Apesar de Killzone 3 já estar no mercado, o famoso trailer da E3 de 2005, onde foi apresentado Killzone 2, ficará certamente na memória de todos.
Consciente disso, Hermen Hulst, diretor da Guerrilla Games volta a recordar em entrevista ao site Gamasutra na última semana, que esse mesmo trailer e a influência que teve na produção de Killzone 2.
Uma coisa fica assente, Killzone 2 estava a ser produzido para a PlayStation 2 e não para a PlayStation 3.
Hulst comenta, "Após termos completado o Killzone 1 para a PS2, depois de um ano e meio, até o início de 2005 estávamos a produzir um jogo para a PS2 que se chamava Killzone 2. O que aconteceu foi que nunca imaginávamos que o trailer de 2005 tivesse tanto destaque. Quero dizer, todas as pessoas pareciam que estavam a falar sobre ele, e em certa altura teria mais sentido apagar todo o trabalho feito para a versão PS2 e trabalhar para a PS3".
"O difícil nisto é que foi algo do tipo, 'Agora temos que fazer algo assim'. Mas a parte melhor é que o trailer mostrado na E3 criou na equipa uma enorme concentração".
Enfim.!! Comentem..!!
Sabtu, 14 Mei 2011
Senin, 09 Mei 2011
Analise: Contra - Shattered Soldier
Produtora: Konami Japão Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: Outubro de 2002
Gênero: Ação (direção única)
Modo's: Single-player, multiplayer offine
O combate armado de deslocamento lateral recebe uma bem-vinda actualização para a PS2 - os jogadores fracos e impacientes podem começar a fugir. Já.
-Jogabilidade
O jogo atinge seu objetivo de imitar a jogabilidade que fez os últimos 8 bits e 16 bits títulos tão populares por essencialmente duplicando o mesmo estilo de chefe-brigas e estágios. O jogo é conhecido como sendo muito difícil, ainda mais no fato de Contra: Hard Corps. Tal como o Sega Genesis jogo, Shattered Soldier tem várias terminações. No entanto, o termo recebeu agora depende do desempenho do jogador, ao invés do caminho percorrido. O jogo também introduz o conceito de "taxa de sucesso", que mede a quantidade de inimigos bateu como uma forma de métrica de desempenho. Cada destino exclusivo (ou seja: não respawnable), seja um inimigo real ou um objeto no ambiente, que é destruído, aumenta esta relação. A alta taxa de acerto, junto com a minimização de perda de vidas e continua utilizados, é essencial para receber as terminações melhor e, conseqüentemente, liberar os recursos extra escondido. O player pode reproduzir previamente esclarecidos estágios para conseguir melhores notas.
A partida importante na Shattered Soldier é o novo sistema de armas, que consiste de três armas e três tiros especiais. As cápsulas de power-up e caixa de pílula sensores de jogos anteriores sumiram. As armas principais são: a rápida metralhadora automática (Heavy Machine Gun), um lança-chamas (Flame Whip) e um lançador de granadas (Mergulhador de Minas). Estas armas primárias pode ser cobrado por um ataque mais poderosa: a vassoura redonda, que lança um "pod arma" que pulveriza balas em várias direções, o tiro de energia, uma arma de fogo de grande porte que oferece um grande dano, e uma barragem de mísseis teleguiados que traça o alvo mais próximo.
Quando o ecrã de título de um jogo mostra o slogan, "Para Jogadores de Acção Profunda", já sabemos que estamos no território de acção da pesada. E não é surpresa; a série Contra (também conhecida como Gryzor e Probotector) tem sido notável pelos seus implacáveis níveis de dificuldade, desde a sua edição original de arcada em 1987 até ao último grande título antes desse.. o chamado Contra, Contra III: The Alien Wars para a Super Nintendo. Poderá ter sofrido um lapso na sua credibilidade graças às sequelas "não oficiais" para a PS one, mas com o produtor de Contra III novamente a bordo, parece finalmente que a série voltou a encontrar o seu caminho e está preparada para entrar no século XXI.
-Militares da pesada
Se parece ser o teu tipo de jogo, então vais achar que é absolutamente fantástico, mas os jogadores menos experientes poderão perguntar-se acerca do objectivo de todo o exercício; nesse caso, os teus esforços serão, provavelmente, melhor empregues nas tentativas de The Sims. No entanto, o que poderá fazer com que continues a jogar, independentemente das tuas capacidades e do facto de estares sempre a fazer a mesma coisa, é o factor "o que virá a seguir?" A chacina constante de vilões visualmente intimidativos e inimigos de fim de nível, bem como a vasta variedade de situações em que te poderás encontrar - tais como planar em pranchas, bicicletas e baloiçar num míssil-cruzeiro - deverá ser suficiente para te convencer a continuares.
-As Guerras de Extraterrestres... outra vez
Mas, desta vez, o resultado não é a habitual e previsível transição para 3D; embora os gráficos tenham sofrido o tratamento poligonal, a acção recusa abandonar o conforto das duas dimensões. Como poderás imaginar, não se registam grandes modificações na jogabilidade (ou QUAISQUER modificações na jogabilidade), mas a justaposição de fabulosos visuais e controlos à moda antiga funciona na perfeição. Poderá tentar vestir-se com visuais caros, uma história "séria" com uma volta que só faz sentido para os maiores veteranos da série Contra, mas o jogo é o mesmo que sempre foi. Na pele do grande de Contra, Bill Rizer ou a ciborgue feminina Lucia - ou ambos no modo para dois jogadores - vais embarcar numa implacável missão, altamente destrutiva, onde as vidas são créditos muito limitados e onde um tiro mata sempre. Corres, saltas e matas milhares de inimigos enquanto tentas não ser atingido. Simples, com a excepção de que... não é simples.
-Soldado absolutamente despedaçado
É sempre bom saber que há alguém que está interessado em favorecer os jogadores que querem apenas desfrutar de uma boa dose de diversão de arcada à moda antiga, altamente explosiva e muito frustrante. E é ainda melhor saber que esse alguém é a Konami. Contra: Shattered Soldier parece que poderia ter sido feito há uma década atrás, mas a jogabilidade de grande qualidade não esmorece com o passar do tempo e quando é aliada a visuais tão contemporâneos, o resultado é incrivelmente fresco e moderno. Alguns poderão ter criticado o seu estilo tipo "teste de memória", mas isso é porque, provavelmente, não são bons em testes de memória. Afinal de contas, uma boa memória não é tão válida como qualquer outra capacidade? E outra coisa... o que é que estávamos a dizer?
Nota final: 8
Lançamento: Outubro de 2002
Gênero: Ação (direção única)
Modo's: Single-player, multiplayer offine
O combate armado de deslocamento lateral recebe uma bem-vinda actualização para a PS2 - os jogadores fracos e impacientes podem começar a fugir. Já.
-Jogabilidade
O jogo atinge seu objetivo de imitar a jogabilidade que fez os últimos 8 bits e 16 bits títulos tão populares por essencialmente duplicando o mesmo estilo de chefe-brigas e estágios. O jogo é conhecido como sendo muito difícil, ainda mais no fato de Contra: Hard Corps. Tal como o Sega Genesis jogo, Shattered Soldier tem várias terminações. No entanto, o termo recebeu agora depende do desempenho do jogador, ao invés do caminho percorrido. O jogo também introduz o conceito de "taxa de sucesso", que mede a quantidade de inimigos bateu como uma forma de métrica de desempenho. Cada destino exclusivo (ou seja: não respawnable), seja um inimigo real ou um objeto no ambiente, que é destruído, aumenta esta relação. A alta taxa de acerto, junto com a minimização de perda de vidas e continua utilizados, é essencial para receber as terminações melhor e, conseqüentemente, liberar os recursos extra escondido. O player pode reproduzir previamente esclarecidos estágios para conseguir melhores notas.
A partida importante na Shattered Soldier é o novo sistema de armas, que consiste de três armas e três tiros especiais. As cápsulas de power-up e caixa de pílula sensores de jogos anteriores sumiram. As armas principais são: a rápida metralhadora automática (Heavy Machine Gun), um lança-chamas (Flame Whip) e um lançador de granadas (Mergulhador de Minas). Estas armas primárias pode ser cobrado por um ataque mais poderosa: a vassoura redonda, que lança um "pod arma" que pulveriza balas em várias direções, o tiro de energia, uma arma de fogo de grande porte que oferece um grande dano, e uma barragem de mísseis teleguiados que traça o alvo mais próximo.
Quando o ecrã de título de um jogo mostra o slogan, "Para Jogadores de Acção Profunda", já sabemos que estamos no território de acção da pesada. E não é surpresa; a série Contra (também conhecida como Gryzor e Probotector) tem sido notável pelos seus implacáveis níveis de dificuldade, desde a sua edição original de arcada em 1987 até ao último grande título antes desse.. o chamado Contra, Contra III: The Alien Wars para a Super Nintendo. Poderá ter sofrido um lapso na sua credibilidade graças às sequelas "não oficiais" para a PS one, mas com o produtor de Contra III novamente a bordo, parece finalmente que a série voltou a encontrar o seu caminho e está preparada para entrar no século XXI.
-Militares da pesada
Se parece ser o teu tipo de jogo, então vais achar que é absolutamente fantástico, mas os jogadores menos experientes poderão perguntar-se acerca do objectivo de todo o exercício; nesse caso, os teus esforços serão, provavelmente, melhor empregues nas tentativas de The Sims. No entanto, o que poderá fazer com que continues a jogar, independentemente das tuas capacidades e do facto de estares sempre a fazer a mesma coisa, é o factor "o que virá a seguir?" A chacina constante de vilões visualmente intimidativos e inimigos de fim de nível, bem como a vasta variedade de situações em que te poderás encontrar - tais como planar em pranchas, bicicletas e baloiçar num míssil-cruzeiro - deverá ser suficiente para te convencer a continuares.
-As Guerras de Extraterrestres... outra vez
Mas, desta vez, o resultado não é a habitual e previsível transição para 3D; embora os gráficos tenham sofrido o tratamento poligonal, a acção recusa abandonar o conforto das duas dimensões. Como poderás imaginar, não se registam grandes modificações na jogabilidade (ou QUAISQUER modificações na jogabilidade), mas a justaposição de fabulosos visuais e controlos à moda antiga funciona na perfeição. Poderá tentar vestir-se com visuais caros, uma história "séria" com uma volta que só faz sentido para os maiores veteranos da série Contra, mas o jogo é o mesmo que sempre foi. Na pele do grande de Contra, Bill Rizer ou a ciborgue feminina Lucia - ou ambos no modo para dois jogadores - vais embarcar numa implacável missão, altamente destrutiva, onde as vidas são créditos muito limitados e onde um tiro mata sempre. Corres, saltas e matas milhares de inimigos enquanto tentas não ser atingido. Simples, com a excepção de que... não é simples.
-Soldado absolutamente despedaçado
É sempre bom saber que há alguém que está interessado em favorecer os jogadores que querem apenas desfrutar de uma boa dose de diversão de arcada à moda antiga, altamente explosiva e muito frustrante. E é ainda melhor saber que esse alguém é a Konami. Contra: Shattered Soldier parece que poderia ter sido feito há uma década atrás, mas a jogabilidade de grande qualidade não esmorece com o passar do tempo e quando é aliada a visuais tão contemporâneos, o resultado é incrivelmente fresco e moderno. Alguns poderão ter criticado o seu estilo tipo "teste de memória", mas isso é porque, provavelmente, não são bons em testes de memória. Afinal de contas, uma boa memória não é tão válida como qualquer outra capacidade? E outra coisa... o que é que estávamos a dizer?
Nota final: 8
Kamis, 05 Mei 2011
Analise: Formula One 2006

Publicação: Sony Computer Entertainment;
Plataforma: PS2 e PSP;
Lançamento: 28 de julho de 2006;
Gênero: Corrida;
Modos de jogo: Single Player e Multiplayer
Classificação: ESRB: 10 +
Entre de cabeça na Formula 1
Os games de Formulá 1 tem um histórico de baixa qualidade, mas não podemos incluir o F1 2006 nessa história. O game retrata a temporada de 2006 da categoria de automobilismo mais renomada e rica do mundo. Inicialmente o que nós mais procuramos num game como esse é a simulação, que ele se parece e nos traga a mesma emoção do real. Pois é ai que nos decepcionamos e vemos que o game esta longe disso. Mas em Formule One 2006 embora traga um gráfico desatualizado mesmo para é época, traz pelo menos um pouco de emoção, muito mais do que os seus inúmeros antecessores.
Vamos direto ao ponto, a jogabilidade não é tão realista mas traz uma sensibilidade "parecida com a real", a condução deve ser feita com atenção e cuidado, brecar perfeitamente nas curvas e saber onde acelerar. No passado muitos ao tentar jogar um jogo como esse logo de cara desistia, pois conduzir carros de Formulá 1 parecia impossível, em Formula One 2006 podemos desfrutar dezenas de auxiliares de condução, iniciando por sistema de freio automático, super estabilidade do carro, caso ele gire retorna sozinho a pista, ante derrapagem, e até mesmo um circuito virtual que fica sobre a pista mostrando onde devemos brecar, mirar e acelerar o carro, ou seja é um quase "dirige sozinho". O que também ajuda ao jogar se acostumar com a direção do carro são os inúmeros testes do modo carreira, mas falarei disso mais a frente.
As câmeras do carro são as mesmas de sempre, mas podemos dar um credito extra a câmera coloca a frente capacete do piloto, dando uma ótima visão do volante. O Painel do jogo nos mostra o básico, começando com as duas opções de GPS uma dinâmica que da enfeze ao ponto em que estamos no circuito, e uma outra que mostra todo o traçado com a separação de cada setor. Também existem dois tipos de velocimentro, um analógico com ponteiro, e outro digital com as marchas e rotações do motor. O Painel também nos mostra a posição em que estamos (obvio, todo jogo de corrida tem isso), o tempo em cada setor, se foi melhor ou pior, o combustível, e o estado do carro.
O sistema de danos do carro é simples, porem até que é realista, entrar na traseira de um carro pode significar a perda de um bico, asa dianteira ou até mesmo uma roda, tornado o carro inguiável. Basta dar uma passada nos boxes para dar um acerto no carro, para cada coisa que for feita no pit stop e necessário que um botão seja pressionado, algo parecido com aqueles sequencias de golpes automáticas do God of War. Lembre-se que quanto mais rápido apertar menos será o seu tempo de box. Durante uma corrida grandes danos podem significar abandono da corrida. Podemos também antes da corrida escolher se queremos que haja uma possível falha nos componentes do carro ou não, dando mais realismo ao jogo.
Antes das corridas podemos mudar inúmeras opções, sejam elas para o carro ou para a corrida. Podemos podemos escolher a dificuldade primeiramente, pode ser Fácil, Médio ou Fifícil, quanto maior a dificuldade menores serão os tempos dos adversários, e não pense que eles darão passagem facilmente, pois a inteligência artificial dos pilotos também aumenta, também pode-se alterar a duração da corrida, onde escolhemos uma porcentagem com base numa corrida normal, se queremos danificação, desgaste do pneu, combustível, ou até mesmo uma possivel falha de componentes do carro, podemos até mesmo colocar volta de aquecimento/apresentação e podium.
Na primeira vez que entramos no jogo criamos o nosso perfil, colocando o nosso nome, escolhemos a aparência do nosso piloto, podemos mudar a cor, face, cor do capacete e pais na natal.
Agora os modos de jogo, começando pelo modo Carreira, usaremos o perfil criado no começo. No inicio podemos escolher a dificuldade da nossa carreira, isso inclui corridas, testes, admissão e promoção para piloto numero um. Depois que escolhermos a dificuldade, vamos ao recrutamento podendo optar por três escuderias de classe baixa para começarmos a carreira, sendo que se deve passar por um teste de tempo em cada uma delas para entrar. Com base na dificuldade escolhida no começo os testes para se tornar um piloto pela esconderia que optou são mais difíceis, e em maior numero, se falhar em muitos será mais demorado para se tornar um piloto numero um e disputar campeonatos, mo inicio da carreira somos pilotos de testes, avaliando carro em diversas situações, sempre devemos fazer um menor tempo do que o tempo estipulado pelo jogo. A medida que disputar os campeonatos, novas e melhores escorias vão te chamar dando continuidade a carreira. Também é claro podemos jogar de com 2 ou mais jogadores.
Também podemos jogar no modo campeonato onde apenas escolhemos um piloto sem compromisso com carreira. E um modo para uma corrida amistosa.
Durante os campeonatos antes de cada corrida podemos participar de três treinamentos para se acostumar com a pista ,e melhorar os tempos. Depois vamos a qualificação para se classificar no grid de largada.
Seja nos testes ou na qualificação podemos mudar as configurações do carro, adequando-o as pistas, podemos também avançar o tempo durante eles para ver os tempos dos outro pilotos e compara-los com os nossos.
Aqui esta um quesito em que o game perde um pouco "potência", os gráficos. Os cenários a primeira vista parecem ter um boa aparência, principalmente no que esta em primeiro plana. Mas dando uma olhada melhor podemos notar que os prédios, casas e arquibancadas são simples na realidade. Porem o que nos salta os olhos foi mais bem preparado, um exemplo são as arvores trazem um belo efeito de luz do sol das folhas. Já os carros dão um show a parte, trazem texturas bem feitas sem muitos exageiros. O efeito de velocidade também foi muito bem trabalhado, embasando a tela nas pontas, deixando o cenário "um pouco mais realista". Em dias de chuva podemos notar as gotículas de agua na tela, e os reflexos dos pneus aumentarem.
A parte de áudio também foi bem trabalhada, este game trouxe o ronco dos motores o mais proximo do real, sem contar o Formule One 2010 é claro. Algo que chama atenção e que ajuda muito nas corridas é o técnico ou engenheiro (não sei bem o que ele é XD) que sempre esta falando seus tempos, as posições dos outros pilotos, o estados dos pneus, e se ouve acidentes da pista, pedindo para que não ultrapasse, lembrando que podemos deixar o jogo todo em português inclusive as narrações (Apenas na versão Européia).
AI dos outro pilotos também foi muito bem trabalhada, melhora dependendo da dificuldade escolhida por você, no Fácil eles "vão tirar o pé", vão dar passagem com mais facilidade também. No Médio a coisa piora um pouco, e já no Difícil pode esperar um grande desafio, os pilotos agora não vão dar passagem com tanta facilidade. Outra coisa que é interessante é que como um piloto normal, eles também podem cometer erros, dando bandeira amarela no setor do acidente.
O game até que não esta tão desatualizado
confira uma lista com pilotos e circuitos presentes no jogo:
Escuderias e Pilotos
A emoção do automobilismo faz forte presença na Formula 1 e poucos games baseados na categoria conseguem retratar isso, Formule One 2006 consegue passar parte disto, todos que ao menos acompanham as corridas de domingo da F1 devem ter este jogo na sua prateleira.
Mesmo sendo desatualizado, mesmo não sendo o máximo de realismo, mesmo sendo de 2006 ainda da pra sentir um pouco o que ser um piloto de formula 1, conduzindo um carro que supera facilmente os 300 km/s.
Prós
- Jogabilidade bem aprimorada;
- Varias opções para corrida e carro;
- Carros clássicos podem ser destravados;
- Opção de jogar em Português (Portugal);
- Varias opções para corrida e carro;
- Carros clássicos podem ser destravados;
- Opção de jogar em Português (Portugal);
- Audio também dublado em Português (Portugal)
- Não tem a narração do Galvão Bueno XD;
- Passa a mesma emoção das corridas reais;
- Efeitos sonoros.
Contras
- Os gráficos durante o jogo estão fracos mesmo pra época;
- Desatualizado, mas nem tanto.
Jogabilidade: 9.0
Gráficos: 8.0
AI: 9.0
Áudio: 8.9
Nota Final: 8.9
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