Senin, 04 April 2011

Valkyrie Profile 2: Silmeria



Caros leitores, como deve ter percebido minhas postagens estão bastante raras. Isso se dá ao fato de eu praticamente não ter tempo para sentar e escrever, pois o estágio e a faculdade estão consumindo todo o meu tempo.
Mesmo assim, lá vai um vídeo sobre um jogo que estou detonando. Só posso dizer que recomendo e que vale muito a pena sentar pra jogar esse belo RPG.

Minggu, 03 April 2011

(Rumor) FIFA 12 terá versão para PlayStation 2

Através de um perfil de um funcionário da EA, confirmou-se que o estúdio está desenvolvendo FIFA 12 para PlayStation 2
Juan José Pérez Galera é membro de '''Localização de Software Engineer II da Electronic Arts''', ele revelou através de seu perfil do 'LinkedIn' que a Electronic Arts esta tambem desenvolvendo o jogo de futebol para a próxima geração de portatil da sony, o recem anunciado NGP

- FIFA 12 (PSP, X360, PS3, PlayStation 2, PSP2, PC, Wii, NDS, N3DS) lançamento europeu e asiatico


Dê uma olhada no link abaixo do menbro da ''EA'' e tire suas propias conclusões, agora resta saber o anuncio oficial pra ter certeza deq FIFA 12 tambem será lançado para o console eterno.

Fonte oficial: http://www.linkedin.com/in/jgalera

Sabtu, 02 April 2011

Analise: Time Spliters 2

Produtora: Free Radical Design
Distribuidora: Eidos
Gênero: FPS
Lançamento: 9 de outubro de 2002
Modos: Singleplayer e Multiplayer
Classificação: Teen




Em 1997, ''Goldeneye'' foi lançado para o Nintendo 64 e revolucionou o gênero FPS nos consoles ao apresentar uma ótima campanha single palyer e um excelente modo multiplayer. Tempos depois, três dos principais membros responsáveis pelo jogo abandonaram a RARE (desenvolvedora) para fundar a FREE RADICAL, onde suaram a camisa para terminarem o FPS TimeSplitters a tempo do lançamento americano do PS2 em 2000. Por apresentar uma história bem original e um grande e genial modo Multiplayer, além de humor (algo incomum para a maioria dos FPSs), o game foi um sucesso instantâneo, merecendo assim uma sequência. Em 2002, a continuação TimeSplitters2 foi lançada, reparando diversos erros do primeiro game e uma ênfase maior no modo singlepalyer em relação a anterior, além de gráficos melhores, o que o tornou um dos melhores jogos do gênero no console, principalmente pelo seu ótimo modo multyplayer.


DE VOLTA PARA O PASSADO... E FUTURO Em TimeSplitters 2 o modo campanha pode ser jogado sozinho ou cooperativamente, além de estar maior e possuir uma trama mais elaborada em relação a versão anterior. Nesta sequência, o grupo de alienígenas bandidos chamado TimeSplitters está de volta e desta vez roubaram uma série de cristais do tempo que irão permitir viajarem através das eras para mudar os rumos da história da humanidade, afim de resultar em consequências catastróficas. Para evitar isso, o personagem terá que viajar através do tempo para recuperar os cristais de volta e impedir novamente que os TimeSplitters mudem os rumos da história.

São ao total 10 níveis que se passam em diferentes épocas e lugares, como a Chicago dos gângsteres de 1930, o velho-oeste do século 19 e até mesmo a NeoTokyo de 2019 e uma estação espacial em 2401. As fases possuem objetivos primários e secundários bem variados, sendo que outros aparecem no decorrer das missões, além de contarem com enigmas, quebra-cabeças, inimigos e desafios dos mais diversos. Existe muita interação com os cenários, como por exemplo, se o personagem estiver pegando fogo, ele pode se molhar embaixo de um chuveiro ou qualquer outra fonte de água, entre muitos outros tipos de interações. Em meio a toda essa gama de variedades e possibilidades, o jogador ainda pode cumprir as missões como quiser, seja de modo furtivo ou franco. Em ambos esses meios as fases não deixam a desejar: na primeira fase que se passa em uma represa russa, a prioridade é agir furtivamente, para isso o personagem possui um Sniper-rifle e um pistola silenciadora, além de contar com um mapa para ver a posição dos inimigos e o campo de visão das câmeras de vigilância, elementos que não podem faltar em uma abordagem sutil. Agora, se o jogador quiser agir francamente, atirando em tudo que se vê, não irá se decepcionar, pois terá a sua disposição as AK-47 com lança-granadas dos inimigos que por sua vez são bem variados e contam com uma I.A apurada, caixas e barris explosivos espalhados pelo cenário para detonar com eles e até mesmo a possibilidade do personagem dar socos caso esteja sem munições. A maioria das fases foram projetadas para se adaptar ao gosto e abordagem dos jogadores, o que aumenta muito o valor replay. Para ver os mapas das fases não é preciso ir á um menu, pois o personagem conta com um aparelho que pode ser acessado entre a seleção de armas, onde mostra os mapas das fases, as posições dos inimigos e as localizações dos objetivos. Este aparelho possui até mesmo minigames que podem ser acessados a qualquer momento, como os clássicos jogos SNAKE e SPACE INVADERS, entre outros, todos escondidos em forma de ''cartuchos'' pelas fases para o jogador encontrá-los. O game ainda contém um ''Challenge Mode'', que são mini desafios em cada uma das fases, seja roubar algo de um lugar sutilmente ou eliminar vários zumbis em um determinado tempo, liberando novas opções para o modo multiplayer.
MULTYPLAYER

É no multiplayer que se concentra a maior parte de TIMESPLITTERS 2. Este se situa no modo chamado ARCADE, que é dividido em ARCADE CUSTOM e ARCADE LEAGUE. O ARCADE CUSTOM possui as opções deathmatch, team deathmatch, capture the bag, bag tag, flame tag, eliminação, psiquiatra, vampiro, ladrão, regeneração, sanguessuga, vírus, zonas, assalto, gladiador e assistente de macaco, cada um com diversos personagens e cenários para o jogador escolher. Já no ARCADE LEAGUE, todas essas opções estão divididas em três graus de dificuldade chamados AMATEUR, HONORARY e ELITE, cada um com uma série de jogos diferentes. O game ainda conta com um editor de mapas completo onde o jogador constrói as fases do jeito que quiser, com uma vasta gama de opções como cor, iluminação, objetos, quantidade de inimigos e até mesmo a possibilidades de criar uma história para a partida e personagens, enfim...a gama de ferramentas é infinita onde apenas a criatividade é o limite. O game possui uma imensa lista de personagens que variam desde soldados, passando por cowboys, gângsteres, alienigenas até robôs futuristas e muitos outros a disposição. São ao total 120 personagens, embora a maioria deles esteja bloqueado de início, sendo destravados conforme se ganha nas diversas partidas de jogos. INIMIGOS E ARMAS

TIMESPLITTERS 2 possui uma grande variedade de armas e inimigos, todos característicos das épocas em que se passam as fases. Durante sua jornada pelas diferentes épocas, o jogador irá enfrentar gangsters, cowboys foras-da-lei, nativos aztecas, robôs, alienígenas e até mesmo zumbis( com a possibilidade de arrancar braços e cabeças usando uma arma potente), entre muitos outros inimigos! Só na primeira fase do game, o jogador irá enfrentar soldados russos, zumbis e um imenso helicóptero militar. Cada fase possui um chefão final, mas não apresentam um nível de dificuldade tão grande, mas ainda assim são bastante desafiadores. A I.A dos inimigos é bem apurada, eles se movimentam de um lado para outro enquanto atiram, procuram cobertura e fazem estratégias para cercá-lo e acertá-lo por trás. As armas são características de cada época, ou seja, na fase dos gangsteres de 1930, prepare-se para usar a clássica Thompson 1928, já em uma represa russa em 1990 voçe terá a disposição uma AK-47 e em uma fase ambientada 400 anos no futuro voçe irá experimentar uma potente arma que dispara raios. As armas esbanjam criatividade, como em uma pistola futurista cujos tiros tem o poder de ricochetear pelo cenário, (aumentando a possibilidade de acertar os inimigos...e você) ou no caso do arco-e-flecha, onde se é possível pegar as flechas de volta depois de acertadas. Todas as armas possuem um modo de disparo secundário, além de ser possível usar duas ao mesmo tempo, desde pistolas até metralhadoras. Em relação ao sistema de mira, ao apertar o botão L2, irá aparecer uma mira na tela que não da zoom, mas serve para ser controlada ao movimentar o analógico direito, o que dá uma ótima precisão para acertar os inimigos, sendo tão eficiente quanto as miras tradicionais da maioria dos FPSs. Caso o jogador não se acostume com os controles, é possível customisá-los, algo raro neste gênero de jogo. GRÁFICOS E SOM

Por ser um game de 2002, TIMESPLITTERS 2 não apresenta gráficos tão realistas, mas as cores são bem vivas e a iluminação é um show á parte, dando um ótimo visual ao ambientes e texturas.O visual dos personagens possui um estilo caricato, o que dá uma atmosfera de humor ao game. Os efeitos visuas das armas que disparam raios e tiros de plasma são de encher os olhos, num ótimo jogo de luzes durante os tiroteios, assim como os demais efeitos visuais que também estão competentes. A física cumpre muito bem o seu papel, com uma grande quantidade de objetos que sofrem danos aos disparos de armas e explosões. A trilha sonora possui músicas características de cada época, cada uma com um estilo músical diferente.

FPS ATEMPORAL

TIMESPLITTERS 2 possui um ótimo e vasto modo multiplayer que garante a diversão em grupo por horas e horas a fio, além de possuir uma campanha single player que não fica devendo em nada, apesar de ser um pouco curta. Com diversas modificações e opções de jogo, seu valor replay é praticamente infinito. Um FPS variado em todos os sentidos, com uma história bem original e um ótimo clima de humor que não deve faltar na coleção de nemhum amante de FPS. Um clássico de hontem, hoje e amanhã!


Gráficos:8.5
Som:9.5
Replay:10
Jogabilidade:10

Nota geral:10

Kamis, 31 Maret 2011

Prévia: Madden NFL 2012



Mais um game foi anunciado para ser lançado no console eterno, trata-se de um jogo de 'futebol americano', (esporte popular dos EUA), com previsão de lançamento para inicio de ''agosto'' esta sendo desenvolvido pela 'EA-Sports'.

Uma das novidades para o anunciamento do jogo é a escolha dos própios usuarios a respeito da capa da edição 2012 do game, são 32 jogadores disponiveis das principais equipes de futebol americano profissional e para escolher o jogador basta ir no site da 'EA'


-Resumo: Modos presentes na versão para PlayStaiton 2, ''unico jogador e multiplayer''.. não haverá modo online na versão para o console eterno. São 32 equipes da divisão principal alêm de estadios e jogadores totalmente licenciados de acordo com a liga NFL


Mais novidades em breve...

Fonte: http://www.ea.com/madden-nfl/ps2

Minggu, 27 Maret 2011

Analise: SOCOM - U.S. Navy SEALs Combined Assault


Plataforma: Playstation 2 e PSP
Lançamento: 07/11/2006
Produtora: Zipper Interactive
Distribuidora: SCEA
Gênero: Tiro Tático Moderno

 
O universo multiplayer nunca mais será o mesmo! Prepare-se para muitos tiros, táticas e ação!


A franchise SOCOM tem sido um grande sucesso e não só lançou a utilidade on-line do Playstation 2, como também definiu como a funcionabilidade on-line PS2 deveria ser. Fez o mesmo em Fireteam Bravo no PSP no ano que se passou. Agora, SOCOM: U.S. Navy SEALs Combined Assault chega, como algo entre uma expansão do SOCOM 3 e um título original, aumentando o que já tínhamos visto do jogo e introduzindo novidades à série, como ação instantânea para o console e a habilidade de jogar o modo campanha de forma cooperativa e on-line. E, acima de tudo isso, é compatível com SOCOM 3, permitindo que ambos os jogadores de ambos os jogos possam se enfrentar, desde que nos mapas de Combined Assault.

Enquanto o jogo vem com novidades que avisam como será o futuro da série, esse semi-pacote de expansão demonstra alguns elementos de design que não chegam a fazer par com o que já vimos no passado. Isso sem falar que não seja talvez uma compra necessária para quem já tem SOCOM 3, pois mesmo que seus modos on-line funcionem, estão longe da perfeição.



O modo de campanha aparenta estar meio desconectado da abordagem dos jogos anteriores. SOCOM 3 fez grandes passos, dando um interessante modo single-player, mas Combined Assault dá alguns passos para trás. O enredo não é tão bom e as missões passam uma impressão de não estarem relacionadas, ao invés de serem uma seqüência de objetivos conectados. Muitas aparentam ser como ações instantâneas ligadas, onde os inimigos são aleatoriamente escolhidos para uma fase e você simplesmente deve ter a certeza que irá exterminar a todos.

Há também alguns problemas na IA relacionados tanto aos membros do seu time quanto aos inimigos. Os soldados às vezes enfrentam problemas de elevação, onde eles irão correr para uma inclinação que está muito elevada para se subir, ficando presos e correndo em um único lugar. Seu time também enfrentará alguns problemas para encontrar caminhos, sendo que eles não conseguiram lhe encontrar se você for muito na frente.



Há problemas também quando você manda seu time esperar para atirar ou para atirar a vontade. Um exemplo disso é se seus oponentes estiverem a 50 metros de distância e começarem a disparar, seu soldados não responderão com tiros até que você os ordene, onde normalmente qualquer um retornaria os disparos, o que acaba se tornando meio frustrante.

Enquanto a história não é tão boa e há problemas nas estruturas de missões, existem alguns aspectos interessantes aqui. Um deles é que o enredo não tão linear quanto em Fireteam Bravo 2, pois você geralmente será capaz de escolher qual missão aceitará. Esse é até um dos motivos pelo qual a história não é tão forte, uma vez que a narrativa não pode ser conectada a cada missão individual, mas é realmente interessante jogar dessa forma. Outra coisa realmente perfeita é o suporte para jogar o modo cooperativo para quatro jogadores. Fãs de outros games de tiros táticos, como Rainbow Six, por exemplo, sabem o quão divertido é pegar uma série de terroristas juntamente com seus amigos, e agora os fãs de SOCOM poderão experimentar isso.



Uma área onde a série fez melhorias é a busca por perfeição no single-player. Agora existe uma série de itens destraváveis caso você consiga certo número de headshots, ache as salsichas escondidas ou capture inimigos suficientes, e por aí vai. SOCOM Crosstalk, que é a habilidade de comunicação entre o PS2 e o PSP, também recebeu uma melhoria. Completando objetivos em um jogo dará muito mais suporte ao outro. Como por exemplo, você poderá encontrar o mesmo grupo de militantes em ambos os games, caso os derrote em um e depois transfira as informações, eles já estarão mortos no outro. É bem interessante, acredite.

E se há falhas no modo de campanha, especialmente depois das melhorias de SOCOM 3, a área onde SOCOM é excelência, o multiplayer, não desaponta! Como já foi mencionado, você será capaz de jogar com pessoas do SOCOM 3, uma vez que o servidor roda mapas dessa versão do jogo ou faz downloads de expansão. E há novamente suporte para 32 jogadores.



Combined Assault inclui um número de novos mapas, sendo que a maioria é bastante divertida. A retaliação é das melhores, com muitos telhados e locais para snipers, visando batalhas realmente tensas. Muitos dos mapas têm uma série de oportunidades de jogabilidade, com pontos que aumentam a estratégia, fazendo da partida de um simples tiroteio a um estratégico jogo de xadrez com disparos e muita ação. Se você vai batalhar à distância com uma metralhadora, se irá pegar os oponentes com uma sniper ou se vai atacar à curta distância com uma escopeta, os mapas darão possibilidade para qualquer uma dessas opções, pode ter certeza! Seu estilo será sempre bem aproveitado.

O único problema é no estilo “jogo de eliminação”, onde quando dois ou três jogadores permanecerem, as partidas podem durar uma eternidade. O que é um problema de mapas com suporte para 32 jogadores e uma baita dor-de-cabeça para qualquer produtor de games de tiro tático de hoje em dia. Mas Combined Assault tem alguns dos maiores mapas, e há formas de se resolver isso com diminuição quando a quantidade máxima não é alcançada. Vamos torcer para que esses problemas sejam resolvidos nas próximas versões.



SOCOM: U.S. Navy SEALs Combined Assault é um game forte em muitos aspectos e talvez melhor que SOCOM 3 por causa do multiplayer. Enquanto a jogabilidade on-line é o ponto chave para o seu sucesso, Combined Assault tem um single-player muito simples, não tão forte como no passado. A habilidade de jogar contra os jogadores de SOCOM 3 é que dá uma experiência fantástica e os novos mapas são muito bons. Se você é um fã da série, não ficará desapontado desde que não espere muito mais do que um pacote de expansão.

Analise: Heroes of the Pacific

Plataformas: PS2, XBOX e PC
Lançamento: 28/09/05
Produtora: Condemaster/Ubisoft
Distribuidora: Transmission Games
Gênero: Combate aéreo/Simulador



Guerra, aviões, dogfight. Seja você também um herói do Pacífico.


Pearl Harbour, Wake Island, Guadalcanal, Iwo Jima, Midway, Leyte Gulf e Coral Sea, são nomes familiares? São alguns dos palcos de guerra à disposição neste jogo.

Em Pearl Harbour, os americanos tinham toda a sua frota militar fundeada e, numa manhã em 1941, os japoneses atacaram de surpresa, destruindo muitos dos enormes porta-aviões. O USS Arizona, queimou durante dois dias, ainda hoje permanece em ruínas.


No início do jogo o personagem principal conta um pouco da sua história, como virou um piloto de caças. No jogo inteiro há propagandas e idéias fantasiosas meio distante da realidade com o que se passava na realidade nos anos 49, após o ataque em Pearl Harbour.



No total temos uma frota de 35 aviões para pilotar, mas que temos que debloqueá-los antes. Iniciamos com um P-40, mas logo desbloqueamos o poderoso caça japonês Zero ou o bombardeiro Dauntless SBD. Fora esses, há alguns caças experimentais da época como o Lockheed Shooting Star. Mas não espere nada de caças de alta tecnologia como secretos ou bonus, vide F-22 e Migs a disposição. O jogo não traz esse gostinho.

São 26 missões dramáticas, que não poderemos salvar tudo. Sempre haverá baixas, edifícios destruidos e outras causalidade. Fora do modo Campanha, há um modo de Treino, Jogo Rápido, um que poderemos repetir as missões das campanhas, Multiplayer e Online. O modo Multiplayer divide a tela em dois, já o modo Online permite jogarmos com até 8 jogadores.



Um aspécto interessante do jogo é que não há queda brusca de quadros por segundo mesmo com mais de duas centenas de aviões voando juntos. O sistema do jogo fez um milagre para que isso fosse possível.

Há dois tipos de pilotagem no jogo, um fácil e outro avançado, mas nenhum supera a simulação realista que vimos em Fligh Simulator. Basicamente é uma jogabilidade arcade/simulador, mas manobrar os aviões com os dois botões analógicos é um tanto complicado no início. Após de um tempo acostumamos e já estavamos fazendo várias manobras para desviar dos oponentes.

Ainda sobre a jogabilidade, neste jogo temos alguns elementos inéditos, ou muito raros para jogos de caças antigos. Inicialmente há o War Speed, estilo nitro que faz o avião voar com uma velocidade incrível, seria como um Afterbunner. E outro é a possibilidade de personalisação dos aviões, melhorando motor, munição, seria um tunning de aviões.



Em quesitos gráficos o jogo não é nada surpreendente, mas há cenários enormes, cheio de detalhes e reconstruídos com uma proeza incrível, lembrando muito como seria na realidade. Os aviões também reconstruidos com perfeição e podendo personalizá-los fica mais interessante ainda.

O som se mantém na média de jogos desse estilo, efeitos sonoros recriando sons do motor, dos tiros e balas atingindo a fuselagem. Nas animações enter os níveis há uma narração da história antes da missão e o que acontece na época.



Heroes os The Pacific não segue a mesma linha de simuladores de aviões com sua jogabilidade meio termo entre arcade e simulador. E com isso se torna muito mais acessível para aqueles que não gostam de simuladores cheios de comandos. Os extras que ele traz faz o fator replay muito interessante. Assim é um ótimo jogo que torna agradável ser jogado seja sozinho nas missões ou com os amigos em um bom e velho dogfight nos céus da Segunda Guerra Mundial.

Nota Final: 7,5

Senin, 21 Maret 2011

Analise: Red Faction


Produtora:Volition
Distribuidora:THQ
Lançamento:22 de maio de 2001



Gênero:FPS

Modos:single-player e multiplayer off-line

Classificação:M

Em 2001, o PS2 estava recebendo uma série de FPSs sem muitas inovações e que não despertavam grande interesse dos donos do console. Alguns títulos como TIME SPLITTERS, UNREAL TOURNAMENT e QUAKE 3 até chamavam atenção, mas possuíam nenhuma novidade a outros jogos do género, sendo apenas mais do mesmo. Eis que a THQ resolveu lançar RED FACTION, que por apresentar uma incrível jogabilidade e um sistema de física revolucionário de destruição de cenários, o título acabou sendo o primeiro grande FPS do PS2 e um dos mais aclamados até hoje. Com o passar dos anos e novos FPS sendo lançados, o título e sua continuação foram caindo no esquecimento, sendo que a série voltou a ganhar popularidade com o terceiro game chamado RED FACTION GUERRILLA para os consoles da nova geração. Embora seja um FPS um tanto (injustamente) desconhecido, é um título indispensável para qualquer usuário de PS2 que gosta de FPS.



BEM-VINDO A MARTE


Ano 2075. Os recursos minerais da Terra estão se esgotando e os humanos necessitam cada vez mais deles para sobreviver. Uma grande corporação chamada ULTOR começa uma operação de mineração em Marte. As condições de vida nas colónias de mineração são deploráveis, os direitos humanos para os mineiros são poucos, a alimentação é precária, os alojamentos são apertados e não possuem espaços para laser, ou seja, eles vivem para trabalhar e não trabalham para viver. Pra piorar, uma doença sem antídoto disponível (pelo menos dentro das imediações da colónia de mineração) chamada ''A PESTE'' está correndo solta por toda a colónia matando mais e mais trabalhadores a cada dia. Você controla PARKER, um mineiro que resolve ir para Marte para recomeçar uma nova vida, levado pelas falsas promessas e vantagens de propaganda oferecidas pela ULTOR. Quando ele começa a trabalhar nas colónias de mineração, percebe que a realidade é bem diferente do que antes imaginava.

JUNTE-SE A FACÇÃO VERMELHA



O jogo começa com PARKER e um colega chegando ao fim de seus turnos após um árduo e típico dia de trabalho, mas são impedidos de irem embora por um guarda de segurança que insiste que eles continuem trabalhando mesmo após o fim de seus expedientes. O colega de PARKER, indignado há muito tempo com os abusos de trabalho e maus tratos, se descontrola e resolve partir para cima do guarda aos olhos de vários mineiros e guardas presentes na caverna, ocasionando uma briga entre os dois que resulta na morte do colega. Esta ''faísca'' desencadeia uma rebelião de mineiros por toda a colónia, resultando em diversas mortes e em meio a isso eles recebem ajuda da RED FACTION, um grupo de rebeldes formado por trabalhadores e funcionários da ULTOR que há muito tempo já vem tentando derrubar a tirania da corporação. A líder da facção chamada EOS e um técnico de segurança chamado HENDRIX irão ajudar PARKER a lutar contra a tirania da ULTOR e escapar de seu imenso complexo junto com seus colegas mineradores.



JORNADA MARCIANA



RED FACTION possui um estilo de narrativa sem cortes semelhante a HALF-LIFE , ou seja, uma progressão sem divisão por fases ou interrupções e com diversos eventos scriptados, embora possua algumas CUT-CENES que aparecem no decorrer do jogo, mas que são rodadas com os gráficos em tempo real. Assim como na maioria dos FPSs, em RED FACTION a progressão é linear, mas ao contrário dos outros títulos, a maioria dos ambientes são abertos para exploração, com diversos caminhos e lugares paralelos. Os ambientes são bem variados, sendo que o jogador irá passar por cavernas, lagos subterrâneos, complexos da ULTOR, laboratórios, escritórios e até batalhas em pleno solo arenoso de Marte, entre muitos outros lugares. Ao contrário da maioria dos FPSs, RED FACTION não se resume apenas a ir prosseguindo e atirando, haverá momentos em que o jogador irá precisar se infiltrar em certas instalações para cumprir determinadas missões. Para passar despercebido, o personagem precisa se disfarçar com determinados uniformes á disposição que permitem acesso livre a essas áreas. Esses locais estão repletos de retratos-falado de PARKER, EOS E HENDRIX espalhados pelas paredes e para não ser reconhecido, o personagem precisa passar á uma certa distância dos guardas, civis e câmeras de vigilância para não reconhece-lo, além de ser possível esconder os corpos dos guardas e civis, caso voçe os mate. Os lugares onde acontece as missões de infiltração são completamente abertos, como em escritórios e laboratórios, onde diversos guardas e civis circulam pelo local, o que aumenta a gama de estratégias e possibilidades para se cumprir as missões.



ARMAMENTO DESTRUTIVO: ARMAS E VEÍCULOS



O armamento de RED FACTION é bem variado que vai desde uma simples arma-de-choque, passando por pistolas, metralhadoras, shotguns, sniper-rifle, granadas, detonadores, bazucas, lança-chamas,uma RAIL-GUN e até mesmo uma super-arma secreta que ocupa metade da tela e possui um alto poder destrutivo. Para se defender, o personagem tem a disposição um escudo que serve também para empurrar e golpear os inimigos. Todas as armas possuem uma função secundária ao apertar o botão R2, como por exemplo, em uma metralhadora o tiro será automático, já no caso da shotgun ela irá disparar 8 tiros seguidamente e no lança-chamas o personagem pode pegar o tanque de combustível da arma e lança-lo como uma granada de napalm. Todos esses modos secundários que as armas possuem são muito úteis na hora do combate, pois os inimigos são extremamente inteligentes. O personagem possui duas barras de energia, uma do uniforme e a outra do próprio corpo.

Ao longo da aventura, o personagem irá utilizar diversos veículos, tais como carros, tanques, módulos submarinos, naves e até uma furadeira gigante, todos equipados com grande poder de fogo e destruição, mas haverá momentos em que os inimigos também irão usa-los, ocorrendo até mesmo batalhas entre veículos.


INIMIGOS



Os inimigos que o jogador irá enfrentar são bem variados, como guardas, seguranças, mercenários, robôs e até mesmo criaturas que habitam as profundezas dos subterrâneos de Marte. Os inimigos são extremamente inteligentes, se escondendo atrás de objetos e crateras recém criadas por explosões, dando cobertura um ao outro, além de fazerem estratégias para para te acertar por trás caso fique parado por muito tempo. E se o meio ambiente carece de objetos para se esconderem enquanto recarregam suas armas, eles irão fugir gritando ''Não atire! Estou desarmado!'', para depois voltar e surpreender você com a arma carregada. Você terá que pensar em um meio de ataque para acabar com os inimigos, ao invés de sair simplesmente atirando como na maioria dos FPSs, pois a I.A deles é bastante avançada para o jogador utilizar este simples ato de ''correr-e-atirar'' como é usado em muitos jogos do gênero.




ISTO É GEO-MOD!



A principal característica de RED FACTION em relação aos outros FPSs do ps2 é sua tecnologia chamada GEO-MOD (modificação de geometria). A GEO-MOD é um sistema de física desenvolvida pela VOLITION exclusivamente para este jogo, que permite destruir grande parte dos cenários de uma forma extremamente realista, como por exemplo, se você tiver um lança-foguetes é possível criar um ''túnel'' na parede como um atalho e sair do outro lado do cenário ou abrir uma imensa cratera no chão. Paredes, tetos, chãos, tudo é destrutível! Se você encontrar um porta trancada, é possível contorná-la criando um buraco ao lado dela para passar para a outra sala, ou se por acaso, se vários inimigos estão em uma ponte, você pode derruba-la por completo poupando assim tempo e munição, as possibilidades são infinitas. Muitos ambientes possuem lugares secretos que só podem ser acessados ao se destruir os cenários, revelando assim novos locais escondidos. A destruição em RED FACTION não é pré-determinada como em outros jogos: geralmente em games que possuem destruição como BLACK, você atira em uma parede, pilar ou qualquer outro elemento e eles se quebram sempre nas mesmas partes. Em RED FACTION os elementos tais como paredes, tetos e chãos sempre se quebrarão de uma forma diferente, sem partes pré-definidas para se partirem, além de possuirem uma destruição ilimitada! Nem todos os ambientes são destrutíveis, pois as estruturas de certos lugares são de concreto ou de um material mais resistente que impedem de serem destruídos. A GEO MOD proporciana uma vasta gama de possibilidades numca vista em em nenhum outro game do PS2, sendo uma tecnologia totalmente exclusiva para este título.



MULTYPLAYER



RED FACTION apresenta um modo multyplayer OFF-LINE onde você pode jogar sozinho ou com um amigo contra até 6 boots em 9 arenas totalmente destrutíveis, sendo assim este modo é extremamtente viciante se comparado os modos multyplayer dos outros titulos, justamente por ser possível destruir os cenários, o que aumenta a gama de possibilidades!


GRÁFICOS E SOM


Por ser um jogo de 2001, RED FACTION não possui gráficos tão realistas quantos os outros títulos que foram lançados nos anos seguintes, mas certos aspectos como a iluminação possui um ótimo visual e as texturas de lugares encardidos, cavernas e rochas estão decentes. Outros detalhes estão presentes e merecem destaque, como as marcas de explosões e o fato de estilhaços de vidro não desaparecerem.

A parte sonora de uma forma geral está boa, com atenção para o som dos disparos das armas que está acima da média. A trilha sonora é excelente e remete aos temas de ficção-científica, sendo que elas surgem em determinados momentos do jogo, para dar uma maior atmosfera as situações.



REVOLUÇÃO DESTRUTIVA




RED FACTION é um FPS que supera muitos títulos do gênero no fator destruição de cenários, sendo um dos melhores do PS2! Além de possuir uma tecnologia exclusiva, o game possui uma jogabilidade variada que foge da mesmice vista em outros jogos de FPS. Com um gameplay de 25horas de duração, os jogadores terão motivo de sobra para joga-lo novamete, com diversos lugares secretos e e uma ótima física proporcionada que permite inúmeras possibilidades. RED FACTION é um título que não pode passar despercebido por nemhum amante de FPS que se prese! Uma experiencia única no PS2!



Gráficos:8.0

Som:9.0

Replay:9.5

Jogabilidade:1.0


Nota geral:9.5