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Selasa, 04 Oktober 2011

Análise: Lara Croft's Tomb Raider Anniversary






Desenvolvedora: Crystal Dynamics
Produtora: Eidos Interactive
Gênero: Aventura
Lançamento: 6 de Janeiro de 2007 (Europa) e 6 de Maio de 2007 (EUA)








Olá Galera desculpem-me por não postar a algum tempo mais aqui estamos de novo com esse jogo q muitos aqui acham o melhor Ramake ja lançado para os Consoles. Então vamos la.

Admito que eu tinha várias reservas de fazer a análise deste jogo. O motivo é muito simples: eu nunca joguei o original. Isso não atrapalhou minha experiência de jogo, nem me impediu de adorá-lo, mas esse detalhe pesa muito na hora de fazer uma análise. Uma BOA análise. voltando a análise.

Tomb Raider nasceu em 1996, portanto, em 2007 a série completou 11 anos. Estranho lançar uma edição comemorativa de 11 anos, mas explica-se porque Anniversary teve vários atrasos, então estava, ao menos, PLANEJADO pra ser lançado no décimo ano da franquia. Deixa quieto. Tomb Raider nasceu da vontade de fazer um jogo de ação e exploração, ao estilo de Indiana Jones, com chicotes e tudo o mais, porém em 3D, que era algo novo na época. Na verdade, o conceito original do personagem estava tão próximo do Indiana, que tiveram que bolar algum jeito de não parecer plágio. Daí o criador teve uma idéia genial: "Ei, se é pra ver a bunda de alguém durante várias horas, eu prefiro que seja de uma mulher bonita!". E assim nascia Lara Croft.: Tomb Raider foi considerado inovador na época, pois era um jogo de tiro, mas você via a pessoa que estava atirando. Se não foi o, foi um dos primeiros jogos de tiro em terceira pessoa. Ou assim ele era comercializado. A verdade é que a ação é mero coadjuvante em qualquer jogo Tomb Raider (qualquer jogo BOM de Tomb Raider), a verdadeira graça do jogo está na exploração, na aventura, na resolução de enigmas...você passa horas sem dar um único tirinho, e quando dá, é por um brevíssimo momento. E não sente falta nenhuma. Anniversary é mais um remake de Tomb Raider Legend do que do Tomb Raider original (tanto que no Xbox 360, Anninversary foi vendido na Xbox Live como expansão de Legend). Foi usada a mesma engine para gráficos, para jogabilidade, enfim, pra tudo. Só maquiaram com a roupagem e a história do original. Mas, e daí? Os gráficos e a jogabilidade são EXCELENTES e eu quero é mais!

Gráficos é a mudança mais óbvia entre Anniversary e o Tomb Raider original, e agora temos uma Lara Croft menos quadrada e cenários ainda mais lindos e mais amplos. O que impressiona é o detalhismo: Lara muda as expressões faciais quando anda agachada, quando é ferida, quando nada, quando está pendurada em beiradas...E quando você sai da água, a roupa e os cabelos de Lara estão molhados, sua pele está reluzente e os pingos d'água caem no chão de seu corpo. O jeito que sua trança se move conforme você se movimenta...enfim, é algo lindo de se ver. Os cenários, então, são mais magníficos ainda: vastos, enormes, imensos! Cada detalhe é possível de se ver ao longe, ou chegar mais perto pra ver melhor. As folhas das árvores, as rochas, cada tijolinho das construções antigas...Tudo isso sem ser atrapalhado por nenhum loading sequer, correndo numa fluidez absurda. Por causa desse grande detalhismo, demora um tempo pra você pegar o "espírito" do jogo, pois você pensa será que aquela fenda na parede é escalável, ou é só parte decorativa do cenário? E acredite: tudo é interativo.

Quando terminar de babar, você pode sair pra explorar. Tem quatro grandes fases neste jogo: Peru, Egito, Grécia e Atlântida, exatamente como no original. O impressionante é que quando você muda de país é a única vez que o cenário "pula" de um lugar pra outro. Dentro das fases, é tudo interligado, mantendo um ritmo constante. A história permanece 99% inalterada do jogo original, e fala sobre a busca de Lara pelo artefato chamado Scion. Não posso dizer exatamente porquê ela está procurando isso porque eu não prestei atenção. Essa é a *mágica* do jogo: a história não é nem um pouco importante. Tem cenas de animação normalmente só quando você vai de um país pra outro; enquanto você está dentro de um cenário, é jogo puro, sem interrupções. Como eu disse antes, a exploração se destaca mais do que qualquer outra coisa no jogo, e você se sente atraído por explorar, por subir mais alto, por resolver enigmas. Mesmo nalgumas cenas, o ritmo não pára: uma das formas que o século 21 recebeu Lara Croft foi apresentando o conceito de cenas interativas, exatamente igual a Resident Evil 4. Durante o video, o jogo te pedirá para apertar determinado botão em determinados momentos, e caso falhe, é Game Over, não deixando você abaixar o controle um segundo sequer! Outro fator moderno introduzido na jogabilidade foi o gancho, diretamente tirado de Tomb Raider Legend. Ele serve pra se pendurar e para puxar coisas longe de você. Muitos quebra-cabeças do jogo exigem o uso do gancho, então não pense que será um jogo fácil só porque você decorou os quebra-cabeças do jogo original. Porém, ao mesmo tempo que o gancho acrescenta melhorias à jogabilidade, trás consigo defeitos. Em determinados momentos, haverá lugares nas paredes para prender o gancho e você correr pela parede pendurado (sim, Prince of Persia total). Com isso, você pode realizar o "wall jump", que é um movimento onde Lara dá um pulo em 90° na direção oposta à parede. O problema é que a medida que você vai de um lado pro outro da parede, a câmera te acompanha e muda de posição constantemente. Portanto, o jogo sempre muda a noção de "oposto" conforme você anda pela parede, e você vai falhar fatalmente algumas vezes antes de obter êxito em pular. E eu quero dizer NAQUELE SALTO EM ESPECÍFICO, quando você for fazer outro wall jump, vai ter que se adaptar todo de novo.
Não, Wall Jump não é nada disso.

Esse tipo de ação acrobática sempre foi mais importante do que a ação de combates em Tomb Raider, e Anniversary amplia isso, mesclando a ação acrobática com os combates! Vamos falar sobre esses combates: você começa com as duas pistolinhas icônicas da Lara com munição infinita, e ganha mais a Shotgun (escopeta) no decorrer da história. Ainda tem mais duas armas que você acha na base da exploração (e estão bem escondidas, então é melhor procurar direito!). Essas outras armas tem munição limitada, mas a munição é abundante, então não há muito problema. Enquanto atira, você pode usar das artes malabares de Lara pra esquivar dos ataques dos inimigos, mas esse sistema também foi atualizado e melhorado: quando o combate se intensifica, o inimigo faz uma investida especial contra você e a tela ficará embaçada. Nesse momento, o jogo entra em câmera lenta e você deve se esquivar e atirar na hora certa para desferir um "headshot" no inimigo. É um sistema de batalha muito emocionante, e é EXTREMAMENTE necessário nas batalhas contra os chefes. Batalhas essas, aliás, muito originais, contra chefes muito inspirados.


E, claro, falta a parte mais importante do jogo: os quebra-cabeças! Mas, não dá pra falar deles em separado, porque a sua beleza é que eles se mesclam ao cenário de tal forma que fica impossível não se maravilhar. Acionar quatro alavancas é o quebra-cabeça, ou CHEGAR onde elas estão que é? Eu preciso fazer a água subir pra poder alcançar aos altares onde estão escondidos os botões que abrem passagem pra as salas onde está o mecanismo de acionamento para a porta que me leva ao quebra-cabeça que me dará um pedaço do Scion, ou tudo isso foi um enorme quebra-cabeça? Afinal, devo avaliar as ruínas de cada país como cenários com quebra-cabeças, ou será que TUDO é um enorme enigma cuja resposta é uma só? E a pergunta mais importante: ONDE ESTÁ A MALDITA TERCEIRA ENGRENAGEM??? Diacho, até os CHEFES entram nessa confusão, pois, matar um dos chefes é o único jeito pra você conseguir um caminho para avançar lugares avançados da fase! (não, não tive um momento "Master of The Obvious ", no sentido que você deve batalhar com o chefe pra seguir caminho...o chefe, em si, É o caminho!)

O Aniversário da Incursora de Tumbas de Lara Croft prova que quem já foi rainha, nunca perde a majestade. Tomb Raider começou, o 2 ampliou, o 3 começou a capengar, Angel of Darkness foi o fundo do poço, Legend se arriscou com cara e coragem, e Anniversary vem pra fixar Tomb Raider pra sempre no rol dos bons jogos de videogame e Lara Croft como um dos ícones da cultura popular moderna. A fórmula atemporal da franquia conseguiu o que parecia impossível: atualizou-se e melhorou. Sonic, está anotando?

NOTA: 9,0

Vale a pena?
Aventura e exploração da melhor qualidade, e de brinde tem belos gráficos e uma gostosa com uma automática em cada mão.

Não vale a pena?
A praticamente ausência de combates, e a grande dedicação que os quebra-cabeças exigem podem afastar alguns...

Rabu, 31 Agustus 2011

Análise: The Godfather The Game





Desenvolvedora: EA
Produtora: EA
Gênero: Ação
Plataforma: PS2/Xbox/PC
Jogadores: 1
Lançamento: 20/03/2006




Em fim depois de muitas semanas, jogando, matando, morrendo e estorquindo, ZEREIIIII 100% . Agora é com muita alegria q eu lhes ofereço está análise completa sobre o game.


Conversando com um gamer, faça a seguinte pergunta: O que você acha de games baseados em filmes? Provavelmente, a resposta será simples: Jogo ruim.
Sim, a resposta de seu amigo tem fundamento, principalmente se observarmos alguns antigos lançamentos no mercado. Essa foi uma das preocupações da Eletronic Arts, para produzir The Godfather. Game baseado numa das maiores obras já filmadas, a premiada trilogia de Francis Ford Coppola.


De volta ao passado


Como citado anteriormente, The Godfather, se baseia no filme de mesmo nome, trazendo uma grande responsabilidade em suas costas. Lançado em 2006, para PS2, Xbox e PCs, o game não se decepciona. A EA segue o mesmo conceito “sandbox” criado por Grand Theft Auto, tendo uma New York dos anos 40 inteira para ser explorado, seja para fazer missões, missões bônus ou simplesmente causar o caos. A cidade é dividida em quatro bairros: Little italy, Brooklyn, New Jersey, MidTown e Hell’s Kitchen, todos estão dominados pelas diversas facções existentes no jogo, entretanto na medida que você vai avançando no game, você pode tomar todos eles para o seu controle.


Seja leal a família!


O jogo começa com o pai do seu personagem sendo morto por uma facção rival, a partir daí sua mãe pede a Don Corleone para cuidar de você. Portanto, já na vida adulta você começa a fazer diversos trabalhos para a família e como o roteiro é adaptado (já que você controla Aldo, um homem que não tem nenhuma citação no filme) você poderá viver mais uma vez, cenas gloriosas do longa metragem como a cena do cavalo ou a morte de Sonny. Assim, ao passar do tempo você vai ganhando respeito com seus comparsas, subindo de cargo, até chegar ao maior posto de Don.






Lindo dia para trabalhar!


A primeira impressão que você terá de The GodFather, serão os gráficos. E é impressionante que os loadings são quase inexistentes: Marcam presença somente no início do game e quando você começa alguma missão. Tudo está muito bonito no game: A cidade (observe papéis voando, por exemplo, quando um carro passa), os personagens, que por sinal estão realmente parecidíssimos com os atores do filme, na voz e no físico, além do seu, que é totalmente personalisável. O único ponto negativo nesse quesito é quanto ao ator Al Pacino, que não cedeu suas imagens para o game, sua falta é extremamente sentida. Outra coisa realmente irritante são os imóveis e carros: Todos os modelos são extremamente repetitivos, sim TODOS. Todos os prédios são do mesmo jeito, todas as casas são do mesmo jeito. Quanto aos carros, existem somente uns quatro ou cinco modelos: O menor que corre rápido, o modelo comum (típico dos anos 40), a caminhonete e os caminhões. Só. Faltou capricho da EA nessa parte.


Prepare seus ouvidos


A trilha sonora, como já era de se esperar, é excelente, os temas do filme estão presente do início ao fim, somente nos momentos de ação que ela dá um tempo para a entrada de uma trilha mais tensa. Já os efeitos são bem discretos, cumprem o seu papel sem muito destaque maior.






“I gonna make him an offer he can't refuse!”


Os tiroteios e combates do game foram bem trabalhados: Aldo pode se esconder atrás de paredes, mirar em qualquer parte corpo do inimigo (com efeitos diferentes para cada parte) e dar uma bela surra em seus inimigos com os diferentes golpes existentes no game, todos são executados com o analógico direito e é impressionante que a mecânica funciona mesmo, podendo golpear alguns infelizes contra a parede, dar uma joelhada etc. Tudo isso dá um destaque ainda maior para um ponto inovador do título. Entretanto, um erro bobo, na minha opinião, foi não dar a habilidade ao protagonista para atirar de dentro do carro, isso evitaria a perda de muitos pontos de vida.


Para alcançar os 100% em Godfather, existem muitos objetivos no game, como extorquir todos os comércios e trazê-los para o seu poder, encontrar todos os collectibles (são nada mais que pequenos rolos de filme, que destravam algumas cenas reais do Poderoso Chefão original). Contudo, como citei, esses desafios vão se tornando extremamente repetitivos, ainda mais no final, quando você já está poderoso, o que não o incentiva a fazer mais alguma coisa.


Bom trabalho!


The Godfather, é um ótimo jogo, quebrou um pouco o conceito de filme = game ruim. Possui um bom conteúdo que poderá te prender até por volta de 11 horas, só fazendo o necessário para terminar o game. O título cai num erro chato, que o evitou de ter sido um jogo perfeito, a repetitividade. Entretanto, ele vale sua atenção ou pelo menos uma locação, para rever mais uma vez essa grande obra que o cinema proporcionou.




FINISH HIM!


Diversão: 9,3
Jogabilidade: 9,0
Gráficos: 9.2
Som: 8
Enredo: 9
Nota Final = 9.4
_____________________________


Curiosidades


- O filho de Mario Puzo processou a Paramount, acusando a produtora de não pagar à família os direitos inerentes à passagem para jogo do universo de “O Poderoso Chefão”. Anthony Puzo exige uma indenização de 1 milhão de dólares, devido à quebra contratual. Mario Puzo, falecido em 1999, deixou uma vasta obra literária, entre a qual destaca-se “O Poderoso Chefão” e respectivos argumentos da trilogia cinematográfica, com estes últimos a serem da co-responsabilidade de Francis Ford Coppola.
- Algumas vozes de Marlon Brando (Don Vito Corleone), são de gravações originais e outras de um imitador, pois o ator passava por sérios problemas de saúde que levaram a sua morte em 2004.
- As críticas para o game foram muito boas, entretanto, Francis Ford Coppola (o diretor da trilogia) criticou muito o game dizendo que os produtores, estavam lucrando com o sucesso de seu filme.


Segue um vídeo do youtube.


Olhem esse Vídeo oque eu Demorei em 8 HORAS, o cara fez em menos de 10 minutos.


Kamis, 04 Agustus 2011

Análise: Final Fantasy XII




Produtora: Square Enix
Distribuidora: Square Enix
Lançamento: 31 Out, 2006
Plataforma: PS2
Gênero: RPG
Jogadores: Singleplayer e Multiplayer(On-line)
ESRB: Jovens



Olá pessoal estou aqui novamente, agora para falar desse exclusivo, o FFXII, a maioria aqui já deve ter jogado não?. Recomendo totalmente um jogo exelente, tanto no gráfico como na jogabilidade, e principalmente na história para mim é o melhor RPG já feito para o PS2.

Agora vamos a História.
O cenário do game é o mundo de Ivalice.
O jogo começa com o casamento entre o príncipe Rasler, do reino de Nabradia e Ashelia, princesa de Dalmasca. Mas Archadia, um dos impérios dominantes de Ivalice (outro é Rozarria) invade Nabradia, e logo a capital deste é destruída por uma explosão misteriosa, matando Archadianos e Nabradianos. Dizimadas, as forças de Nabradia perdem a guerra. Abalado, Rasler, que na vã tentativa de restaurar seu reino, se une e assume a liderança do exército de Dalmasca. Nas fronteiras entre Nabradia e Dalmasca, houve uma terrível batalha. Basch, um capitão do exército, tenta impedir a morte do príncipe, mas acaba falhando e tornando a guerra uma desgraça ainda maior. Os Archadianos vencem. Na tentativa de salvar sua nação, o rei entrega Dalmasca aos invasores para não tornar a guerra mais mortífera ao que já era. No dia do acordo, Archadia arma uma cilada para rei. Basch reúne um grupo de soldados para impedir a armação, no caminho, encontra Reks, irmão do protagonista, Vaan. Chegando ao rei, Reks descobre que Basch é um suposto traidor por ter assassinado o governante e Archadia conquista Dalmasca.

Um tempo depois, em Rabanastre, capital da antiga Dalmasca, Vaan (irmão de Reks) é um jovem ladrão que vive furtando os guardas Archadianos da cidade com Penelo, sua amiga.
Vayne é o novo Marquês. Este tenta iludir o povo com suas mentiras sobre prosperidade e paz para ganhar o respeito do povo de Rabanastre. Vaan não concorda e quer que toda a população de Rabanastre volte a ter sua vida. Na noite em que este invade o palácio para o roubar conhece Balthier, um pirata, e Fran, uma viera. Após uma tentativa de fuga do castelo, acaba cercado por guardas e Balthier e Fran ajudam-no a fugir.

Ae está um vídeo da parte do jogo q eu mais gosto os chamados "QUICKENINGS"
Na sua fuga encontram uma jovem soldado que se diz chamar Amália (na verdade, a princesa Ashelia B´Nargin disfarçada). Junto da princesa, vagando pelos túneis de Garamsythe Waterway, os heróis do jogo são capturados por Vayne. Após sua captura, os aventureiros são presos em Nalbina e buscam um meio de fugir, e com isso eles se encontram com Basch, o capitão traidor do reino de Dalmasca, preso nas Masmorras de Nalbina. Juntos, os personagens continuam sua fuga e voltam para Rabanastre. Dando início a longa jornada que virá e no caminho o grupo descobre as verdadeiras intenções de Archadia com as guerras. É claro que eu não vou contar tudo para vocês né, aí perde a graça do jogo.


E é claro q não podia falta os "SUMMONS"

Agora vamos as notas.
Apresentação = 10,0
Jogabilidade = 9,5
Gráfico = 9,0
Som = 10,0
Diversão = 9,0
NOTA FINAL = 9,7


Kamis, 28 Juli 2011

[Review] Crash: Twinsanity


Desenvolvedoras: YU games, Travellers Talles
Plataformas: PS2 e XBOX
Lançamento: 28 Set. 2004
Gênero: Aventura / Fantasia
Modo de Jogo: SinglePlayers
ESRB: TODOS















Olá galera, estou fazendo mais uma pequena review. Agora uma Pergunta quem nunca jogou os jogos dessa raposa atrapalhada?. Aposto que todos já jogaram né?. Em fim para mim é o melhor lançado para a plataforma PS2 é o "Crash: twinsanity", nesse título ele mostra toda a sua "estupides" de fazer as coisas, além de legal o jogo é muito divertido eu ri muito com esse game. Agora um pouquinho da história.


Nesse jogo Crash precisa se unir ao seu antigo inimigo Dr. Cortex para salvar sua ilha de uma nova ameaça na qual os 2 personagens devem somar suas habilidades através do trabalho em equipe. Após serem surpreendidos por um novo perigo: uma dupla de gêmeos malignos que atacam a ilha natal dos dois. Os antigos oponentes agora precisam juntar forças para salvar o paraíso onde moram neste jogo de plataforma totalmente em 3D.

Jumat, 22 Juli 2011

PS2 - A força de um console de mais 10 anos

O Playstation nasceu como um projeto para que o Super Nintendo, em uma longínqua época, fosse capaz de reproduzir games a partir de CDs. Entretanto, a Nintendo acabou desistindo do projeto e a Sony, já com o hardware adiantado, decidiu apostar no mercado de videogames..
Essa é a história, bastante famosa, do surgimento do Playstation - o console que em pouco tempo tomou a liderança do mercado impulsionada pelo fácil acesso ao videogame e pelopreço das mídias. Com toda a fama que o Playstation 1 conseguiu, os gamers do mundo todo aguardavam apreensivos o líder da geração seguinte. E eis que em 2000 surge o PS2.
aparelho de DVD em casa para ver filmes com a qualidade que o DVD oferecia, muitos simplesmente optavam por ter também um videogame e acabavam comprando o PS2 para usá-lo com as duas funções.

Foi triste, mas o PS2 foi um dos responsáveis pelo fracasso da Sega no mercado dehardware, tirando o dreamcast do páreo. O fato é que na época surgia também a mídia do DVD a primeira mídia digital para filmes a realmente se popularizar. Como todos queriam um

Outro fator que impulsionou as vendas do PS2 foi que este apresentava um hardware mais forte que seus concorrentes - até então o único com gráficos semelhantes era o Dreamcast, mas este estava muito atrás. E finalmente o terceiro e mais importante fator que fez com que o PS2 se tornasse o console mais vendido de todos os tempos foi sua colossal biblioteca de jogos. Além de rodar todos os quase 8.000 jogos lançados para o PSOne o PS2 possui uma biblioteca de mais aproximadamente 4.500 jogos. Ou seja, um total de 12.500 jogos disponíveis para um único console.


Por mim pode fazer 11, 12 até 20 como diz o nosso blog PLAYSTATION 2 ETERNO.

Sabtu, 16 Juli 2011

Deixe seu PS2 Slim mais a sua cara

Olá pessoal, estava eu hoje procurando pela NET, um controle de PS2 para Comprar pois o meu infelizmente já era (The king of Fighter MALDITOO). A boa notícia é q me deparei com "Skins", isso mesmo "Skins" para deixa o seu PS2 Slim mais a sua cara. São adesivos personalizados especialmente para o PS2 Slim. Segue as imagem das "Skins" deixe no comentário as que vocês mais gostaram.

Click na foto para ampliar.




Senin, 11 Juli 2011

Análise: Warriors Oroshi 2

Gênero: Ação
Desenvolvedora: Omega Force
Jogadores: Singleplayer e Muliplayer
Online: SIM
Plataformas: PS2, PSP e XBOX360

Olá pessoal fiz uma pequena análise do game "Warriors Oroshi 2".
O título é continuação do game de ação e combate do tipo talha-e-empilha que traz personagens tanto de Dynasty Warriors como de Samurai Warriors. O game, já lançado no fim de Abril de 2008 no Japão, coloca novamente os generais chineses e os xoguns japoneses para enfrentar o rei-serpente Orochi. Como novidade, há um quinto arco de história, que acompanha exatamente a trajetória do vilão, que pretende desvendar a trama sob o olhar do pivô da guerra.

Além disso, novos golpes foram acrescentados, como um ataque superpoderoso que envolve todo o trio
de lutadores – nesse game, o jogador elege três personagens, pode ser trocados a qualquer instante. Os
lutadores que estão na reserva, agora, podem ajudar o personagem principal. Isso é útil quando estiver sendo atacado, e evitar que os danos fiquem muito grandes com a continuidade da ofensiva.

O game também traz um modo chamado Dream Mode, que traz episódios isolados, sendo que os personagens são pré-determinados por fase Warriors Orochi 2, ainda traz uma série de modalidades multiplayer, inclusive uma corrida de cavalo.
Mais informações sobre o game é so pedir no depoimento.

Jumat, 08 Juli 2011

[Review] Shadow of the Colossus


Galera essa é o meu primeiro post, então escolhi fazer uma review sobre o Jogo Shadow of the Colossus, espero que gostem.

Desenvolvedora :SCE America e Ico
Jogares : 1
Plataformas: Exclusivo para PS2
Gênero: Ação / Aventura / Fantasia
ESRB: Jovens

- História

Em algum tempo esquecido por vastos desertos vagava um jovem montado em seu fiel cavalo rumo a um templo desconhecido ligado ao resto do mundo apenas por uma enorme ponte, não foi essa o local seria de impossível acesso. Ele trazia algo atrás de suas costas e demonstrava grande interesse no que carregava. Ao chegar no templo ele revela sua carga, uma bela jovem que ha se encontrava morta, colocando-a numa espécie de altar dentro do centro do templo começam a surgir espíritos malignos para impedir que qualquer intruso permaneça por ali, entretanto empunhando uma espada lendária ele bane os espíritos e então escuta de uma voz desconhecida: Para reviver esta garota você precisará eliminar cada um dos guardiões desta terra abandonada. Ao empunhar sua espada, Wander pode perceber que ao girar sua espada ao redor do ambiente a luz do sol refletirá em sua espada e indicará perfeitamente uma direção, e é nela que aguarda o primeiro guardião.


- Som

O ponto mais forte deste jogo é a sua trilha sonora, uma verdadeira orquestra, as musicas foram estritamente feitas para dar um sentido mais amplo ao cenário, sendo boa parte delas melancólicas ou em ritmos de desespero demonstrando o que o jovem realmente sentia na pele em todas as situações, foi até mesmo lançado um cd com o Soundtrack do jogo, vou ver a possibilidade de dar upload e enviar para o blog se quiserem.


- Gráficos

Shadow of Colossus possui um gráfico dificilmente visto nos demais jogos, o cenário quando bem observado leva a impressão de um verdadeiro quadro pintado, ou seja se observarmos apenas um ponto do jogo parece obsoleto e mal feito, como o personagem de muito perto, os detalhes faciais e do corpo, agora visto como um todo a aparência toma uma forma totalmente diferente atraindo e muito aqueles que admiram cenários bem feitos. Outro detalhe interessante é que em todas as cenas(CG'S) é possível utilizar o controle para movimentar a tela em todas as direções.


- Jogabilidade

A jogabilidade deste jogo chega a lembrar Prince of Persia devido às proezas que jovem consegue fazer, tais como saltos, se pendurar às beiradas, escalar, etc; entretanto diferente de Prince of Persia o jovem tem um limite de força que ao esgotar ele solta qualquer coisa que esteja se prendendo, este indicador também serve para medir a força com que ele poderá empunhar sua espada (aumentando o dano causado) ou a força com que utilizará seu arco e flechas. Como Wander (O jovem) também possui um cavalo a jogabilidade aumenta ainda mais, pois é possível subir neste, jogar-se a qualquer um dos lados do animal, chamá-lo e montá-lo enquanto ele esta correndo, dar voltas rápidas de 180º com o mesmo, empinar quando quiser fazer paradas bruscas, atirar com o arco e muito mais. Outro detalhe que não podemos ignorar é o fato de que não há pessoas, o Jovem não interagirá com absolutamente ninguém, sendo que ele o único humano por toda aquela terra. O jogo não possui inimigos ao redor do cenário, apenas os Guardiões(Colossus), a única dificuldade será esperar para chegar ao local de cada um, mas cada colossus são do tamanho de montanhas(LITERALMENTE!) e será necessario escalar estas montanhas para poder mata-los.
Considerações Finais

Um verdadeiro jogasso que nunca vou esquecer, por quê para mim é uns dos melhores títulos ja feito para o PS2, o jeito que os Colossus caiam é Genial, o som, e a sua égua (Agro), o movimento do cabelo da égua, enfim se vocês jogarem concerteza irão gostar também. Eu particularmente já zerei umas 5 vezes e estou a zerar novamente.

-Notas // 0 – 10

As observações que colocarei aqui serão totalmente feitas por minha pessoa, por tanto é claro que haverão aqueles que venham a discordar, caso assim façam critiquem com respeito e boa índole! ^^

- História: 8
Obs: Outra coisa que atrai bastante a atenção no jogo é querer descobrir o "porque de tudo isso", alem disso ao ser descoberta a historia não decepciona.

- Som: 10
Obs: Encaixa perfeitamente no jogo, não poderia ser melhor.

- Gráficos: 9
Obs: Deixam de lado a mesmice dos demais jogos criando seu proprio estilo de mostrar seu universo.

- Jogabilidade: 9
Obs: Apesar de as vezes parecer uma copia do famoso Prince of Persia o jogo é bastante realista e não deixa de ser divertido assassinar monstros do tamanho de montanhas.