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Sabtu, 08 September 2012

Análise Analise Silent Hill (PS1)



Ano de Lançamento: 1999
Desenvolvido por: Konami Team Silent
Distribuído por: Sony Konami
Gênero: Survivor horror

Silent Hill originalmente lançado em 1999 para Playstation 1, redefiniu o gênero survivor horror acrescentando a formula popularizada por Resident Evil (Capcom) vários elementos psicológicos ao enredo e ao gameplay.


Enredo

O game apresenta Harry Mason como protagonista principal, Harry e sua filha Cheryl estavam numa viagem de carro quando num momento de distração Harry não percebeu um vulto atravessando a estrada e quando o viu tomou um susto e acabou provocando um acidente de carro. Algum tempo depois ele acorda e nota que sua filha havia sumido do carro, desesperado ele sai do carro e percebe que acabou por entrar na cidade de Silent Hill durante o acidente, sem escolha Harry parte em busca de sua filha Cheryl na cidade, sem saber que estava entrando num pesadelo bem mais chocante do que o simples desaparecimento de sua filha. Na medida que a história se desenro-la vamos encontrando outros personagens que compoem a história, como Cibil Benet, uma policial local que resolve ajudar Harry, tal como Dahlia Giliespe que encontra-se com Harry sempre com conversas intrincadas confundindo ainda masi Harry.


O Game

O Jogo segue o padrão survivor horror com adições muitos originais e cheias de requinte. Os gráficos do game são todos em 3d, ou seja diferente de Resident Evil que tinha cenários pré-renderizados, em Silent Hill tudo é modelado em 3 dimensões através de polígonos. Isso faz com que o game tenham um liberdade maior de câmeras que apesar de terem um aspecto cinematográfico também em muitos momentos seguem o personagem. Em Silent Hill existe uma grande liberdade ao se jogar, você pode sair pelas ruas da cidade como quiser ficando limitado em algumas partes por abismos, mas a exploração é muito favorecida, pois através dela e que conseguimos importantes itens de cura e munição tão necessários para sobreviver ao terror. Aliás os inimigos do jogo, não são necessariamente zumbis e sim diversos monstros que são fruto da imaginação assombrada de Alessa Gilespe, um jovem de Silent Hill que está no centro da história. Da imaginação dela surgem monstros que lembram dinossauros (como os piterodateros e largatos gigantes), tal como enfermeiras e médicos monstruosos e por ai vai também com a aparição de cachorros pelados e larvas gigantes e etc.


A cidade de Silent Hill é sombria e está coberta por uma densa neblina o que dificulta ainda mais a busca de Harry, de quebra o jogo vem nos proporcionar quebra-cabeças muito bem elaborados que podem te deixar sem avançar no jogo se você não investigar tudo ao seu alcance.

Jogabilidade

A jogabilidade do game é bem parecida com a de Resident Evil, você movimenta o personagem segurando o direcional para cima e pode atira em seus inimigos segurando o R2 e atirando em x (No Resident Evil seguramos o R1). Os botões r1 e l1 servem para se movimentar lateralmente. Assim como no jogo da Capcom você deve se orientar por mapas e poder ver a condição da sua saúde no inventário do jogo.


Avaliação

O jogo também tem seus pontos negativos... A câmera em alguns momentos pode tornar-se um pesadelo, já que ela não é ficha mais também não se posiciona seguindo diretamente o jogador o que nos leva a algumas confusões e outros erros bobos, no entanto o jogo conta com um movimento para fixar a visão, basta segurar l2, e o personagem vai fixar a câmera a frente, coisa que nem sempre funciona muito bem, mas que muito útil.


 A movimentação dos personagens é um pouco estranha, acredito que dava para ser um pouco mais bem feita, mas e defeito é meramente interpretativo. Diferente de Resident Evil, em Silent Hill, podemos utilizar armas brancas o que é muito bom, mas as mesmas aliadas a uma precária forma de utilizar as mesmas nem sempre é uma boa ideia, logicamente essa forma de personagem lidar com armas (até mesmo armas de fogo) foi prejudicada para mostrar como possivelmente alguém sem treinamento poderia lidar com diversas armas, ou seja é uma limitação imposta no jogo que faz com que percebamos que o personagem não um exímio atirador, ai se vc utilizar as armas sem a luz da lanterna a performace decai ainda mais.

Conclusão

Silent Hill de fato é um jogo eterno que com certeza vai divertir quem gosta de histórias horripilantes e games de Survival Horror. O jogo não é tão difícil, mas é necessário dedicação para atravessar Silent Hill sem problemas, pois além de inimgos a cada esquina Silent Hill traz também os quebra-cabeças bem complexos.
O jogo em sua totalidade tem também uns 5 finais que vão fazê-lo aventurar-se mais alguma vez pela tenebrosa e memorável Silent Hill. J

Rabu, 15 Agustus 2012

Análise Sonic Unleashed



Ano de Lançamento: 2008
Desenvolvido por: Sonic Team
Distribuído por: SEGA
Gênero: Ação/Aventura em plataforma 3D


Sonic Unleashed é um jogo de ação e aventura no melhor estilo de plataforma 3D, lançado pela SEGA, o game traz novas aventuras do Sonic. O jogo traz uma proposta um pouco diferente aos fãs de sonic, sendo dividido em duas partes tendo fases de dia no melhor estilo de Sonic Adventure e posteriormente fases a noite com o Sonic completamente diferente em uma jogabilidade puramente em 3D lembrando um pouco Mario 64, no entanto com um pouco de combate.

O Game

 O jogo é bem feito, Sonic continua maravilhosamente rápido e da conta do recado em fases muito bem trabalhadas em cheia de desafios, mas como disse acima o game esta dividido em duas etapas, existem fases onde controlamos o Sonic de dia e outras onde o controlamos a noite. 



De dia Sonic é o Sonic (dã) rápido e objetivo, a noite a coisa muda, sob a luz do luar Sonic se transforma em Werehog um tipo de lobisomem sonic, que deixa o mesmo lento, mas muito poderoso, como assim? É aqui que entra uma breve explicação da história. 


Em um embate contra Eggman (ou Robotinik se preferir) Sonic cai uma armadilha e perde sua forma de Super Sonic quando é alvejado por um raio de luz enviado por Eggman, como consequência as Chaos Emeralds perdem seu poder e Sonic acaba por ser tornar um monstro o Werehog, mas antes que ele pudesse atacar Eggman, o mesmo se livra de Sonic o jogando na terra. Eggman usa o poder extraído das Chaos Emeralds e o lança na Terra despertando Dark Gaia uma entidade maléfica que quer levar a escuridão ao mundo, com isso os continentes do planeta terminam por se esfacelarem e caberá a Sonic a árdua tarefa de lidar com Dark Gaia e Eggman, recuperar o planeta a seu estado normal e ainda conviver com sua forma de Werehog que sempre surge a noite lhe concedendo poderes meio que maléficos. Durante a jornada Sonic contara com ajuda de Tails para lhe transporta entre os continentes, além da ajuda de Amy, Professor Pickle e do novo amigo Chip, que o acompanha sempre reavivando o poder das Chaos Emeralds.

Novidades

A maior novidade do game é controlar o Werehog nas fases noturnas. Com ele você terá que superar seus inimigos com golpes (usando as garras) e ataques especiais. O Werehog possui uma barra de especial que quando acionada libera todo seu poder (unleashe the Power).


No entanto nem tudo é um mar de rosas com o werehog, as fases com ele se tornam muito repetitivas já que geralmente os desafios das fases são sempre os mesmos apenas com cenários diferente, e como a jogabilidade com ele é um pouco mais complicada tudo acaba ficando um pouco mais complicado. As fases em que se controla o sonic normal de dia são muito bem feitas e divertidas, cheias de atalhos e caminhos secretos que escondem argolas e itens que podem ser colecionados na galeria do jogo.

Gráficos

Os gráficos do game ficaram muito bons, principalmente mostrando o contraste entre dia e noite. É notável o trabalho empregado nos cenários, uma vez que cada arco de fases se passa em um continente do mundo (inspirados em características dos continentes da Terra). Então cada continente apresenta características próprias e muito bem feitas. Temos alguns inimigos muito bem feitos, e em si tratando de desafios, nesse jogo vocês encontrarão alguns muito legais, como uma fênix constituída da força de Dark Gaia, tal como incríveis Robôs do Eggman, isso sem contar a batalha de colossus próximo ao fim do jogo, bem épico e caprichado.

Falhas

Um fator bem chato no jogo são os Loding Times, presentes em todas as partes do jogo, até mesmo quando você precisa da um restart na fase. Algumas fases com o Werehog com já disse podem se tornar uma chatice devido a longa duração das mesmas e a exaustiva repetição dos mesmos inimigos e desafios.


Replay


Um coisa boa a se considerar quanto a longevidade do game, é que nas etapas de velocidade onde se controla sonic, você sempre poderá melhorar seu tempo para conseguir mais medalhas da lua, que são necessárias para habilitar etapas bônus e secretas. Com o Werehog você também terá que ter um bom desempenho para conseguir os medalhões do sol, levando em consideração a perca de vida e o tempo (de uma forma menos exigente). O game oferece uma vasta galeria de arte, musica e vídeos que o player terá que coletar através das fases normais e bônus o que vai render mais algumas horas de jogo aqueles mais colecionadores.

Conclusão

O jogo vale a pena, principalmente para que curte jogos no estilo sonic com plataforma 3D, ele apresenta uma ótima variação dos cenários e diversidade de fases. O desafio é bom é para quem gosta de desafios, este jogo está repleto de time atacks nas fases do sonic de dia.



Obs: O game também foi lançado para Nitendo Wii, Xbox 360 e Ps3. As versões de Xbox e Ps3 são as mais aprimoradas com fases ainda maiores e com a possibilidades de se explorar as cidades como um todo, muito bom mesmo.

Senin, 02 Juli 2012

Análise The Lord of the Rings: Aragorn's Quest


Ano de Lançamento: 2010
Desenvolvido por: TT Games
Distribuído por: Warner Bros Interactive
Gênero: Aventura



The Lord of the Rings: Aragorn's Quest é mais um game sobre a obra de J.R.R. Tolkien, só que desta vez toda a história de o Senhor dos Anéis é vista da perspectiva de Aragorn. O game tem um apelo infantil, visando atrair esse público com base nos gráficos cartunizados e dificuldade baixa.

Enredo
Como já descrito acima o game retrata as aventuras da obra Senhor dos Anéis, no jogo Sam do condado está narrando a seus filhos as façanhas e aventuras de Aragorn, então as aventuras são mostradas da perspectiva de Aragorn, privilegiando as sequências de batalhas contidas na obra, no entanto o jogo é bem simplista resumindo muito a história.

O Game
Aragorn’s Quest pode ser visto como um jogo de aventura com pitadas de Hack n’ Slash. Você controla Aragorn de uma perspectiva em terceira pessoa semelhante ao que vemos em Diablo, você deve derrotar seus inimigos e resolver pequenos problemas (puzles). Aragorn dispõe de sua espada e de um arco, com a espada temos alguns combos bem simples ideais para combates corpo a corpo, já o arco serve mais para inimigos que surgem durante o gameplay em locais inacessíveis, mas alvejáveis.



Nosso protagonista também conta com algumas habilidades que podem ser desbloqueadas com pontos de habilidade conquistados ao subir de level no game, ao total são três tipos de habilidades, uma para ataques de espadas, outra para o arco e mais uma categoria de status onde se pode aumentar momentaneamente velocidade, força ou mesmo recuperar vida.
Cada habildade liberada pode ser acessada com a combinação de botões R1+ quadrado, ou bolinha, triângulo ou x, cabendo ao jogador configurar as habilidades em um dos botões.

Gráficos
Os gráficos do jogo são muito ruinzinhos, basicamente os personagens estão em Cell Shade, mas eles têm uma modelagem muito fraca, apesar de Aragorn ser um pouco mais caprichado mesmo assim não é nada de mais. Os cenários são bastante coloridos e são até legais, no entanto, falta profundidade e detalhes que de fato mostram a ineficiência de quem fez o jogo. Em alguns momentos vemos o horizonte e cenários mais ao longe e a impressão que temos é que tudo não passa de um borrão, uma coisa muito mal feita mesmo.


Jogabilidade
A jogabilidade é bem simples, simples demais mesmo, nós contamos com um botão de ataque rápido (quadrado), um de ataque forte (triângulo), um para utilização do arco e flecha (bolinha que pode ser carregado para maior dano), e por fim o x que serve para bloqueio e para ativar mecanismo e etc. com R2, L2 e d-pad para cima acessamos o mapa, com o R1 ativamos as habilidades combinando com os botões quadrado, x, bola e triângulo (respectivamente Habilidades com espada, habilidade de status, habilidades com arco e flecha e habilidades de impacto e efeito com espada). Com o d-pad para baixo você escolhe que habilidade deixar para serem usadas com R1. E o mais comum, o analógico esquerdo serve para movimentar o personagem.

Falhas
O game tem algumas falhas realmente irritantes, a começar pelas cenas em CG (duas) que são muito fracas. Há também algo muito chato, quando se começa uma fase, sempre dá uma travadinha que deixa o jogo lento como se não tivesse carregado direito. Os gráficos são bem mal feitos como disse acima e você apenas controla Aragorn e só vê ele na tela, mas teoricamente os outros personagens estariam ali também participando da mesma aventura ao lado de Aragorn, pois durante o game eles dialogam, indicam o que tem que ser feito, mas não são vistos(?). Os efeitos de som são bem fracos, com sons repetitivos até não poder mais, em geral os inimigos também são bem repetitivos embora existam algumas raças no game (orcs, uruk raí, fantasmas, homens do norte e etc).

Pontos positivos
Apesar de tudo o game tem um ponto realmente positivo que é a tradução de todos os textos e menus em português, o que faz com que qualquer um entenda o que se passa no jogo e na história, coisa que era raro na geração do ps2.


Replay
O game tem uma campanha curta de umas 6 horas na primeira jogatina, e também há alguns itens especiais escondidos nas fases que contam a história de Aragorn, mas não é muito difícil achar os mesmos. Durante a campanha destravamos o modo Arena que é até legalzinho, onde enfrentamos ordas em uma arena fechada tendo algumas metas a bater em cada uma (Como não levar dano, matar tantos orcs, terminar a arenas em tempo determinado e por ai vai).

Conclusão
O game Aragorn’s Quest pode até agradar um pouco pela aventura em si, mas eu não recomendo principalmente em si tratando de um game tão curto e com tantas falhas. Esse jogo por ter sido lançado em 2010 deveria apresentar uma mecânica e gráficos bem mais primorosos, quem pegar o jogo achando que vai se deslumbrar com uma incrível aventura vai se decepcionar.


Jumat, 22 Juni 2012

Análise Final Fantasy X


Ano de Lançamento: 2001
Desenvolvido por: Square
Distribuído por: Square Electronic Arts
Gênero: RPG

Final Fantasy X é épico. Uma incrível jornada cheia de emoção e desafios na medida certa. O game foi marcante e trouxe ao Ps2 o que a Square de melhor tinha para oferecer no inicio da 6ª geração. Se você ainda não jogou o game, você não pode perder... O jogo foi lançado no final de 2001, precisamente em 18 de Dezembro (no japão), e trouxe toda a geniosidade dos produtores da Square no quesito RPG.



Enredo
O game tem como tema a jovem Yuna, uma garota muito reservada que domina a mítica magia de invocação de Aeons (Summons). No entanto percebemos logo ao iniciar o game que de fato o protagonista é Tidus, um jovem praticante de um esporte aquático conhecido como blitzball. Tidus é uma estrela do esporte, mas seu destino irá cruzar com o de Yuna, na medida que sua cidade é atacada por um monstro gigantesco e o mesmo com auxilio de um tutor (Auron) é transportado para Spira. Onde ele vem a descobrir que o monstro que devastou sua cidade é conhecido como SIN e ele é um mal que assola o mundo, eis que então surge Yuna que leva nos ombros o destino de derrotar tal criatura assim como fez seu pai anos atrás, Tidus e muitos outros personagens se juntam a Yuna numa jornada por Spira em busca de respostas indo de encontro a um destino inevitável.
A trama parece simples numa primeira olhada, mas não se engane, muitas reviravoltas farão qualquer um que tiver o mínimo interesse em rpgs curtir o rumo que leva a história. Tidus mostra-se um personagem muito carismático, mas no geral os demais personagens são muito interessantes, cada um com histórias particulares e peculiaridades próprias.
Pode-se dizer que o enredo vale o jogo!


O Game
Bom um  game com o Final Fantasy tradicional, tem como base a exploração de cidades e vilas e no que diz respeito as batalhas temos o sistema de turno, só que desta vez sem as barras de tempo (Time gauge).

Cada batalha pode contar com três personagens controlados por você enfrentando até mais de três inimigos de uma vez. A novidade neste final Fantasy fica por conta da fácil troca de personagens que pode ser feita durante as batalhas, bastando que no turno de algum de seus personagens você aperte o botão L1 e escolha entre os personagens que não estão na batalha para fazer a substituição, esse novo esquema de jogo é uma ótima adição para a estratégia do jogo, já que, cada personagem tem estilos diferentes no jogo (Por exemplo: Auron é muito forte e facilmente alcança critcal hit em inimigos com armadura ou carapaça, já contra inimigos aérios ele não é tão bom, mas Wakka é perfeito contra esses inimigos, os derrotando muitas vezes com um único golpe).


Uma mudança que pode não agradar os fãs de longa data de Final Fantasy é a ausencia do World Map, o que torna o jogo bem mais linear, uma vez que o jogo vai seguindo continuamente até seu desfecho, no entanto para amenizar esse efeito em certa parte do game é possivel revisitar as mais vastas localidades do game, não andando no World Map, mas o utilizando (o resto é Spoiler).
Outra mudança significativa no game é a estrutura de evolução dos personagens. Os personagens não acumulam mais experiencia e sim acumulam skil levels, para poderem usar o Sphere Grid de habilidade onde podem seguir determinados caminhos e desenvolver técnicas e magias especificas para cada um. Por exemplo Lulu é um Black Magician e desde o inicio a mesma já possui algumas magias (Fire, Blizzard etc.), através do sistema de Sphere Grid ela pode seguir o caminho que previlegia seu estilo com magias negras ou optar por um caminho mais eclético onde ela ganhe outros tipos de abilidade como até mesmo magias brancas, é possivel desenvolver os personagens de diversas formas, mas para alcançar um nivel bem maior, em pouco tempo é mais simples seguir o caminho que o jogo indica (Lulu com magias negras, Yuna com magias brancas etc.).



A dificuldade do jogo é muito boa, alguns bosses são muito dificeis obrigando ao jogador utilizar muito a cabeça para bolar estratégias para enfim ter chance de vitória, mas não se preocupem a dificuldade do game é gradual, o que é muito bom para quem gosta de ir pegando aos poucos levels.

Gráficos
Final Fantasy X conta com ótimos gráficos, mesmo tendo sido lançado no inicio da era do Ps2, o game tem até mesmo um avançado sistema de expressões faciais (confira algumas cutcenes in game e comprove) o que dá um tom muito agradável ao game. As invocações de Aeons também são um destaque, cada invocação tem cenas belíssimas. 


Os cenários são muito legais também, em grande parte eles são completamente em 3d, no entanto algumas locações ainda permanecem pré-redenrizados. As magias propriamente ditas (Fire, fira firaga etc.) não são tão maravilhosas, elas até que cumprem seu papel, mas poderiam ser bem mais criativas. Existem muitos inimigos através do mundo de Spira e muitos deles são nitidamente bem bolados, criativos e monstruosos, fato que engrandece ainda mais os méritos gráficos do game. As cutcenes muitas vezes são em CG e são primorosas, muito bem feitas, em outros momentos acontecem cutcenes com gráfico in game que também são muito legais com a utilização de expressões faciais bem legais.





Jogabilidade
A jogabilidade é bem simples e como mostrado acima o jogo conta com sistema de turno em batalhas e em grande parte dos cenários é possível levar o pressuposto da exploração ao máximo. Durante o jogo vários tutoriais surgirão para auxiliar o jogador a fazer melhor uso do sistema de jogo. O Sphere Grid não é complicado podendo qualquer um evoluir a maneira que quiser seus personagens. Complicado mesmo foi o minigame de Blitzball do jogo que você pode jogar em vários momentos na jogatina nos save points. É um tanto complicado, mas quem gosta de esportes também pode usufruir ainda mais deste minigame de esporte aquático.

Falhas
O game também tem seus pontos negativos. É perceptível que a maioria dos personagens de segundo plano são bem menos detalhados do que os personagens principais e isso se torna cada vez mais evidente devido a quantidade de personagens encontrados na jornada. Na versão que eu joguei (a americana) havia sérios problemas na dublagem, não nas falas em si, já que as mesmas estavam muito emocionantes, mas sim no acabamento das mesmas. Como assim? Simples, os personagens em muitas vezes parecem estar falando (se movimentando) mesmo quando algumas falas já cessaram, algo que deveria ter sido corrigido, pois o game foi concebido para a língua japonesa, ou seja a fonética poderia tanto ser mais curta ou mais longa dependendo muito da maneira falada, mas quando o jogo foi dublado o tempo de muitas falas não foi diretamente usado, o que deixa um efeito muito ruim a esses momentos.

Replay
Final Fantasy X rende mais ou menos umas 45 horas de gameplay, mas com as sidequests e os minigames que o jogo oferece esse número pode facilmente alcançar as 60 horas de game. Mas de fato não há tantos atrativos para replay se você levar realmente a sério todos os caminhos do game, mas aconselho a quem jogar sempre dar uma revisitada ao jogo, pois de segredos, Final Fantasy X está cheio.




Conclusão

Final Fantasy X é de fato um RPG de primeira classe, um game memorável e muito cativante. Indico para quem realmente gosta de RPG e para quem gosta de histórias bem contadas, o mesmo possui um ou outro erro que em suma não tira os méritos de seus pontos fortes e por isso, pode ter certeza esse game aqui é Eterno. Ele foi tão aclamado que foi o primeiro game da série a ter uma continuação direta (Final Fantasy X-2). Quem não gosta de Rpg pode até se aventurar, mas o game é mais indicado para quem já joga RPGs ou mesmo para iniciantes que tenham interesse no mesmo.


OBS: Final Fantasy X possui uma versão international, com algumas alterações. O game tem dois tipos de Sphere Grid (um exclusivo e o normal), além de possuir bosses secretos conhecidos como Dark Aeons. Esses bosses podem ser encontrados geralmente voltando nos templo dos Aeons, alguns deles são quase impossíveis de serem derrotados, é o que há de mais hardcore em Final Fantasy X.

Sabtu, 09 Juni 2012

Análise: Syphon Filter Dark Mirror


Ano de Lançamento: 2007
Desenvolvido por: Sony Bend
Distribuído por: Sony computer Entertainment
Gênero: Shooter TPS / Jogo de tiro em terceira pessoa

Syphon Filter Dark Mirror é um jogo muito interessante, com muita ação e uma grande variedade de armas. O game consegue render muitas horas de diversão focalizando-se em seus cenários recheados de inimigos e com vários objetivos a serem completados. O mesmo foi originalmente lançado em 2006 para PSP.





Enredo

O protagonista do jogo é Gabe Logan um agente secreto que está investigando terroristas que atacaram um complexo químico no Alasca, Gabe conta com a ajuda de Lian Xing e de Teresa.
A missão que parecia simples acaba tomando grandes proporções levando nosso protagonista em missões através do globo, em meio a muitas intrigas e um plano de destruição intitulado “Dark Mirror”.


O Game

O jogo segue um padrão de shooter em terceira pessoa onde você tem uma visão traseira do seu personagem e controle total da câmera utilizando-se dos controles analógicos, lembrando bastante Socom. Como shooter o game tem um ótimo nível, com precisão nas armas e uma boa movimentação, ele é uma boa pedida para quem adora jogos neste estilo. Em grande parte do jogo vamos ficar no controle do Gabe Logan, mas em alguns momentos poderemos controlar a Lian Xing o que é bem legal.


O game conta com um sistema de cover muito bom que na medida em que você se familiariza com o jogo, fica cada vez mais interessante de se utilizar. Existe uma variedade muito boa de armas no jogo, desde simples semiautomática a shotguns e metralhadoras pesadas.


Uma coisa muito interessante é o sistema de gadgets, onde você pode mudar o seu sistema de visão (ativando visão noturna, por calor, além também de usar a lanterna). O som do game é bem legal, com vários sons muito realistas.
Os gráficos do jogo são muito bons, principalmente dos cenários, que são muito variados e bem bolados. Os personagens são bem feitos, mas poderiam ser melhor trabalhados, mas não é nada que atrapalhe a diversão.

Jogabilidade

A jogabilidade do game é um pouco complexa, já que conta com um sistema bem diferenciado dos demais do estilo. Para acessar as armas, por exemplo, você deve segurar o botão digital → e então aparecerá na tela as armas que o jogador possui, cada uma com um botão atribuído (quadrado, bola, triangulo e X), basta apertar um dos botões e sua arma estará equipada. Da mesma maneira funciona o sistema de gadgets só que o menu é acessado com o botão ←.


O jogo conta com movimentos bastante fluídos o que ajuda na hora do tiroteio, a mira responde bem de acordo com a arma em questão, por exemplo uma arma de precisão (psg1 por exemplo) lhe dará muita precisão mesmo, uma vez que algumas metralhadoras vão perder a precisão na sucessão de tiros.


Uma alternativa muito boa no game é de você poder agir de maneira furtiva, e pegar seus inimigos de surpresa com um simples toque no botão de ação, você pode utilizar nesses casos a faca, uma arma de choque ou mesmo asfixiar seus inimigos ou atirar neles com uma arma com silenciador.

Replay



Syphon Filter Dark Mirror tem um defeito grave, ele é muito curto, em menos de 10 horas de gameplay você com certeza já o terá terminado, no entanto ele tem algumas surpresas para quem quiser se dedicar mais a jogatina e exploração. O game conta com files secretos que podem destravar extras de cada Capitulo e consequentemente missões secretas que podem ser acessadas depois, no menu de seleção de missões. Além das missões você vai poder desfrutar das artes conceituais do jogo, mas um aviso, é necessária muita exploração para destravar tudo, então isso é uma boa pedida para quem gostou do game é quer desfrutar dele um pouco mais.





Conclusão:



Syphon Fylter Dark Mirror é um ótimo jogo de tiro em terceira pessoa para Ps2, e apesar de contar com uma jogabilidade meio complexa no começo, vale cada minuto após você se acostumar com a mesma. O jogo não é fácil, mas quem é hardcore vai ver que também não é tão difícil. Uma boa pedida para quem gosta de jogos de tiro.

Sabtu, 26 Mei 2012

Análise Twisted Metal Black



Ano de Lançamento: 2001
Desenvolvido por: Incognito Inc.
Distribuído por: Sony Computer Entertainment
Gênero: Ação / Corrida e destruição com carros

Twisted Metal Black foi o primeiro game de destruição de carros lançado para o PlayStation 2, e logo de cara fez um baita sucesso. O game é a continuação da franquia Twisted Metal que obteve muito sucesso no Playstation (Psone) com os títulos: Twisted Metal, Twisted Metal 2, Twisted Metal 3, Twisted Metal 4 e Twisted Metal: Small Brawl. Algum tempo após o lançamento, saiu uma versão do mesmo jogo com suporte on-line intitulado Twisted Metal Black On-Line.

Enredo
A história do game continua corriqueira para quem já conhece a série, Calypso mais uma vez cria um torneio de destruição com carros e vai conceder ao vencedor qualquer desejo, no entanto desta vez, Calypso resolveu recrutar os competidores em um Manicômio, então todos os personagens tem uma história por assim dizer emblemática, o que da um tom sinistro ao game.

O Game
O jogo segue o esquema e a estrutura dos anteriores do Psone, com modos Single Player e Multiplayer. No Single Player temos a atração principal do jogo o Modo “story” onde você poderá escolher entre um dos 10 personagens (Tendo ainda mais 5 desbloqueaveis) e deve passar por 8 níveis até chegar ao fim, durante o percurso a história do seu personagem vai sendo contada através de cutcenes em CG. Cada história tem sua motivação e seu lados mórbidos que farão o game ficar cada vez mais obscuro. Ainda no modo songle Player temos os modos Challenge e Endurance, no primeiro você escolhe um mapa especifico para testar sua habilidade contra “n” inimigos que podem ser escolhidos por você, já no segundo você enfretará em um mapa pré selecionado vários inimigos seguidamente com apenas um vida, indo até máximo que você conseguir resistir.



No multiplayer você conta com o “2-4p Death Match”, onde você poderá jogar com até 4 jogadores num death match no melhor estilo Mad Max. Temos também “2p Coop” (Oriundo dos antigos Twisted Metal) onde você junto com um amigo pode destrinchar o game do inicio ao fim no melhor estilo Story, mas sem as cutcenes. Também está disponível o “2p Last man stand” que é um tipo de endurance onde os 2 players escolhem diversos carros e vão se enfrentando e trocando de carros até que apenas um resista na arena.


O game conta também com uma excelente trilha sonora que serve muito bem para os mapas caóticos e a destruição insana do game, nos créditos pode-se conferir também a performace do Roling Stones de “Paint it Black”.

Gráficos
O jogo tem gráficos bem fracos, com texturas bem simples que cumprem seu papel, mas que sempre deixam uma impressão de que poderia ter sido mais bem feito. Alguns mapas são bem grandes enquanto outros não, e apesar da criatividade empregada nos levels os cenários não agradam visualmente. Os veículos no entanto são bem modelados, no entanto não esperem nada demais.

Jogabilidade
O jogo tem uma jogabilidade rápida e precisa com comandos bem definidos. As armas podem ser alteradas com o r1 e l1, enquanto que pode-se utilizar as mesmas com o l2, já o r2 aciona a metralhadora (muito forte, mas limitada). Para controlar o carro podemos utilizar tanto o direcionais como o analógico esquerdo, com o analógico direito podemos acelerar e dar marcha ré (respectivamente o colocando para cima ou para traz). É possível também acelerar com o “□”, frear com “○”, além de acionar uma visão com retrovisor com o “∆”. Tudo flui muito bem. O game é bem rápido então é necessário precisão nos controles para não ser detonado rapidamente.

Replay
O jogo não é tão longo, se você estiver apenas interessado em termina-lo, no entanto ele conta com muitos personagens (15 no total), cada um com suas histórias no modo Story, além também dos outros modos que podem render várias horas de game play, tanto no Single como no Multiplayer. 


Detalhe, o jogo é bem difícil à primeira vista, é necessária bastante dedicação para se familiarizar com os mapas e as localizações de armas e vidas tão necessárias, para que você possa enfim dominar as arenas de batalha, mas tanto esforço vale a pena uma vez que o game proporciona uma diversão muito alucinante. No entanto pela dificuldade acredito que muitas pessoas que queiram apenas jogar o modo campanha possam torcer o nariz e desistir do mesmo.

Conclusão
Particularmente eu adorei o game, ele é muito divertido, mas é bem difícil no começo, vamos dizer que a curva de dificuldade que deveria ser progressiva não é nem um pouco progressiva. As cutcenes do modo história são bem legais (apesar de não serem muito bem trabalhadas), elas passam bem a sensação de tristeza e vingança das histórias.


O modo multiplayer Coop é muito show, e faz juz aos antigos do psone. Quem gosta de games de velocidade e destruição não pode deixar este aqui passar, mesmo com seu gráficos datados o game é bem legal.

Obs: Para quem se interessar vou colocar aqui um link de um vídeo meu fazendo unboxing do game, onde eu mostro mais ou menos o que vem na caixinha com o game original. Segue o link:

Kamis, 17 Mei 2012

A história (rápida) do PS2


O pessoal da www.techtudo.com.br fez uma matéria sobre o Ps2 muito legal. A postagem original é do começo do ano, e para quem ainda não conferiu vai aqui uma parte dela:
A história (rápida) do PS2

"Lançado em Março de 2000 no Japão e final do mesmo ano nos EUA e Europa, o PlayStation 2 foi um dos responsáveis por enterrar o concorrente Dreamcast da SEGA ao mesmo tempo que abriu uma vantagem de mais de um ano sob seus novos competidores (o GameCube e o Xbox). Este foi, definitivamente, um dos principais motivos que fizeram do PS2 um sucesso absoluto no mercado. Para você ter ideia, só no Japão, no dia do lançamento, foram vendidos quase 1 milhão de consoles, número que já apontava o sucesso do novo aparelho.



Porém o PS2 não foi lançado com muitos games considerados best hits pelos jogadores. O principal fator que impulsionava as vendas do console era o seu hardware, que usava como mídia o DVD-ROM. Isso permitiu que se instalasse uma base de consoles no mercado em função do recurso de reprodução de filmes em DVD, pois mesmo ele custando relativamente caro, ainda assim era uma melhor opção do que comprar um aparelho unicamente para ver filmes.
Sabiamente a Sony também fez grandes parcerias exclusivas com muitas produtoras de games, garantindo a exclusividade de títulos como Grand Theft Auto e Metal Gear Solid 2 por bons anos antes que eles fossem lançados para o Xbox. Seus principais jogos foram lançados mesmo no Natal de 2001, mesma época do lançamento dos consoles concorrentes, que de certa forma foram ofuscados pelos games do PS2. Se não bastasse, desde o anúncio do console a Sony soube martelar no recurso online do aparelho, lançando em 2002 seu adaptador para rede online acompanhado de um headset e do game SOCOM U.S. Navy SEALs. Como vantagem sob seu concorrente direto, a Sony não cobrava uma única taxa para se jogar online. Mas o grande trunfo mesmo foi fazer com que a Electronic Arts garantisse a exclusividade de seus games online até meados de 2004.

Dentre todos os consoles da época, o PS2 era sim, o que possuía o hardware mais fraco, seguido pelo GameCube e finalmente Xbox. Porém, era também o que possuía a arquitetura de desenvolvimento mais sólida e prática. Justamente por esse motivo que nasceu uma variedade de produtoras de games pelo mundo, desenvolvendo jogos dos mais variados gêneros para o console. Muitos é claro foram games completamente descartáveis, mas pela lista generosa de lançamentos, facilmente encontrávamos muito mais do que um único game que nos agradasse. Este foi o maior trunfo da Sony; o motor perfeito para possibilitar ideias criativas e rentáveis como a franquia Guitar Hero ao mesmo tempo que pôde ser estudado ao máximo ao longo dos anos, dando vida a games fantásticos graficamente (como God of War) e fôlego necessário para que a nova geração chegasse no seu tempo correto.
Hoje, quase 12 anos após seu lançamento, o PlayStation 2 carrega os maiores números da história dos games. Mais de 150 milhões de consoles foram vendidos pelo mundo; Quase 11.000 jogos foram lançados para ele desde seu lançamento; E mais de 1.5 bilhão de games foram vendidos pelo mundo. A Sony tinha a expectativa de que a vida útil do PS2 fosse de 10 anos, mas o console vende bem até hoje (são mais de 50 mil aparelhos vendidos no mundo toda semana) e, muitos games ainda são produzidos para ele. Enquanto este ciclo existir, o PS2 continuará sendo fabricado. E assim será."
Autor: Ricardo Farah 
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