Senin, 11 Februari 2013

Analise: Kuon


Jogo bastente desconhecido desenvolvido pela ''From Software'' para PlayStation 2. O jogo foi lançado em 2004 no Japão e nos Estados Unidos, e mais tarde, em 2006, na Europa. Kuon é baseado em um antigo gênero da literatura japonesa chamado Kaidan.

Alias a produtora do jogo 'From Software // Agetec'' realmente surpreende com esse título. Kuon é ambientado no Japão feudal, em uma mansão mais especificamente, e transita por entre lendas que vêm deste período. Segue a linha Silent Hill na jogabilidade e nos puzzles que seguem ao longo do jogo, que não são muitos, com um pouco de raciocício (e domínio de inglês) nada vai lhe impedir de seguir adiante na trama.




Trama, essa é a grande força do game. A história é assustadora e macabra; num ritual pessoas mortas voltam à vida e, como é de se esperar, nunca voltam as mesmas, é como se fossem ao inferno e voltassem com um pouco dele em si e mais: uma sede imensa por sangue humano, lembra o cult-trash "Pet Cematary"?

Você pode jogar, inicialmente, com duas personagens: Uma garota que vai atrás do pai, um sacerdote que foi chamado para exorcizar a mansão e não retornou; uma aprendiz desse sacerdócio sombrio e uma terceira personagem que é habilitada após detonar o game com as duas personagens iniciais. As três moças seguem caminhos distintos que se entrecruzam no decorrer do jogo complementando o entendimento da trama. A movimentação não é das melhores e muitas vezes chega a irritar(quando você está atacando e quer se mover, por exemplo), no entanto, se pararmos e pensarmos que a protagonista é portadora de uma grave enfermidade logo esquecemos isso.

O gráfico também não é um Resident Evil ou um God of War, mas é muito belo e escuro, bem aproveitado dentro do enredo do jogo; certamente não foram usados o número de polígnos que a capcom costuma usar em seus jogos, contudo cria calafrios a todo momento com seu clima sombrio, noir. A diferença básica do jogo em relação aos outros é que a câmera é fixa, portanto você não pode ficar observando as coisas de antemão, vai ter de levar muitos sustos e ficar apreensivo de entrar numa nova sala. Esse estilo de câmera proporcionou uma das melhores fotografias vistas no PS2, determinates no ótimo clima do jogo. Os efeitos sonoros e as músicas são maravilhosas, mesmo sendo discretas, misturan-se com a respiração e o coração que se sente no joystick a todo momento.


Resumindo, é um dos melhores jogos já produzidos para se jogar à noite e a sós e em silêncio, isto é, se você tiver coragem; pois, se ficou tenso com qualquer uma das versões de Silent Hill no PS2 nem chegue perto desse jogo, aqui o terror psicológico foi levado a níveis extremos e os sustos são de fazer você jogar o controle para o alto - literalmente; se você tem medo de espíritos, almas penadas, asombrações, piorou. Mas se você curte dormir umas noites perturbadas e longas esse é o seu jogo, pode confiar!


Minggu, 10 Februari 2013

Curiosidade: Você sabia?



Axl Rose, vocalista da banda Guns N' Roses, fez parte do Grand Theft Auto: San Andreas.

Sim, isso mesmo. O vocalista da banda Guns N' Roses, fez parte do Grand Theft Auto: San Andreas. Axl foi contratado pela Rockstar para fazer o papel do apresentador da rádio K-DST, e ele aceitou. Também podemos ver o nome dele listado nos créditos do game.

Minggu, 03 Februari 2013

Vídeo Analise: Bully
















Veja a vídeo analise do famoso jogo da Rockstar, famosa por suas controvérsias, Bully. Inclusive o jogo foi banido de alguns países incluindo o Brasil.

Ano de lançamento: 16/10/2006
Fonte: Uol Jogos

Kamis, 31 Januari 2013

Veja as franquias que terminaram no Playstation 2

A Sony anunciou o fim da produção do Playstation 2, encerrando a era de sucesso do console que virou o sinônimo imediato de videogame em sua geração. Vamos aproveitar para relembrar as franquias que terminaram no nosso PS2 eterno.

Zone of the Enders e Onimusha apareceram e sumiram na era PS2 (Foto: Reprodução)
Zone of the Enders e Onimusha apareceram e sumiram na era PS2

Onimusha

Uma das grandes séries mais divertidas da produtora Capcom, Onimusha foi um dos primeiros jogos de grande destaque no Playstation 2 e teve algumas sequências lançadas no console da Sony e em outas plataformas. A verdade, pórem, é que desde 2006 não vemos um novo título da franquia.
Até hoje os fãs aguardam um novo Onimusha (Foto: Divulgação)
Até hoje os fãs aguardam um novo game da franquia


Zone of the Enders

Zone of the Enders, jogo de robôs do criador Hideo Kojima (o mesmo de Metal Gear Solid) é outro jogo que não teve continuação desde o PS2.  A série ganhou uma releitura nos consoles de alta definição, com dois jogos em um único pacote, mas um Zone of the Enders 3 ainda é uma promessa a se cumprir.
Zone of the Enders não passou do 2 (Foto: Divulgação)
Zone of the Enders não passou do 2

Clock Tower

Clock Tower é uma série de jogos de terror que nasceu bem antes do Resident Evil, ainda no tempo do Super Nintendo. O jogo, de produção japonesa, teve várias versões, mas parou sua carreira de sucesso em Clock Tower 3, lançado para o ps2, em 2003.
Clock Tower 3 (Foto: Divulgação)
Clock Tower 3

Beyond Good & Evil

Beyond Good & Evil, foi mais um jogo que encerrou (por enquanto) sua carreira no ps2, ele ganhou versões remasterizadas de alta definição mas nunca teve uma sequência, foi proposto uma continuação do jogo mas ainda não tem data de lançamento e ainda não se sabe se vai ser cancelado ou não.
Beyond Good and Evil deixou saudades (Foto: Divulgação)
Beyond Good & Evil

Então é isso pessoal, se souberem de mais outras franquias comentem. Um abraço

Créditos: Techtudo

Senin, 14 Januari 2013

Desenterre a sua coleção de PlayStation 2


No inicio do ano a Sony anunciou que, depois de quase 13 anos de bons serviços prestados, finalmente era hora de deixar de fabricar o PlayStation 2. E nós gostaríamos de homenagear esse velho companheiro.

Diga-nos os jogos de sua coleção (Todos se possivel), enumere seu TOP ..

Minggu, 06 Januari 2013

THE END: PlayStation 2

Console será aposentado pela Sony. Com mais de uma década de vida e 150 milhões de unidades vendidas, inovou na area de jogos e deixou titulos inesqueciveis

É o fim de uma era. Depois de 12 anos de sucesso, a Sony confirmou que não fabricará mais o PlayStation 2, console que transformou a empresa japonesa em um concorrente de peso da Nintendo, a mais importante marca do mercado de games em todo o mundo. Por ora, a fabricação será interrompida apenas no Japão, mas a decisão antecipa uma inevitável ação estratégica, que acontece às vésperas da empresa mostrar ao público o PlayStation 4, sucessor de seu atual sistema (PlayStation 3).

O PS2, como ficou conhecido, foi lançado no Japão em março de 2000. Nos Estados Unidos, chegou às lojas sete meses mais tarde. O aparelho pertence à sexta geração de videogames, também conhecida como "era 128-bits", devido à capacidade de processamento. Seus principais concorrentes eram o Dreamcast (da Sega), o Xbox (Microsoft) e o GameCube (Nintendo).

Fâs fazem fila para comprar PS2 na época de seu lançamento em 2000
Ao longo dos anos 2000, o console reinou absoluto. Ao todo, a Sony comercializou mais 150 milhões de unidades em todo o mundo, o que garantiu ao aparelho o título de videogame mais vendido da história. A razão de todo esse sucesso está nos recursos que ele popularizou. Graças à capacidade de rodar DVD, o aparelho se transformou também em um media center, conceito até então pouco difundido.

"O PS2 foi revolucionário, porque agregava muitos recursos. Ele permitia a conexão à internet, possuía muitos acessórios e bons títulos, como 'God of War', 'Shadow of the Colossus', 'Winning Eleven' e 'Gran Turismo 4'." Ricardo de Andrade, de 31 anos, colecionador O PS2 não chegou a migrar do quarto dos adolescentes para a sala da família, como faria o Wii, da Nintendo, anos mais tarde. Isso porque seus games sempre foram voltados a jogadores mais experientes, e não aos novatos. Assim mesmo, ele aperfeiçoou muitas inovações trazidas pelo Dreamcast, no final de 1998.

Apresentação do PS2 para a imprensa de Tóquio (Jap) 2000

Por um golpe de sorte, a Sega passava por uma fase ruim, em que apostar em hardware já não fazia mais parte do negócio. Com o fim da fabricação do console em 2001, o PS2 se transformou no videogame mais inovador e em um sonho de consumo para jovens de todo o mundo. Ele era compatível com o antecessor PlayStation, ou seja: rodava os jogos do sistema anterior. Isso ajudou a impulsionar a plataforma.

Outros recursos de vanguarda acompanharam o lançamento do videogame. Além de rodar CD e DVD, ele possuía duas entradas USB e um adaptador para o acesso à internet. Ainda que, à época, a conexão não oferecesse uma experiência satisfatória ao jogador, o console permitia partidas on-line. Outra vez, o Dreamcast havia sido pioneiro ao pensar no conceito de rede, mas foi o PS2 que mostrou ao mercado como esse recurso funcionaria nos consoles a exemplo do que já acontecia nos PCs.

A longa vida útil do PS2 é devida aos acessórios lançados para o aparelho na última década. Ele possuía um controle de TV, que podia ser usado na reprodução de filmes, HD externo, cartões de memória, teclado, mouse e fone de ouvido. Permitia ainda a conexão de microfones para jogos de karaokê, tapete de dança para games musicais, volantes para títulos de corrida, armas para atrações de tiro e até guitarras para simuladores – caso do revolucionário Guitar Hero.
PS2 slim apresentado em 2004 numa feira de games 'E3'

Outra inovação testada pelo PS2 foi a EyeToy, câmera digital capaz de reconhecer gestos do usuário. O acessório da Sony detectava movimentos, cores e sons e permitia que o jogador interagisse com os games sem o uso de joystick. À época, a tecnologia não estava lapidada e, por isso, não foi muito adiante nas mãos do PS2, mas indicou uma tendência. A ideia virou, por exemplo, a força por trás do Kinect, sensor de movimento da concorrente Microsoft. Muitos jogos importantes foram desenvolvidos para a plataforma. Segundo a Sony, o catálogo de games para PS2 tem mais de 10.000 títulos. Alguns seguem fazendo sucesso no PlayStation 3; outros, não. Todos, contudo, têm em alguma medida a marca do já saudoso PS2.

--Confira cinco jogos que fizeram história no console eterno:

God of War: A franquia exclusiva da Sony estreou no PlayStation 2 em 2005 e, desde então, se transformou em uma das mais importantes séries da companhia japonesa. O jogo, baseado na mitologia grega, conta a história do anti-herói Kratos, um guerreiro espartano que enfrenta diferentes inimigos a serviço dos deuses do Olimpo. Seu objetivo é destruir Ares, o deus da guerra, responsável pela morte de toda a sua família.

PES (Winning Eleven) 5: Popularmente conhecido como Winning Eleven, o Pro Evolution Soccer foi lançado pela Konami para PlayStation 2 em 2001. O jogo de futebol é até hoje um dos mais tradicionais do segmento e principal concorrente de Fifa, franquia da Electronic Arts. A série estreou na década de 80, para o MSX, um dos primeiros computadores pessoais, mas ganhou reconhecimento mundial anos mais tarde na plataforma da Sony.

GTA III: O Grand Theft Auto III foi o primeiro game 3D da série GTA, lançado pela Rockstar para PS2 em 2001. O jogo acontece na cidade fictícia de Liberty City, uma espécie de Nova York dos games. O protagonista da trama é Claude, um criminoso que foi traído pela sua namorada durante um assalto a um banco. Depois de ser preso, o personagem se transforma em um protegido dos chefões do crime organizado e segue "carreira" na grande metrópole.

Need for Speed: A franquia de jogos de corrida estreou no PlayStation 1, no começo dos anos 90, mas ganhou popularidade em 2002, quando chegou ao PS2. Need for Speed: Hot Pursuit 2 traz carrões, como veículos da Ferrari, e diferentes tipos de pista. O objetivo do game é fugir da polícia. Ao todo, o título traz 40 modelos de carros. Diferente de outros jogos de corrida, que prezam pela simulação, Need for Speed aposta em efeitos impossíveis na vida real, como grandes saltos e curvas.

Guitar Hero: Revolucionou os jogos musicais ao levar para os games a sensação de ser um rock star. O jogo, que vinha acompanhado de um joystick que simulava uma guitarra, fez grande sucesso e se transformou em uma das franquias mais badaladas para a plataforma. O título conquistou a simpatia de um público amplo, até então alheio aos games, e virou atração em programas de TV e entre celebridades do mundo da música.

Fonte: Veja.com.br

(Atualizado) Provável último jogo de PlayStation 2 obtêm data de lançamento e capa oficial


Sim, isso mesmo.. o console eterno ainda resiste bravamanete de alguma forma entre os da atual geração.
A 'Square Enix'' publicou na ultima semana um trailer de sua nova expansão de 'Final Fantasy XI, na qual se chamara 'Seekers of Adoulin' (Buscadores de Aboulin) e será lançado em 27 de março 2013 somente no Japão (por enquanto).

Com a expansão os jogadores poderam aumentar o jogo em novas areas, hostórias, classes e profissões.
O trailer do jogo foi mostrada no evento 'VanaFest 2012', em celebração do 10º aniversario do lançamento japonês de Final Fantasy XI, será sua 5ª expansão... todas disponiveis para PlayStation 2.

Confira o Trailer da expansão:

Selasa, 01 Januari 2013

Extra: Invente um novo Gta!

Bem pessoal, como todo mundo sabe a serie Grand Theft Auto é uma das séries mais famosas do Playstation 2, pensando nisso tive a ideia de postar aqui um artigo onde vocês, queridos leitores, poderão inventar um novo Gran Theft Auto. Você pode inventar tudo, novos carros, motos, uma cidade diferente (ou se vocês preferirem, uma cidade já existente na série), personagem, história, enfim tudo. Quando vocês inventarem, futuramente colocarei uma analise de como vocês criaram o jogo. Então caprichem!!!

(OFF) FELIZ ANO NOVO

Nós do blog, desejamos a todos os nossos seguidores e aos que acessam um ótimo 2013 e que seja de muitas realizações.

Queremos saber de vocês, o que fizeram com o console eterno nesse ano que passou .. jogaram o que, quais jogos compraram, os fechamentos, algum momento curioso, etc .. enfim, conte um resumo do PlayStation 2 de 2012.

Jumat, 28 Desember 2012

Após 13 anos, Sony encerra distribuição de PS2 no Japão

Após quase 13 anos, a Sony anunciou que parou de distribuir o console PlayStation 2 para os comerciantes japoneses, informou nesta sexta-feira (28) o site Gamasutra.

A segunda geração de videogames da Sony vendeu mais de 150 milhões de unidades no mundo desde que foi lançado no Japão, em março de 2000. Mesmo com a chegada do PS3, em 2006, o PS2 não deixou de receber novos jogos e atualizações.

Porém, de acordo com a publicação, a Sony ainda não anunciou quando planeja tirar de circulação o console no resto do mundo. A aposentadoria do console é mais uma evidência da possível chegada do PlayStation 4 ainda em 2013

De acordo com a Famitsu, a Sony não enviará novos PlayStation 2 para as lojas japonesas a partir de hoje. Dessa forma, os consoles disponíveis no momento nas lojas do Japão serão os últimos; portanto, se acabarem, "acabou".

Senin, 17 Desember 2012

PlayStation 2 perde o posto de console mais vendido da história

Nintendo DS ultrapassou o PlayStation 2 como o console mais vendido na história mundial, de acordo com dados do site VGChartz portal popular. Ambos os consoles são os únicos que ultrapassaram 150 milhões de unidades vendidas.

Segundo a lista, o Nintendo DS (lançado em 2004) está incluído, em primeiro lugar, com 153,69 milhões de unidades, apenas 10.000 a mais que o veterano console da Sony (2000). Em terceiro lugar está o Game Boy original, lançado em 1989, que vendeu 118.690 mil unidades, de acordo com a Europa Press.

O primeiro PlayStation (1994) está em quarto lugar com 104.250 mil unidades, seguido pelo Wii (2006), com 98,05 milhões. Game Boy Advance fecha o Top 5 com 81,51 milhões de unidades.

Top 10 de console mais vendido, de acordo com a VGChartz, em milhões de unidades: . 
1 - Nintendo DS: 153,69. .
2 - PlayStation 2: 153,68. .
3 - Game Boy: 118,69. .
4 - PlayStation: 104,25.
5 - Wii:. 98,05 .
6 - Game Boy Advance: 81,51.
7 - PSP:. 75,47.
8 - Xbox 360:. 72,26.
9 - PlayStation 3:. 70,31.
10 - Nintendo Entertainment System:. 61,91.

.. mas por outro lado, o PS2 continua sendo o ''console de mesa'' mais vendido de todos o tempos.. podendo ser ultrapassado apenas pelo 'Wii'' que esta em 5º.

Senin, 10 Desember 2012

GTA San Andreas será lançado na PSN na linha PS2 clássics

Foi confirmado no PlayStation Blog que Grand Theft Auto: San Andreas será lançado na PlayStation Network como um clássico da PlayStation 2.

No mês de outubro o clássico da Rockstar já tinha sido avaliado pelo ESRB (organismo de classificação etária nos E.U.A.), o que sugeria um lançamento deste género.

O lançamento como um clássico PlayStation 2 indica que o jogo está no seu estado original, sem qualquer alteração. Não existe uma remasterização para alta-definição nem algo parecido.

A data confirmada, 11 de dezembro (já amanhã), diz respeito à PlayStation Store dos E.U.A. O jogo deverá aparecer na PlayStation Store europeia no dia seguinte.

Sabtu, 01 Desember 2012

Grand Theft Auto: Vice City ganha trailer em comemoração do 10º aniversario




Há algum tempo o game Grand Theft Auto: Vice City completou os seus 10 anos, mais precisamente no dia 27 de outubro e desses dias pra cá a Rockstar postova notícias em comemoração do jogo em seu site como vídeos e etc.

Em comemoração do seu aniversário a Rockstar também anunciou que o jogo ganhará versões para Android e IOS. Segundo a empresa, uma data como essas não podia passar em branco, já que é o aniversário de 10 anos de um dos clássicos games da série. As versões para IOS e Android será disponibilizada a partir do dia 6 de dezembro.

Sem mais delongas postarei aqui o trailer que a Rockstar Games lançou para este clássico game.



Senin, 26 November 2012

Analise: Need for Speed Underground II

Fonte da analise: http://gamehall.uol.com.br/v10/need-for-speed-underground-2/
Para min, um dos melhores jogos de PlayStation 2.


Em 2001, estreou nas telonas dos cinemas o filme Velozes e Furiosos, que teve sucesso considerável, principalmente entre os jovens que sonhavam em pilotar as potentes e atraentes máquinas japonesas em altas velocidade. Aproveitando-se do sucesso do filme, nasceu a série Underground em 2003, que foi muito bem aceita pelos jogadores, rendendo uma continuação direta após um ano. Underground 2 supera seu antecessor em todos os aspectos, tendo mais carros, mais opções para modificar seu veículo além de um mundo aberto grande e bem projetado.


Bem vindo a Bayview

Seis meses após se tornar um piloto em Underground (game anterior), você é convidado para uma corrida onde acaba tendo seu carro completamente destruído por Caleb. Após um tempo afastado, o jogador é convidado por Rachel (a modelo Brooke Burke dublou e emprestou suas feições para personagem) a vir para Bayview para que o jogador torne-se novamente o número um e desbanque o então atual Rei das Pistas, Caleb. É importante frisar, não vale a pena perder tempo prestando atenção na história que é contada durante o game como se fosse uma revista em quadrinhos; único objetivo da história é dar um motivo para que você possa acelerar loucamente pela cidade e somente isso, portanto, pule as cenas de história e divirta-se.




Mundo aberto e bem feito

Você inicia o game no Aeroporto, com um Nissan 350z emprestado por Rachel (quem dera ter amigos assim). Logo de cara algumas instruções são passadas ao jogador, como o funcionamento do mapa e caixa de mensagens, onde você terá notícias de novas peças, carros e outras informações úteis. Após tomar controle do possante e dar umas voltas pela cidade começamos a perceber o ótimo trabalho da EA na criação de Bayview, uma cidade viva e cheia de luzes, com letreiros e placas luminosas, sinalizações de transito, ruas estreitas, auto-estradas e muitos outros elementos que fazem o jogador realmente se sentir em uma legitima cidade norte americana.

Bayview é divida em várias regiões, passando desde o característico centro de uma cidade metropolitana a áreas mais luxuosas, montanhas e parques industriais. Inicialmente, o jogador terá liberado somente o centro da cidade e conforme avança no game as demais áreas são liberadas. Cada ponto de Bayview possui uma característica própria, seja com curvas fechadas e sinuosas como nas montanhas, ou ruas mais estreitas e irregulares do parque industrial, variando bem e trazendo prédios e construções que casam com o ambiente, além de um bom trabalho de maquiagem, conferindo a cada região uma cara única.

Outro ponto bacana é que a cidade possui sinalizações de transito e placas mostrando caminho para as diferentes localidades da cidade e que realmente funcionam, fazendo o jogador chegar ao seu destino caso escolha seguir essas sinalizações, o que ajuda ainda mais na imersão, além dos “veículos de transito” que contribuem para dar vida a Bayview. A cidade é grande e garante vários trajetos diferentes, com diversas configurações de pistas, que privilegiam tanto a velocidade quanto o seu oposto, onde é preciso ter mais cautela e usar mais o freio. Fora isso ainda tem alguns secretos e informações que rendem alguns dólares extras na conta, além de corridas secretas que incentivam o jogador a explorar a cidade.

Personalize da maneira que quiser

Um dos pontos altos do game é definitivamente o fator customização dos carros. A quantidade de elementos para equipar e modificar os possantes japoneses é IMENSA, podendo modificar praticamente TUDO no seu carro, desde carroceria a faróis, retrovisores, rodas e até o velocímetro. As opções são tantas e tão variadas que é possível criar vários carros do mesmo modelo e deixa-los completamente diferentes um do outro, com as diferentes peças para a carroceria, pintura e artes características da cultura tuning, como grandes desenhos e os famosos neons, além de muitas outras mudanças estéticas como a cor dos vidros, faróis, além de personalizar completamente um sistema de som poderoso, Body Kits, e por ai vai. São tantas as opções que seria preciso gastar muito espaço somente para falar delas.


É obvio que também existem as mudanças mecânicas, onde você envenena seu possante com várias peças diferentes, mexendo desde o motor aos freios e redução de peso do veículo. Também é possível fazer algumas regulagens no carro, como mudar as marchas, tornando-as mais longas ou mais curtas, porém a configuração padrão já é o suficiente para tirar rachas emocionantes e vencer as provas; claro que aqueles com conhecimento suficiente para fazer alterações precisas terão vantagens, mas nada muito grande que chegue a desequilibrar o game. Com tantas opções e uma quantidade generosa de carros – ao todo 31 carros licenciados – você passará boa parte do game somente personalizando e modificando os veículos a seu bel prazer.

Vários tipos de corrida além dos eventos especiais

Existem ao todo oito tipos de corrida em Underground 2. Drift, onde é preciso fazer derrapagens para acumular pontos; Drag, corridas de arrancadas; Circuit, corridas com determinado número de voltas; Sprint, corridas onde é preciso chegar do ponto A ao ponto B; Street X, pistas pequenas similares as de drift, com muitas curvas fechadas e três openentes; Outrun, que são os rachas pela cidade; e Underground Racing League (URL), corridas em circuitos fechados fora da cidade e com pegadas mais profissionais, que acompanham a trama do game.

Com excessão das corridas de Sprint e Circuit, que são muito parecidas entre si, os demais tipos possuem características próprias além de um nível de desafio e exigência correspondente a cada uma; falarei um pouco de cada uma delas adiante. Vencer as provas além de abrir novos itens, carros e render dinheiro, abre a possibilidade de participar de eventos especiais além de atrair patrocinadores, que garantem mais dinheiro ao jogador além de abrir mais espaços para jogador na garagem, podendo adquirir mais carros conforme o tempo.

-Circuit e Sprint: são pistas onde os trajetos são feito na própria cidade contra três oponentes e são bem acessíveis, onde um erro não significa perder a corrida além de serem divertidas e variadas, com vários trajetos diferentes que conseguem evitar a repetição por um bom tempo; nos estágios finais do game as corridas começam a se repetir, muito também pelo game ser extenso – cerca de 10 a 14 horas.

-Drift: são feitas em circuitos fechados fora dos limites da cidade e ao norte de Bayview, onde ficam as montanhas e são basicamente derrapagens para acumular pontos; quanto mais rápido e maior for o tempo “deslizando” maior é a pontuação, caso bater o carro os pontos zeram. Nas montanhas o jogador além de preocupar-se em “drifitar” com eficiência tem de estar atento com os veículos de rua, para evitar perder preciosos pontos, uma vez que as provas nas montanhas são bem mais exigentes. Há variâncias que rendem mais pontos, como drifitar próximo as bordas das pistas ou a carros de rua.

-Street X: são similares as corridas de drift, com circuitos fora dos limites da cidade e com várias curvas fechadas. A diferença obvia é que se trata de uma corrida normal, porém devido ao formato das pistas é difícil imprimir muita velocidade e não será incomum ficar trocando entre segunda e terceira marcha. O nível de dificuldade aqui é alto já que dificilmente o jogador consegue imprimir grande velocidade para fazer ultrapassagens, portanto, o início da prova é crucial; normalmente são quatro voltas.

-Drag: corridas de arrancadas onde a mudança manual de marcha é obrigatoriamente manual. É preciso trocar as marchas de acordo com uma marcação para não perder milésimos de segundos preciosos e muitas vezes o que define o vencedor são os detalhes. O grau de exigência é alto, já que trocas de marchas mal feitas praticamente te tiram da disputa e batidas eliminam o jogador da corrida.


-URL: disputadas fora dos limites da cidade, com toques mais profissionais além de acompanharem a trama do jogo. O número de adversários é maior e adota sistema de pontos, sendo que cada colocação rende pontos diferentes (há eventos de URL que são mais de uma corrida). O maior problema aqui é a repetição a exaustão, o que cansará o jogador logo; como premiação, os eventos URL’s abrem novos carros, além de renderem mais dinheiro.

-SUV: corridas especiais para os SUV’s esportivos, onde somente este tipo de carro compete. O problema é que as Suv são MUITO ruins de dirigir. Para diferenciar a jogabilidade dos demais carros, as Suv viram muito menos além de terem menor rotação no motor, o que as tornam lentas em marchas curta e praticamente impossível de se fazer curvas em alta velocidade – se tornará um exercício de paciência efetuar curvas. Além disso, os eventos destinados as Suv’s são poucos e para piorar, só existem três opções de carros na categoria suv para escolher.

-Outrun: é possível chamar adversários para apostar rachas pela cidade; o seu oponente da um sinal com farol, ao apertar um botão específico à corrida é aceita e começa. Para vencer é preciso tomar uma grande distância do carro adversário. O problema é que essas corridas são simplesmente frustrantes, isso porque é muito difícil vencê-las sem se utilizar de métodos ilícitos, como jogar o adversário para fora da pista. Os oponentes simplesmente vão te perseguir o tempo inteiro numa distância em que você lidera, porém não o suficiente para vencer; esse “pega-pega” pode durar mais de 5 minutos em alguns casos. O que deveria ser uma adição para dar variedade e sair da mesmice acaba se tornando um fator completamente dispensável que poderia ser corrigido com algumas mudanças simples, como definir um ponto no mapa para ver quem chega primeiro ou um tempo necessário na liderança para vencer. Não bastando o péssimo sistema para definir a vitória, perder essas corridas devido à bugs bisonhos eleva a frustração do jogador à enésima potência; às vezes o computador simplesmente se confunde de quem esta na frente, principalmente se há uma batida forte entre os jogadores.

-Special Events: toda mudança efetuada no seu carro rende pontos de reputação. Conforme atinge determinado número, seu carro é escolhido para estampar capas de Revistas e DVD’s do mundo automotivo, com direito a modelos e tudo mais. Ao aceitar o evento especial é preciso chegar a um ponto específico do mapa no tempo determinado; chegando lá é possível determinar posição do carro, mudar ângulo da foto (já pré-determinados) e poder abrir o capô, porta-malas e portas do veículo e algumas outras variações. Além das fotos, os eventos especiais rendem peças únicas de customização e desempenho. Esses eventos são bem vindos e dão variedade e vida nova ao game, além de ser bacana ver seu carro estampando capas de revistas e dvds.


Competente e divertido

A jogabilidade do game é sólida e de fácil aprendizado não demorando muito para que você comece a fazer curvas em alta velocidade como se fosse um piloto profissional; também é possível personaliza-la a seu gosto, mudando os controles e opção de câmbio manual ou automático. O design e trajeto das pistas facilitam o aprendizado, com ruas largas e espaço suficiente para desviar dos carros na rua, além de, na maioria das vezes, dar oportunidade ao jogador de se recuperar a tempo de vencer as provas em caso de colisões ou derrapadas.

Os carros no geral possuem dirigibilidade muito parecida, o que é um ponto negativo apesar de isso facilitar na hora de trocar de veículo. Existem três tipos de câmera, perto, longe e capô, sendo que todas se comportam bem sem prejudicar a corrida, porém um efeito em especial atrapalha e incomoda depois de certo tempo, que é exibido quando o carro faz saltos altos ou bate com outros carros em alta velocidade; nesses casos, a câmera se posiciona de modo mais “cinematográfico”, além de ficar em câmera lenta, porém atrapalha, já que em alguns saltos você simplesmente perde a visão do que tem a frente de seu carro, e quando volta ao normal pode dar de frente com um carro ou uma curva fechada. O game tem uma leve mudança climática, onde pode começar a chover durante as corridas, o que é bem bacana, proporcionando um desafio a mais e mostrando um bom efeito de água respingando na tela.

Tecnicamente, o jogo é muito bem feito. Os carros possuem vários detalhes, com modelagem e texturas muito boas, além de serem fielmente retratados a suas contrapartes reais. A cidade também possui ótimas texturas, com prédios iluminados além de pontos escuros onde os faróis dos carros iluminam quando passam. As sombras são ok, sem grande destaque e os carros de rua são bem mais simplórios, porém é compreensivo, já que devido ao tamanho da cidade e quantidade de carros na tela poderia ocasionar lags. O efeito de chuva é muito bacana, com respingo vindo à tela e a fumaça e faíscas são bem feitos. Outro efeito bacana é quando aciona o nitro, dando sensação bem próxima do que é vista no filme Velozes e Furiosos.

A parte sonora do game mantém o alto nível, com som ambiente da cidade retratado muito bem, com carros buzinando, aviões sobrevoando a cidade e sons dos possantes cruzando as ruas de Bayview, todos bem retratados e com mudanças no ronco conforme você envenena as máquinas. A trilha sonora é de primeira, com nomes como The Doors e Fluke, entre vários outros artistas, apesar de se repetirem a exaustão; dado o tamanho do game, uma quantidade maior de músicas viria a calhar. São raros os momentos que se presenciam bugs no game, com excessão das corridas Outrun, que volte e meia tem seus problemas; no mais, a EA fez um excelente trabalho no game.


Boas opções do que fazer após terminar o game

Depois de zerar o game, é possível customizar os carros no menu principal, o que é muito divertido e bacana, ainda mais com todos itens e opções abertos, além dos carros é claro. Também é existe a possibilidade de correr com os carros que você customizou tanto em partidas rápidas single player, quanto no multiplayer on-line ou via rede local. Particularmente, tive problemas com as partidas on-line na época, com vários lags e problemas de conexão, com os carros de outros jogadores “sumindo e aparecendo” na tela, o que foi bem frustrante, já que mesmo na dificuldade alta o game não é tão difícil assim.


Conclusão: Apesar de ter algumas falhas, como repetição das músicas e pistas, alguns bugs e o péssimo sistema de rachas, Need for Speed: Underground 2 é um excelente jogo de corrida com uma cidade grande, que esbanja personalidade além de um ótimo design privilegiando as corridas. Existe muito conteúdo no game, com um modo campanha extenso além de muitas opções de customização e 31 carros licenciados, premiando o jogador com os divertidos eventos especiais e vários modos de corrida, além de gráficos e efeitos sonoros excelentes, com uma trilha sonora que deve agradar a muitos. Mesmo após finalizar o game ainda existem motivos para continuar jogando, com a possibilidade de revisitar a campanha com diferentes carros ou customiza-los para correr em partidas rápidas single player ou no multiplayer. Se você esta sedento por velocidade, Underground 2 é uma excelente escolha.


Prós e Contras

+ Ótima jogabilidade, de fácil aprendizado e totalmente customizável (versão PC)
+ Inúmeras opções para modificar seu carro a seu gosto
+ Mundo aberto, bem projetado e cheio de personalidade
+ Vários tipos de corrida, além dos eventos especiais
+ Tecnicamente excelente, com ótimos gráficos e efeitos sonoros, além de uma trilha sonora muito boa
+ Fator replay, com possibilidade de revisitar campanha com diferentes carros, além de poder customiza-los no menu principal para partidas em multiplayer ou quick single player
+ Jogo roda suave mesmo em configurações modestas, com ótimo desempenho e sem erros gráficos

- As corridas Outrun são totalmente dispensáveis e com alguns bugs incomodos
- A dificuldade no geral não é muito alta, com excessão das pistas Street X que podem ser bem frustrantes para os menos habilidosos
- Efeito de câmera “cinematográfica”, que tira a visão do que tem a frente de seu carro além de quebrar o rítimo da corrida com a câmera lenta
- Os carros da categoria SUV são muito ruins de dirigir e ainda são muito poucos, contando apenas com 3 opções
- Não é um game para ser jogado durante muitas horas seguidas, já que as corridas começam a se repetir durante um tempo, além da trilha sonora, que apesar de boa conta com uma seleção pequena de músicas


PES 2013 PlayStation 2 - Videos/Jogabilidade

Ai esta pessoal, PES 2013 para PS2. Lançado em 05 de novembro na Europa. De acordo com informações dos propios criadores dos videos, não houve nenhuma mudança em relação a jogabilidade das ultimas versões lançadas para o console eterno. Houve apenas atualizações dos clubes, uniformes, etc.

Não tenho a informação exta e confirmada se tera Campeonato Brasileiro e os estadios 'Vila Belmiro e Morumbi para a versão do PS2.  Aqui na America do Sul, PES 2013 chega entre a 1ª e  2ª quinzena de novembro.







Kamis, 08 November 2012

Análise - Lego Star Wars 2


História:
Este lego é baseado na trilogia original da série Star Wars, então já é um dos tantos motivos para jogar ele. Cada episódio é separado por 6 fases, dando assim uma maior possibilidade de exploração no quesito de roteiro. A história é ótima, pelo menos pra mim. Gosto muito de Star Wars e sempre gostei de Lego, e convenhamos, qualquer coisa feita de Lego fica demais.

Gráficos -
Vou ser sincero agora. Embora estejamos falando de um game bom, com uma premissa ótima, não se pode esperar muito de um produto feito para crianças. Os gráficos não são fantásticos, eles não foram feitos para impressionar os caras que fazem review na IGN, por exemplo. Mas por incrível que pareça o jogo ganhou uma notoriedade excelente lá. Os gráficos não são feios. Os efeitos de luz até que passam despercebidos, mas há partes em que os efeitos de explosão e sabre de luz são muito bizarros. Os personagens são bem construídos sim, muitos detalhes incluídos, mas, voltando ao que disse antes, são apenas bonecos de Lego, não vá achando que é um god of war de brinquedo.




Jogabilidade -
Ok, vamos dar uma pequena pausa para novamente uma pequena dose de sinceridade. O jogo tem uma história boa, gráficos legaizinhos, mas você não chegará a lugar algum se a câmera não ajuda em nada. O que dizer então quando você é introduzido à dirigir um veículo ou pilotar uma nave? Um total desastre. Não há botão de aceleração e parada, apenas o analógico que controla seu veículo. Certo, 90% do jogo não é sobre veículos, mas as fases que se baseiam nessa "utilidade" são absolutamente tediosas e irritantes. Por outro lado, temos os personagens com seus clássicos tipos únicos de habilidade, o que dá ao jogo um bom nível de replay, sendo que é necessário voltar à outras fases para achar tesouros secretos. Algumas batalhas são boas, outras um terror. A com o Palpatine então, nem vou gastar meus dedos pra falar o quanto odiei está fase. Mas tudo bem, momentos passam e aqui estamos nós.

Som -
A trilha sonora é de altíssima qualidade. Um dos poucos jogos licenciados de Star Wars que conta com a trilha que vai além da famosa música título. Quesito dublagem está fora de contexto se é que vocês me entendem.

Comentários finais -
Lego Star Wars 2 é um grande jogo, que apesar de carregar uma marca tão famosa, se dá bem e não faz feio. Claro que alguns problemas de controle e câmera fazem o jogo perder o brilho em alguns momentos, mas é coisa passageira. Um jogo ótimo de aventura e puzzle. Para todas as idades, diga-se de passagem...
Notas finais
História: 8,5
Gráficos: 6,7
Jogabilidade: 6,8
Som: 8,7

Nota final: 7,6

Comente sobre Lego Star Wars 2! Já jogou? Se estressou muito com a batalha contra o Palpatine? De sua opinião sobre o jogo e o review! Abraços, Leonardo.

Selasa, 06 November 2012

Após 12 anos, Sony pode ter encerrado produção do PlayStation 2

Com ja era de se esperar, depois de 12 anos no mercado, acumulando vendas de mais de 154 milhões unidades ao redor do mundo, o PlayStation 2 pode ter deixado de ser fabricado pela Sony. A informação parte do site ''The Magic Box'', que afirmou que nenhuma unidade nova do dispositivo será produzida pela fabricante japonesa.

Apesar de não ser mais comercializado oficialmente em mercados como o Japão e os Estados Unidos, o PlayStation 2 continua sendo vendido em locais como a América do Sul, a Europa Oriental e o sudeste da Ásia. O fim do ciclo de produção do dispositivo pode indicar uma mudança na estratégia da Sony para mercados em desenvolvimento, algo que não seria exatamente inesperado mediante a proximidade da revelação do sucessor do PlayStation 3.

Fonte: BaixakiJogos

Sabtu, 27 Oktober 2012

Análise: Captain Tsubasa (Super Campeões)




Olá usuários do console mais popular do Brasil !!! Aqui é o Kim com mais um jogo bem desconhecido pra vcs. E hoje o negócio é futebol. Mas nada de PES ou FIFA. Vamos falar hoje do game Capitain Tsubasa, baseado em um anime bem popular por aqui: supercampeões. E nesse jogo temos a inusitada mistura de futebol com RPG! Curioso?? Então curte aí a analise.


História


Supercampeões é um anime bem conhecido por aqui. Já foi exibido por emissoras como manchete e rede-tv. O anime conta a trajetória de Oliver Tsubasa, um jovem que sonha em ser o melhor jogador do mundo. Para isso Oliver terá que enfrentar os melhores times do mundo e treinar bastante para desenvolver suas técnicas.
As passagens mais marcantes desse anime são fielmente mostradas no game. Portanto, para sua completa diversão durante a jogatina, um conhecimento prévio desse anime é indispensável.

Jogabilidade

 


O jogo não lembra em nada títulos como PES ou FIFA. Pra começar, só movimentamos o capitão do nosso time. Além disso, todas as decisões importantes como um cruzamento ou uma jogada ensaiada pra marcar um gol, são realizadas por meio de um menu que abrimos apertando bola. Assim, o entrosamento com o time é fundamental pro êxito no jogo.
É uma jogabilidade bem complexa, e o fato do jogo ser quase 100% em japonês não ajuda em nada...
Porém o verdadeiro gamer não se abate com as dificuldades! Com um pouco de prática e a leitura de alguns tutoriais facilmente encontrados na internet, pegamos facilmente a manha do game. Em pouco tempo ficamos familiarizados com o sistema de jogo.

Gráficos

 


Nada muito complexo. Em Tsubasa temos gráficos 3d bem limpos, com personagens que tanto na aparência quanto na movimentação, ficaram bem fieis aos do anime. Os estádios também ficaram muito bons, embora os torcedores pareçam bonecos de papelão...

Conclusão



Diferente de tudo que já jogamos em termos de “games de futebol”, Tsubasa nos oferece uma experiência realmente diferente. A jogabilidade pode, no começo, assustar os mais saudosista, mas algum tempo jogando nos torna fãs do game. E se vc é fã do anime, o jogo se torna praticamente OBRIGATÓRIO.

Por hoje é só, pessoal!!!!  Até a proxima análise.

Jumat, 26 Oktober 2012

Analise: Call of Duty 3

Call Of Duty 3

Ano de lançamento: 2006

O jogo foi lançado no ps2 em 2006 e teve muito sucesso não apenas pelos bons gráficos mais também pelo seu modo multiplayer entre outas coisas.

                                      História do Game

A história do game se passa na Segunda Guerra Mundial mas em um ponto especifico que ocorreu na guerra, a Operação Cobra e não em uma série de batalhas como aconteceu nos outros jogos.
Mais se você pensa que vai controlar somente uma pessoa durante o game está enganado, nele você controla várias pessoas de várias nacionalidades como:
americanos,canadenses,franceses etc. Não vou falar a história toda para não estragar quando vocês estiverem jogando.


                                      Gráficos

O gráfico do game chega a ser até ótimo, os personagens e cenários estão bem trabalhados. Uma coisa que pode desanimar é o efeito de água que de cara você ira pensar: ''Que horrível.''
O destaque dos gráficos vai mesmo pros personagens, principalmente nas cutscenes.

                                    Multiplayer

O game também conta com a modalidade multiplayer online.
O game conta com várias modalidades multiplayer, que vai do simples mata-mata (deathmatch) até a War, em que dois grupos devem proteger pontos estratégicos.

                                   Extras

Por fim temos os extras que contém cenas do jogo e histórias de alguns soldados que participaram da 2° guerra e muitas outras coisas.
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Desenvolvedora: Treyarch
Distribuidora: Activision