito criativo;
- Belos gráficos para a época.;
- Muito divertido e bem humorado; 
- O melhor da série, um dos melhores do Playstation 1, e um dos mais fabulosos do gênero;
- Mantem a boa e velha alma dos jogos de aventura dos anos 80 e 90 viva.   

Contras:

- Não há contras, só se você achar um.

Diversão: 10
Áudio: 9.2
Jogabilidade: 10
Gráficos: 10
Enredo: 10
História 9.0

Nota Final: 9,7



Na imagem abaixo podes ver onde as fases do Crash Bandicoot 3: Warped nos leva



Locais das fases


      

Senin, 15 Agustus 2011

FIFA12 - Novos detalhes divulgados

imagem

FIFA 12 contara com versões para quase todos os videogames da atualidade, nesta lista esta o nosso eterno PS2 mas não podemos nos iludir com inovações gráficas e ou na jogabilidade, provavelmente novos menus, clubes e jogadores atualizados, isso é um bom começo já que tão poucos jogos são lançados atualmente para o nosso eterno. Vamos ao que interessa !

Desta vez foi divulgada a lista oficial de clubes brasileiros:

Atlético Mineiro;
Atlético Paranaense; 
Bahia, Botafogo; 
Corinthians; 
Coritiba;
Cruzeiro;
Flamengo;
Grêmio; 
Palmeiras;
Santos; 
São Paulo;
Vasco.

Os não licenciados são:
América Mineiro; 
Atlético Goianiense;
Avaí, Ceará; 
Figueirense;
Fluminense;  
Internacional.

O jogo desta vez não contara com narração em Português, muitos viram a narração em português como um ponto negativo (vai entender), segue também uma lista de preços das diversas versões do FIFA12:

Lista de preços oficiais:  

PC - R$ 59,90. 
PS2 - R$ 99,90 
PS3 - R$ 179,90
XBOX - 360 R$ 179,90,
As versões do Xbox 360 e PS3 viram com camiseta exclusiva.

O Lançamento do game está previsto para 29 de Setembro. A capa oficial já foi divulgada: 

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E mais duas imagens, Vejam: 

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Sabtu, 30 Juli 2011

Analise: Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back

Crash2.jpg
Desenvolvimento: Naughty Dog
Publicação: Sony Computer Entertainment
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 31 de janeiro de 1997
Gênero: Plataforma
Modos de jogo: Single Player
Classificação: ESRB: Kids to Adults (K-A)

"Clássico do gênero aventura"  

Em 1997 após o estrondoso sucesso de Crash 1, a Nauthy Dog lança para Playstation, Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back sequência direta do primeiro game da série.
Agora com gráficos melhores, jogabilidade mais apurada, e um sistema de Warproom muito interessante. 

Vamos a história 

Após Crash ter derrotado Neo Cortex na primeira aventura da série, Cortex termina sendo jogado para fora de seu dirigível, e acaba caindo dentro de uma gruta em uma das ilhas N. Sanity, cenário da aventura do primeiro jogo da série. Ao acender um fósforo, um cristal rosa gigante salta aos olhos de Cortex, fazendo com que ele tenha mais uma ideia mirabolante, mas não são revelados mais detalhes, pois o fogo se apaga.

Um ano depois, Cortex projeta uma estação no espaço, onde passa a trabalhar com seu novo assistente, o cibórgue N. Gin. N. Gin diz a Cortex que, para que seu plano de ativar um novo e melhorado Vórtex de Cortex (a máquina utilizada para fazer lavagem cerebral nas criaturas, como visto no jogo anterior) funcione, são necessários mais 25 cristais como o encontrado na gruta por Cortex. Diz também que será impossível recuperá-los, já que nenhum operante sobrou na Terra. Cortex então responde com a frase "Se não há nenhum amigo na superfície, então devemos achar... um inimigo", referindo-se a Crash




Enquanto isso, na Terra, Crash cochila como de costume ao lado da irmã caçula, Coco, que digita furiosamente em seu laptop. Repentinamente, a bateria do laptop acaba, e Coco manda Crash ir buscar uma nova. No caminho, Crash é abduzido por Cortex. Crash é teletransportado para um Warproom, uma sala redonda cheia de portais nas paredes.


No Warproom Cortex diz a Crash ter desistido do mal e que, em uma de suas pesquisas científicas, descobriu que uma força misteriosa está prestes a destruir o planeta e a única maneira de contê-la é coletando cristais espalhados pelas Ilhas N. Sanity. Ele também diz que o Dr. Nitrus Brio é o criador desta força e que fará de tudo para impedir que Crash pegue os cristais. Porém, em certo ponto da história, o Dr. Nitrus Brio aparece para Crash, que resolve se vingar de Cortex, dizendo para ele coletar os diamantes (gemas) ao invés dos cristais para que possa ativar um gigantesco canhão a laser para que possa destruir a estação espacial de Cortex. Mas para impedir Crash de coletar os cristais, ele cria o musculoso tigre-da-tasmânia Tiny Tiger...Porem Crash o derrota.

Quando Crash coleta todos os cristais, Coco finalmente consegue contar para ele as verdadeiras intenções de Cortex, Crash derrota N.Gin e batalha com Neo Cortex no lado de fora de sua estação espacial, derrotando-o.

Então Crash,Coco e Nitrus Brio utilizam o poder das Gemas em um canhão lazer e destroem a Base de Cortex. (Isso só todos os diamantes tiverem sido coletados, fazendo disso um final alternativo)

Após o filme de abertura, (sequência do filme que foi contada nos dois primeiros parágrafos da história) podemos ter o primeiro contado com a nova jogabilidade e gráficos. Seguimos um pequeno trecho até Crash ser abduzido por Cortex. 

Substituindo o antigo mapa de fases 

Logo nos deparamos com o primeiro Warproom, uma sala redonda com portais nas paredes que dão acesso as fases substituindo o mapa de Crash 1, em volta de cada portal temos um acabamento cheio de detalhes mostrando um pouco do que veremos durante a fase. Existem 6 no total, sendo que um é "secreto", cada um possui 5 fases e um mestre, sempre de acordo com o tema das fases dentro dele. No Warproom podemos salvar na hora que quiser, diferentemente do seu antecessor onde só podíamos guadar os dados caso completássemos o bônus da fase ou quando terminássemos a fase com todas as caixas coletadas, isso não era uma tarefa fácil pois tínhamos que completar o percurso sem morrer.  


Jogabilidade no ponto 

As fases agora estão mais bem trabalhadas, cheias de detalhes e com percurso mais dinâmico, acabando com a linearidade do Crash 1. Novos temas também estão presentes como fases de gelo, tubulações e florestas cheias de neve porem alguns temas foram mantidos como as dó riacho, cheia de plantas carnívoras, e o tema tropical bem retratado anteriormente, também existem ainda as fases onde devemos fugir de uma grande rocha arredondada, mas agora ela mantem uma distancia maior do Crash, também tem as fases do Polar, Crash monta sobre ele, que corre até o fim do level onde devemos desviar dos obstáculos do percurso. As fases como já dito não são mais tão lineares, tem altos e baixos caminhos tortuosos, momentos em 2D como antes, fases bônus e áreas secretas. Algo que chama muito atenção é como as fases envolvem o jogador sendo tão simples mais muito criativas sem a dificuldade insana do primeiro Crash. 

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Os chefes também estão presentes obviamente, aparecem quando coletamos os 5 cristais de cada Warproom.    

O Controle foi algo que evoluiu muito pois agora podemos movimentar Crash pelo analógico diferentemente do Crash 1 onde só podia ser controlado pelo direcional, Crash só se movia na horizontal e vertical, agora podendo move-lo em mais direções sem muito sacrifício. Crash também ganha novos movimentos, agora pode dar uma barrigada no chão, andar abaixado, dar uma rasteira e um super pulo também foi adicionado. 

Gráficos, Áudio, e Final alternativo   

O grafismo ganhou outras dimensões, está tudo mais vivo e dinâmico, os movimentos de Crash estão mais suaves, a câmera não esta mais tão presa e se movimenta levemente para os lados com forme Crash anda. O tema das fases foram muito bem escolhidos, todas tem muita identidade. Os detalhes também impressionam para um jogo de 1997, podemos notar o reflexo no gelo e na aguá, insetos e pássaros voando nos cenários de floresta entre outros detalhes.

A parte de áudio dá mais identidade ainda ao jogo, as músicas retratam perfeitamente o tema da fase pois são muito bem feitas e compostas.

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O jogo possui dois finais, um deles quando o jogo é terminado normalmente e o outro caso tenha coletado todos os diamantes, este ultimo mostra o Crash e Coco usando o poder dos diamantes usado num super canhão a lazer para destruir a base espacial de Cortex no espaço. O interessante de zerar o jogo 100% não é por esse final alternativo e sim por aproveitar ao máximo o jogo.

Conclusão

Crash 2 trás como seu antecessor a boa e velha alma do Video Game, a mesma diversão que tínhamos quando jogávamos Sonic no Mega Drive ou Mario no NES. Hoje e raro encontrar jogos que traga de volta essa emoção, hoje só vemos jogos com gráficos ultra realistas e nada de diversão, muitos dos jogadores atuais infelizmente nunca tiverem a oportunidade de sentir essa emoção e podem até dizer que jogos como Crash são ruins por serem antigos e sem super gráficos. Só nos resta reviver esta emoção jogando esses clássicos e Crash Bandicoot (do PS1) para mim é um deles.


Prós:

- Fases novas e mais bem elaboradas;

- A parte de áudio muito bem feita e envolvente;

- História ainda mais bem elaborada;

- Belos cenários.

Contras:

- Não acrescenta muito ao gênero. 

Diversão: 10
Áudio: 9,5
Jogabilidade: 9,0
Gráficos: 10

Nota Final: 9,6



Achei interessante esse poster pois nele podemos ver aonde cada portal do Warproom nos leva , Vejam


Selasa, 12 Juli 2011

Especial: Faça do seu PS2 um PS1

Quem é que nunca teve saudades de jogar os clássicos do PS1 ? Pois muitos ainda não sabem mas o nosso eterno Playstation 2 possui uma grande retrocompatibilidade com o Playstation 1 lançado em 1994. No PS2 podemos rodar os jogos do PS1 e seus periféricos também.

A primeira versão do Playstation.

Mas o que é necessário para rodar os jogos de Playstation 1 no PS2 ?   

Se você ainda tem sua coleção de jogos de Playstation 1 basta coloca-los no PS2 e pronto é só jogar. Lembrando que para jogos piratas é necessário que o PS2 seja destravado, todos os destravamentos devem rodar os jogos de PS1 tanto originais quanto copias.


Os jogos de PS1 não ficam idênticos no PS2 em relação a joga-los no próprio PS1. Embora o PS2 tenha muito mais potencia do que seu antecessor algumas coisas do PS1 não estão presentes no hardware do PS2. Outra coisa que pode mudar um pouco a imagem é a diferença de resolução, no PS2 temos uma resolução maior o que torna os gráficos do PS1 mais evidentes. Mas calma, tem algumas coisas que podem ser feitas para evitar isso.




Segue um pequeno tutorial de como melhorar o desemprenho dos jogos de PS1 no PS2: 

1°) Ligue o PS2 sem jogo ou qualquer disco, e ou com a bandeja/gaveta aberta;

2°) No menu inicial do PS2 onde podemos ver Rotina de Pesquisa e Configuração do Sistema aperte Triangulo;

Devera estar em Português


3°) No novo menu que apareceu veremos varias opções. Vá ate Playstation Driver e aperte Triangulo novamente;

Devera estar em Português

4°) Agora veremos duas novas opções. Velocidade de Disco e Técnica 3D. Em Velocidade de Disco podemos alterar a velocidade de leitura do CD do PS1 diminuindo o tempo de loading por exemplo, mas isso força mais o canhão.

5°) Aperte X sobre a opção Técnica 3D, vai estar em Standard, selecione o modo Suave e aperte X novamente ;

Devera estar em Português
6°) Agora aperte Circulo até voltar ao menu inicial do PS2, coloque o jogo de PS1 e feche a bandeja/gaveta.

obs: Ao desligar o seu PS2 as opções voltam ao normal, caso der Reset no console as opções permanecem.

Vagrant Story

Técnica 3D em modo Standard



Técnica 3D em modo Suave


Técnica 3D em modo Standard


Técnica 3D em modo Suave


Quake II 

Técnica 3D em modo Standard


Técnica 3D em modo Suave


Gran Turismo 2 

Técnica 3D em modo Standard


Técnica 3D em modo Suave


Agora o que mais eu preciso para jogar  os jogos de PS1 no PS2 ? 

Um Memory Card de PS1 para salvar os jogos de PS1 no PS2. O Memory Card de PS2 é incapaz de salvar os dados dos jogos de PS1 pois o formato é diferente. Só podemos usar o Memory Card de PS2 como backup, copiando os Saves do MC do PS1 para o MC de PS2 e vise-versa. Como o PS2 é compativel com o Memory de PS1 também é só coloca-lo em um dos Slots e jogar.

Agora é só aproveitar jogos como: Metal Gear Solid, Crash Bandicoot, Resident Evil, Dino Crisis, Spyro, MediEvil, Tenchu e entre muitos outros clássicos.

 
       

Kamis, 07 Juli 2011

Coleção com todos os jogos de PS2 lançados nos EUA

Ashan76 é um colecionador de PlayStation. Ele diz possuir todos os jogos de Playstation 2 lançados nos Estados Unidos descartando os jogos lançados somente no Japão e Europa.    

Ele diz ter comprado o console no dia do lançamento, em 2000, o primeiro jogo de sua coleção foi Ridge Racer 5. No início colecionava simplesmente como um hobby, sem intenção de ter a biblioteca completa. No entanto assim que Ashan76 chegou aos 400 jogos viu que sua coleção já tinha uma grande porcentagem dos títulos lançados no seu pais então decidiu investir pesado.


Mais detalhes da coleção:

- Todos os jogos são lacrados;
- Todos são originais; 
- Possui também os “Greatest Hits”, aqueles que vêm com conteúdo extra não disponível na versão original;
- Ele diz ter apenas todos os jogos NTSC, padrão de imagem dos Estados Unidos.






Ashan também coleciona artigos e periféricos especiais dos jogos e do PS2, Vejam: 


A coleção também conta com alguns artigos de PS3.